Conversando com o Governador – 27 de setembro
5’17”
20/9/2021
Conversando com o Governador – 13 de setembro
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6/9/2021
30/8/2021
23/8/2021
16/8/2021
16/8/2021
Conversando com o Governador – 09 de agosto de 2021
Tempo 4’27”
Conversando com o Governador – 02 de agosto de 2021
Tempo 4’15”
* Carlos Brandão
Sou um maranhense que tem muito orgulho do meu estado, principalmente pelo fato de conhecer cada canto desse chão. Sentei à mesa de muita gente simples e trabalhadora, ouvi histórias de luta e de esperança.
Foi assim que aprendi, na prática, que o Maranhão não precisa de promessas grandiosas – precisa de condições para produzir.
Anos atrás, quando ainda exercia mandato de deputado federal, visitei um agricultor que mantinha sua horta com esforço quase solitário.
A irrigação era feita no braço, com um regador comum. Produzia pouco, não por falta de vontade, mas por falta de estrutura. Vi ali um potencial evidente. Vi também que um apoio objetivo poderia alterar aquele cenário. Viabilizamos, então, um kit simples de irrigação.
Tempos depois, retornei. A área plantada havia se multiplicado, as culturas estavam diversificadas e a produção tinha outro padrão. Não foi milagre. Foi condição de trabalho. Ele só precisava de um empurrãozinho.
Esse exemplo se aplica a milhares de famílias que dependem da agricultura familiar. Nesta semana, avançamos de forma concreta para enfrentar gargalos históricos.
No caso de quem trabalha com o leite, temos a certeza de que vamos mudar a história atual. Somos o segundo maior rebanho bovino do Nordeste, com mais de 10 milhões de cabeças.
Ainda assim, por muito tempo, quem produzia leite em pequena escala enfrentava um problema simples e cruel: não tinha onde armazenar.
Para resolver essa questão, entregamos 80 tanques de resfriamento, com capacidade de dois mil litros cada, para produtores das regiões Tocantina, Sertão e Médio Mearim, com investimento de R$ 1,8 milhão, por meio do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma).
Antes, já havíamos zerado o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do leite e derivados e facilitamos crédito com juros subsidiados, em parceria com o Banco do Nordeste. Garantimos mercado por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Leite) e fortalecemos a assistência técnica, com a Aged, Agerp, Sagrima e o próprio Iterma. Isso muda o jogo.
Também esta semana, entregamos 5.120 kits e equipamentos voltados à agricultura familiar: roçadeiras, motores de rabeta, sistemas de irrigação e forrageiras. Investimento na ordem dos R$ 10 milhões. Ainda autorizamos a construção de 1.830 cisternas, garantindo segurança hídrica tanto para o consumo quanto para a produção.
A agricultura familiar responde por cerca de 70% dos alimentos que chegam à mesa dos maranhenses. Se ela não tiver estrutura, o estado inteiro perde. E estrutura também inclui segurança jurídica.
Por isso, executamos o maior programa de regularização fundiária já realizado no Maranhão: o Paz no Campo – que inclusive recebeu o prêmio de melhor programa de regularização fundiária do Brasil.
Já são 35 mil títulos entregues pelo Iterma – 18 mil na zona rural e 17 mil na urbana -, alcançando aproximadamente 40 mil famílias, além de termos regularizado 40 territórios quilombolas.
Título definitivo significa acesso a crédito, capacidade de investimento, estabilidade para planejar o futuro e certeza de que a terra é seu patrimônio, que ficará para as próximas gerações.
O que está em curso é um processo de fortalecimento da base produtiva. Quando o pequeno produtor cresce, o comércio local gira, a indústria de laticínios se expande, a renda circula. Não há desenvolvimento consistente sem campo estruturado.
Queremos os pequenos agricultores – como aquele que mencionei no início do artigo – preparados para crescer. Quem trabalha antes do sol nascer precisa de condição. É isso que estamos garantindo.
* Governador do Maranhão
A roda de samba “Do Jeito Que Era Antes” chega à sua terceira edição reunindo músicos, admiradores e comunidades inteiras em torno do samba tradicional, aquele que se faz na palma da mão, no pandeiro e nos clássicos que seguem atravessando gerações.
Idealizada pelo cantor Marlon Reis, a roda contará com participações de Luzian Filho, Kayro Costa, Jorginho Du Pan, Tássia Campos e DJ Pedro DreadLock, reforçando a potência da cena local.
“A gente reúne as pessoas para viver o samba de verdade, do jeito que aprendemos com os mais velhos. É encontro, é comunidade e é afeto”, afirma Marlon.
Cultura que transforma
Este ano, o evento reforça seu compromisso com o impacto social: a arrecadação será destinada ao Instituto Batucando Esperança, organização que atende gratuitamente cerca de 100 crianças e adolescentes da Vila Palmeira e áreas próximas, em São Luís.
O instituto promove aulas de percussão, flauta, musicalização, bateria, canto coral e metais, além de ações de cidadania, rodas de conversa e atividades comunitárias que fortalecem vínculos e ampliam perspectivas de futuro.
Para Marlon, unir samba e solidariedade amplia o significado do encontro:
“Sou da Vila Palmeira e sei o quanto a música pode abrir caminhos. O samba sempre foi resistência e cuidado coletivo. Se podemos fortalecer uma instituição que muda realidades dentro da própria comunidade, então a roda ganha um sentido ainda maior. Todo mundo que participa ajuda a construir futuro.”
A presidente do Instituto, Lucyene Cruz, reforça a importância da mobilização:
“Quando a cultura se une a uma causa, ela potencializa sonhos. Essa arrecadação garante continuidade, permanência e oportunidade para as nossas crianças. É transformar pela música e pela comunidade.”
Com uma proposta que une tradição, memória afetiva e impacto social, a terceira edição de “Do Jeito Que Era Antes” acontece no dia 14 de março, às 16h, no Espaço San Martins, reunindo artistas e público em uma tarde dedicada ao samba e à comunidade.
A Rádio Timbira FM 95,5 MHz transmite, neste domingo (1°), o segundo jogo da final do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino, entre as equipes do IAPE e o Maranhão Atlético Clube (MAC).
A partida inicia às 16h, no estádio Nhozinho Santos, em São Luís.
A transmissão da Rádio Timbira começa às 15h30 e prossegue até às 19h.
O primeiro jogo foi no dia 22 de fevereiro, às 16h, no estádio Castelão, em São Luís, com empate, por 0 a 0, entre as duas equipes.
Equipe da Timbira FM na transmissão deste jogo
– Narração: Roberto Ramos (no estádio)
– Comentários: Edivan Fonseca (no estádio)
– Reportagens: Felipe Barbosa e Natalhi Ribeiro (no estádio)
– Plantão Esportivo: Noel Soares (no estúdio)
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Com a acompanhar a cobertura da segunda rodada do Maranhense 2026
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