O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.
O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.
Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).
A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.
“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.
Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.
Mengão campeão carioca nos penaltis em cima do Flu
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.
Realização
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.
Realização
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
A NASA, a agencia governamental aeroespacial dos Estados Unidos da América (EUA), lança, nesta quarta-feira (1º), às 19h24 (horário de Brasília), a missão Artemis II com destino a Lua com quatro tripulantes.
Esta viagem à Lua tem a primeira mulher (Christina Koch), o primeiro negro (Victor Glover) e o primeiro estrangeiro, o canadense Jeremy Hansen. O quarto tripulante é Reid Wiseman.
A missão é um sobrevoo lunar de 10 dias para testar a espaçonave Orion com tripulação, sem pousar na superfície da Lua. Seguirá uma trajetória de “retorno livre”, sobrevoando o lado oculto da Lua antes de retornar à Terra.
É a última etapa de teste antes da missão Artemis III que deve pousar na Lua.
A missão Artemis II da NASA é o primeiro voo tripulado do programa Artemis rumo à vizinhança lunar, marcando o retorno de humanos ao espaço profundo após mais de 50 anos.
A jornada deve durar cerca de 10 dias. Os astronautas chegarão a uma distância de aproximadamente 7.600 km da superfície lunar, o ponto mais distante que humanos já visitaram no espaço.
O lançamento utiliza o Space Launch System (SLS), o foguete mais poderoso já construído pela NASA.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, na terça-feira (31), a lei que amplia, gradualmente, a licença-paternidade dos atuais 5 dias para até 20 dias.
O aumento do prazo será progressivo ao longo dos próximos anos para permitir a adaptação de empresas e das contas públicas.
A responsabilidade pelo pagamento do benefício (chamado, agora, de salário-paternidade) passa a ser da Previdência Social, e não mais diretamente das empresas.
Tem direito os pais biológicos, adotivos ou que obtenham a guarda judicial da criança.
Parte da licença poderá ser utilizada em até 180 dias após o nascimento ou adoção.
Em situações de falecimento da mãe, o pai terá direito a um período equivalente à licença-maternidade (120 dias).
A nova legislação também garante a estabilidade no emprego durante o período de afastamento e o recebimento do salário integral.
A votação final do projeto de lei (PL) que ampliou a Licença Paternidade de 5 para 20 dias no Congresso Nacional aconteceu no dia 4 de março deste ano.
A lei do salário-paternidade regulamenta um direito social previsto na Constituição de 1988, mas que permaneceu restrito desde então ao prazo transitório de cinco dias.
De acordo com a lei a licença-paternidade e o salário-paternidade, considerados isoladamente, terão a duração total de:
Licença-paternidade
De acordo com o projeto, a licença-paternidade será concedida ao empregado, sem prejuízo do emprego e do salário, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente.
O benefício será suspenso, cessado ou indeferido quando houver elementos concretos que indiquem a prática, pelo pai, de violência doméstica ou familiar ou de abandono material em relação à criança ou ao adolescente sob sua responsabilidade.
Salário-paternidade
O salário-paternidade para o segurado empregado ou o trabalhador avulso consistirá em renda mensal igual à sua remuneração integral, proporcional à duração do benefício.
Cabe à empresa pagar o salário-paternidade devido ao respectivo empregado, podendo obter reembolso, observado o limite máximo dos benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
As microempresas e pequenas empresas poderão receber reembolso do salário-paternidade pago aos empregados que lhes prestem serviço.
Em seu último compromisso antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira de futebol masculino derrotou a Croácia por 3 a 1 em partida amistosa disputada, na terça-feira (31), no Camping World Stadium, na cidade de Orlando, nos Estados Unidos da América (EUA).
Após uma derrota de 2 a 1 em amistoso contra a França, a Seleção Brasileira, comandada pelo técnico italiano Carlo Ancelotti, conquistou uma vitória importante.
O placar foi aberto aos 46 minutos do primeiro tempo, quando Matheus Cunha iniciou um contra-ataque com um lançamento longo para Vinicius Junior. O camisa 10 do Brasil avançou e driblou três adversários antes de cruzar para o meio da área, onde Danilo Santos chegou com grande liberdade para bater para o fundo do gol.
Aos 38 minutos do segundo tempo, a Croácia igualou o marcador. O meia Fruk recebeu na ponta direita e acertou lançamento longo para Majer, que, mesmo marcado de perto por Danilo Luiz e Marquinhos, bateu de primeira e fez o gol.
A festa dos croatas durou pouco. Aos 40 minutos Endrick foi derrubado dentro da área e o juiz assinalou pênalti. Igor Thiago cobrou com muita categoria e deslocou o goleiro croata Livakovic.
Aos 46 minutos saiu o terceiro gol. Em contra-ataque, Igor Thiago tocou para Endrick, que fez o gol.
Convocação final
A convocação final para a Copa do Mundo 2026 será anunciada no dia 18 de maio. O técnico Carlo Ancelotti apresentará a lista final de 26 jogadores que defenderão o Brasil na competição.
Após a convocação a seleção se apresentará no 25 de maio na Granja Comary.
Próximos amistosos do Brasil
O Brasil enfrenta o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
No dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção joga com o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, nos EUA.
Brasil na Copa
Na Copa do mundo, o Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília).
Na segunda rodada, o Brasil encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.
Copa do Mundo 2026
A próxima copa do mundo terá 48 seleções e será realizada de 11 de junho a 19 de julho, em 16 cidades de três países que ficam da América do Norte: México, Estados Unidos da América (EUA) e Canadá.
Será a maior copa do mundo, com 104 jogos.