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    Coisa Nossa Com Zé Raimundo Rodrigues



CPI da Pandemia ouve governadores sobre compra descentralizada de vacinas

A Comissão Temporária da Covid-19, criada para acompanhar questões de saúde pública relacionadas à pandemia, ouve nesta segunda-feira (10) três governadores e um prefeito. Eles foram convidados para discutir, entre outros temas, a compra de vacinas de forma descentralizada por estados e municípios. A reunião será remota e está marcada para as 10h.

Devem participar da reunião os governadores do Piauí, Wellington Dias; do Maranhão, Flávio Dino; e de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. Também confirmou a participação na reunião o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, que é presidente do Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras. O grupo tem a participação de 2,6 mil municípios.

Além da compra de vacinas, os convidados devem abordar as dificuldades que vêm sendo enfrentadas pelos entes federados, o estágio da pandemia nos estados e o progresso do cronograma de vacinação.

Comissão

Além da reunião com os governadores e o prefeito, a comissão já tem definido o cronograma de todo o mês de maio. Serão ouvidos em audiências públicas remotas os ministros Marcelo Queiroga, da Saúde; Paulo Guedes, da Economia; Carlos Alberto Franco França, das Relações Exteriores; e Marcos Pontes, da Ciência, Tecnologia e Inovações; além de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), embaixadores e profissionais da saúde.

Fonte: Agência Senado

Atual ministro da Saúde Marcelo Queiroga é ouvido na CPI da Pandemia; Acompanhe ao vivo

O atual ministro da Saúde Marcelo Queiroga depõe na manhã desta quinta-feira (6) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. Ele deve esclarecer ao senado sobre a estratégia de vacinação do governo, a aquisição e distribuição de vacinas contra a Covid-19, além do planejamento de imunização para 2022.

O Ministério da Saúde está sendo gerido por Queiroga desde março de 2021, período marcado pela 2ª onda do novo coronavírus, onde o Brasil já havia atingido a marca de 300 mil mortes pela doença, atualmente são mais 400 mil vítimas fatais da pandemia.

Marcelo Queiroga defende em seu discurso que a vacinação é a solução para o fim da pandemia, dando destaque para a necessidade de prosseguir com a imunização da população, e que a vacina é uma resposta da ciência .

Ainda hoje à tarde o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, também deve prestar depoimento à Comissão. Marcelo Queiroga é o terceiro dentre os ministros da Saúde a ser ouvido na CPI, na quarta-feira (5) o ex-ministro Nelson Teich foi à CPI, data em que o ex-ministro Eduardo Pazuello deveria ser ouvido, mas teve sua reunião adiada.

 

 

Acompanhe ao vivo sessão da CPI da Pandemia

Sessão ouve o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich:

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Nove capitais suspendem aplicação da segunda dose da CoronaVac

Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO) e Recife (PE) estão com a aplicação da segunda dose da CoronaVac suspensa. Segundo os municípios, as mudanças na orientação do Ministério da Saúde ocasionaram a falta do imunizante contra a covid-19.

Outras sete capitais, segundo apurou a Folha de S. Paulo, estão com baixo estoque do imunizante: Boa Vista, Curitiba, João Pessoa, Macapá, Maceió, Natal e Salvador.

O Ministério da Saúde tem mudado com frequência as orientações sobre a vacina contra covid-19. Em fevereiro, Eduardo Pazuello, então ministro da Saúde, orientou os municípios a usar todo o estoque de vacina. No entanto, dias depois, a pasta fez uma nova orientação e pediu que as prefeituras reservassem a segunda dose da CoronaVac.

Em março, a pasta da Saúde autorizou que as cidades usassem todas as vacinas armazenadas para segunda dose como primeira dose.

Com essa última orientação, vários municípios acabaram zerando seus estoques.

 

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Após pedido do Maranhão, ministro Marco Aurélio determina que governo federal realize Censo

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (28) que o governo federal tome as providências para realizar o Censo demográfico. A decisão atendeu a um pedido do governo do Maranhão.

Na semana passada, o governo confirmou que o Orçamento de 2021 não reservava recursos para o Censo e, portanto, ele não seria realizado neste ano.

Por lei, o Censo deve ser realizado a cada dez anos. O último ocorreu em 2010. No ano passado, a pesquisa, conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas.

Ação
O Estado do Maranhão ajuizou, contra a União e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ação cível originária, com pedido de tutela de urgência, visando sanar irregularidades ante omissão em formalizar atos administrativos e alocar recursos para a realização do censo demográfico no ano de 2021.

O estado afirma legitimidade e interesse, aludindo à perda de receitas tributárias e à dificuldade, em razão da falta de dados, de formular e executar políticas públicas.

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