A Operação Carnaval faz parte da Segunda Etapa da Operação RodoVida Integrada, que teve início no último dia 22 de fevereiro e será encerrada no próximo dia 09 de março.
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Repórter: Danielle Kline
27/02/2019
No evento, consumidores poderão renegociar dívidas diretamente com os credores, tendo, assim, as melhores condições. Estarão presentes empresas como Banco do Brasil, Banco do Nordeste, BRK Ambiental, Caixa, Caema, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Cemar, Estácio, Itaú, NET/Claro, Oi, Semfaz, SKY, TIM e Vivo.
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Reportagem e Edição: Daniel Amorim
26/02/2019
Além do pagamento em cota única com desconto de 10% concedido pelo Governo do Maranhão, a outra opção é o parcelamento em três cotas iguais e sucessivas, de acordo com as datas de vencimento estabelecidas no calendário para pagamento do IPVA.
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Repórter: Quecia Carvalho
26/02/2019
A campanha integra as ações da gestão estadual voltadas para o público jovem, com foco na defesa e promoção da vida.
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Repórter: Quecia Carvalho
A ação conjunta, que aconteceu semana passada, foi realizada pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA) e a secretarias de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Indústria, Comércio e Energia (Seinc) e de Fazenda (Sefaz).
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Repórter: Quecia Carvalho
26/02/2019
Em entrevista ao comunicador Gilberto Lima, para o programa Comando da Manhã, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Isaías Castelo Branco, esclarece sobre a greve da categoria nesta terça-feira (26)
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26/02/2019
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Reportagem e Edição: Daniella Castro
25/02/2019
Durante o ato de posse dos novos gestores, Flávio Dino também destacou a importância fortalecer as parcerias com prefeituras e o governo federal.
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Reportagem e edição: Sebastian Neto
25/02/2019
A medida judicial foi a resposta ao Agravo de Instrumento Interposto pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao pedido de reconsideração feito pelo Ministério Público Federal (MPF).
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Reportagem e Edição: Daniella Castro
25/02/2019
O técnico da seleção brasileira de Futebol Masculino, Carlo Ancelotti, voltou a comentar sobre a possibilidade de convocar Neymar para a Copa do Mundo.
Em entrevista publicada pelo jornal inglês The Guardian, nesta semana, o treinador afirmou que a ida do jogador do Santos para a Copa do Munido de Futebol 2026 é uma decisão difícil e que depende apenas do atacante e de seu desempenho dentro de campo.
— A convocação de Neymar depende apenas dele, do que o jogador demonstrar em campo. Esse é um critério muito claro e não se aplica apenas a Neymar — declarou o treinador.
Carlo Ancelotti alertou que a questão física será determinante em sua decisão, já que a parte técnica do jogador do Santos é “indiscutível”.
— Com a maioria dos jogadores, é preciso avaliar o talento e a condição física. Com Neymar, precisamos avaliar apenas a condição física, porque seu talento é indiscutível. Depende dele, não de mim.
Neymar está entre os 55 jogadores incluídos por Carlo Ancelotti na pré-lista enviada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a Federação Internacional de Futebol (FIFA) nesta semana. É desta relação que sairão os 26 nomes que o italiano anunciará em evento na próxima segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. E possíveis substituições até a Copa do Mundo também precisam vir desta pré-lista.
A próxima copa do mundo terá 48 seleções e será realizada de 11 de junho a 19 de julho, em 16 cidades de três países que ficam da América do Norte: México, Estados Unidos da América (EUA) e Canadá.
Outras contratações
Quem também está na pré-lista, conforme adiantado pelo ge, é o zagueiro Thiago Silva. Ancelotti rasgou elogios ao defensor de 41 anos e destacou o bom momento vivido por ele no Porto.
— Thiago Silva está nos planos, sim. Ele vem jogando muito bem, conquistou o Campeonato Português e está em ótima forma física. Líderes são importantes. Felizmente, este elenco tem líderes muito respeitados. Líderes que não falam muito, mas dão um bom exemplo, como Alisson, Casemiro, Marquinhos e Raphinha. Nesse sentido, o elenco está em boas mãos — destacou.
Carlo Ancelotti e Thiago Silva têm uma relação de longa data. Os dois trabalharam juntos no Milan, clube que o zagueiro defendeu entre 2009 e 2012, e no Paris Saint-Germain, na temporada 12/23. O jogador disputou quatro Copas do Mundo (2010, 2014, 2018 e 2022), além de ter conquistado a Copa das Confederações de 2013 e a Copa América de 2019 com a seleção brasileira. A última vez que ele defendeu a Amarelinha foi na Copa do Catar, sob comando de Tite.
Outro jogador que teve seu nome abordado na entrevista pelo técnico italiano foi Vinícius Júnior. Ancelotti destacou a expectativa criada em relação ao futebol do camisa 7 e como a pressão pode afetar o desempenho do atacante.
– Olha, a responsabilidade que ele carrega pelo Brasil é enorme, especialmente nos últimos tempos. Essa responsabilidade pode ser um fardo para ele. Nosso trabalho na seleção é aliviar um pouco esse peso para que ele possa jogar com alegria, energia e todas as qualidades que possui.
– Vejo o Vinícius como o via no Real Madrid: um jogador espetacular e uma pessoa espetacular que pode decidir uma partida sozinho. Ele será muito importante para o Brasil na Copa do Mundo. Mas ser o número 1? O craque? Não precisamos de um número 1. Não podemos focar tudo em apenas um jogador. Precisamos pensar como um time. Essa é a única maneira de ganhar a Copa do Mundo – completou o treinador.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse, nesta semana, que o tribunal terá o desafio de combater o uso inadequado da inteligência artificial nas eleições de outubro.
O ministro tomou posse, nesta semana, como presidente do TSE e vai comandar o pleito eleitoral, que elegerá o presidente da República, deputados federais, estaduais, distritais, governadores e senadores.
No discurso de posse, o novo presidente disse que a utilização inadequada da tecnologia ameaça o processo democrático.
“Devemos estar atentos a tecnologias, que, quando mal utilizadas, podem representar ameaças ao nosso processo democrático. Vivemos em uma era em que as campanhas eleitorais não chegam às urnas sem atravessar algoritmos, em que a disputa política já não se desenvolve nas ruas e nos espaços tradicionais da vida pública, mas também no ambiente digital”, afirmou.
Em março deste ano, o TSE aprovou limitações para o uso de IA nas campanhas.
O presidente também disse que o pleito de outubro será um dos mais importantes desde a redemocratização do país e deverá ter o eleitor como protagonista.
“O voto não constitui mero ato formal de participação política, representa expresso de pertencimento cívico, de dignidade democrática e de confiança nas instituições da República. O processo eleitoral de um país verdadeiramente democrático deve ter como protagonista seus eleitores”, destacou.
Eleições limpas
O novo presidente afirmou que o TSE vai cumprir seu papel institucional de garantir eleições limpas a transparentes.
“Reputo essencial que o Tribunal Superior Eleitoral cumpra com sua missão constitucional de organizar, orientar e fiscalizar as eleições, para sejam eleições limpas e transparentes”.
Urnas eletrônicas
Nunes Marques também defendeu o sistema eletrônico de votação e disse que o mecanismo é um “patrimônio da democracia”.
“O sistema eletrônico de votação brasileiro constitui patrimônio institucional da nossa democracia. No tocante à apuração, recepção e divulgação dos votos, o nosso sistema é o mais avançado do mundo”, completou.
Nunes Marques
Natural de Teresina, Kassio Nunes Marques tem 53 anos e foi indicado ao Supremo, em 2020, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga deixada pelo ministro aposentado Celso de Mello.
Antes de chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília. Também foi advogado por cerca de 15 anos e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí.
André Mendonça
O ministro André Mendonça é o vice-presidente do TSE. Ele tem 53 anos e chegou ao Supremo em dezembro de 2021, indicado por Bolsonaro.
O ministro tem doutorado em direito pela Universidade de Salamanca (Espanha). Foi servidor de carreira da advocacia pública federal entre os anos de 2000 e 2021. Ele também exerceu os cargos de advogado-geral da União e ministro da Justiça durante o governo Bolsonaro.
O Maranhão terá recursos do programa Brasil Contra o Crime Organizado e de medidas voltadas à segurança pública anunciadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, nesta semana, em Brasília.
O governador Carlos Brandão e gestores da segurança pública do Maranhão participaram do lançamento do programa que destina R$ 11 bilhões para a segurança e, principalmente, de combate ao crime organizado.
Com investimento direto de R$ 1,6 bilhão ainda este ano e previsão de uma linha de financiamento de R$ 10 bilhões por meio do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), via empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o programa prevê ações integradas para reduzir a capacidade operacional das facções criminosas em todo o território nacional.
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado prevê recursos distribuídos em quatro eixos:
Linha de Crédito
O Governo Federal está criando, também, uma linha de crédito específica para a segurança pública no valor de R$ 10 bilhões.
Carlos Brandão destacou os impactos financeiros positivos do programa para os estados. Segundo o governador, a nova linha de crédito permitirá ampliar investimentos em estrutura, tecnologia e reaparelhamento das forças de segurança.
“Isso vai facilitar que os estados façam seus investimentos. O presidente vai colocar R$ 1 bilhão à disposição e vai liberar cerca de R$ 10 bilhões, através do BNDES, para melhorar o sistema de segurança”, disse.
Ao apresentar o cenário do Maranhão, o governador ressaltou os investimentos já realizados pelo Governo do Estado nos últimos anos, incluindo a compra de mais de 900 viaturas, contratação de aproximadamente 1.500 profissionais da segurança pública, entre policiais militares, civis, delegados e escrivães, além de ações de reestruturação administrativa e valorização das forças policiais.
O delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros, avaliou que o programa chega em um momento estratégico para consolidar os avanços já realizados pelo Governo do Maranhão.
“Em alinhamento com as ações do Governo do Estado, que vem conseguindo reestruturar a parte predial, viaturas e parque tecnológico, esse programa vai, não apenas abrir linhas de financiamento para que esses investimentos continuem, como também, vai trazer um estudo detalhado sobre como atacar financeiramente e com efetividade as organizações criminosas”, observou.
O subsecretário de Estado da Segurança Pública, Ederson Martins, destacou que o programa fortalece a integração nacional no enfrentamento ao crime organizado.
“Mais um importante passo na segurança pública do Estado do Maranhão, através do governador Carlos Brandão, que aderiu ao programa. Vai nos ajudar muito, não só no aspecto financeiro, financiando o que a gente já faz no nosso estado, mas melhorar nosso aparato de inteligência e tecnológico, fortalecer nossas equipes de segurança — Polícia Civil, Militar e Perícia Oficial —, como vai ajudar com networking e troca de informação”, relatou.
Durante o lançamento, o presidente Lula ressaltou a necessidade de atuação conjunta entre os entes federativos. Segundo ele, o governo federal não pretende ocupar o espaço das forças estaduais, mas atuar em cooperação permanente. “O dado concreto é que se a gente não trabalhar junto, a gente não consegue vencer. E o crime organizado se aproveita da nossa divisão”, afirmou.
Programa Brasil Contra o Crime Organizado
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado prevê investimentos em tecnologia, inteligência e integração das forças de segurança, permitindo que estados e municípios acessem recursos para aquisição de viaturas, drones, sistemas de videomonitoramento, equipamentos de perícia, scanners corporais e outras estruturas voltadas ao combate às facções.
A iniciativa também fortalece as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), estabelece operações mensais integradas e prevê a implantação dos Comitês Integrados de Investigação Financeira e Recuperação de Ativos (CIFRAs).
Entre os principais eixos estão a asfixia financeira do crime organizado, o reforço da segurança prisional, a qualificação das investigações de homicídios e o enfrentamento ao tráfico de armas. O Governo Federal ainda pretende transformar 138 unidades prisionais em presídios com padrão de segurança máxima, ampliar o controle sobre lideranças criminosas e fortalecer as polícias científicas, os Institutos Médico-Legais (IMLs) e os sistemas nacionais de rastreamento e investigação de armamentos ilegais.
O programa de combate ao crime organizado será estruturado em quatro eixos estratégicos: