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Repórter: Noel Soares
09/06/202
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Repórter: Carolina Prazeres
09/06/2021
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Repórter: Maria Spindola
09/06/2021
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09/06/2021
8/6/2021
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Repórter: Quecia Carvalho
08/06/2021
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08/06/202
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Repórter: Noel Soares
08/06/202
As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 deste sábado (15), no horário de Brasília.
O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.
Adesão
Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.
Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.
O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.
Enamed
Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatórios no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.
De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.
O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais.
Fies
O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.
Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.
A partir dessa terça-feira (09), quem passar pelo Arraial do Ipem, durante a programação do São João do Maranhão 2026, terá a oportunidade de acompanhar uma experiência artística única.
É o Projeto Mural Artístico por meio do qual quatro murais autorais, de grandes dimensões, serão produzidos, ao vivo, pelos artistas maranhenses João Urubatan, Iara Oliveira, CARDOSONOT e Caju Moura.
A cada semana, um destes artistas ocupará o espaço para desenvolver uma obra inédita em um mural de 6 metros de largura por 3 metros de altura (18 m²), permitindo que visitantes acompanhem de perto todas as etapas do processo criativo.
Durante a execução dos murais, os artistas participarão de bate-papos com o público compartilhando suas referências criativas.
A proposta é transformar a produção artística em uma experiência compartilhada, aproximando o público dos artistas e revelando os bastidores da criação.
Os murais vão colorir mais o arraial e virar espaços instagramáveis.
Ao longo das quatro semanas, cada mural contará uma história diferente, conduzida pelo olhar e pela linguagem artística de cada convidado.
Ao fim da programação, os quatro murais deixarão um legado visual do São João do Maranhão 2026, registrando em cores e formas a diversidade, a criatividade e a força da arte produzida no Maranhão.
João Urubatan
Designer e artista plástico de São Luís, João Urubatan desenvolve um trabalho marcado pelo uso de silhuetas, contrastes e luz. Sua pesquisa visual parte de formas preenchidas, quase sombras, que aos poucos ganham volume, textura e expressão por meio de tons mais claros. O resultado é uma linguagem visual que transforma sombra em presença e luz em desenho.
Iara Oliveira
Multiartista visual e tatuadora maranhense, natural de Chapadinha, Iara Oliveira é graduanda em Artes Visuais e desenvolve há mais de uma década um trabalho artístico fortemente inspirado na cultura popular maranhense. Conhecida por suas tatuagens coloridas, vem expandindo sua produção para áreas como ilustração digital, artesanato, pintura e muralismo. Em 2026, participou pela primeira vez da Coletiva de Maio com uma obra em pintura acrílica sobre tela.
CARDOSONOT
Artista plástico multidisciplinar de Timon, CARDOSONOT é graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e atual campeão estadual de arte urbana do Maranhão, conquistando o primeiro lugar no edital Arte de Rua, promovido pela Secretaria de Estado Extraordinária da Juventude. Sua trajetória reúne premiações e reconhecimento nacional e internacional nas áreas de arte, design e ilustração.
Caju Moura
Grafiteira, artista visual e designer, Caju Moura constrói uma produção artística que dialoga com ancestralidade, território e identidade. Em suas obras, mulheres negras e indígenas ocupam lugar de protagonismo, em narrativas que promovem resgate, pertencimento e reconexão com as raízes culturais. A cultura maranhense também está presente em suas criações, por meio de símbolos, cores e elementos que valorizam a riqueza das tradições locais.
O Ministério da Saúde anunciou, nesta semana, a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.
De acordo com Ministério da Saúde, 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas.
“Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa.
“O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país.
A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde.
Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue.
Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO).
Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo.
O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue.
A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco.
Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização.
Casos graves
A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã.
Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue – 0,7% do total de vacinados.
Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.
Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas:
Observação
Segundo o ministro Alexandre Padilha, a população que recebeu a vacina do Instituto Butantan nos últimos 21 dias terá um acompanhamento especial para identificar algum sinal ou qualquer outra reação adversa.
A orientação do Ministério da Saúde é procurar uma unidade de saúde em caso de intensificação dos seguintes sintomas: febre, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral.
Reavaliação da estratégia
Em nota, o Instituto Butantan informou que a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.
“O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS”, disse a instituição.
Segundo o Instituto, a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população, o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população.