Destaques
26/07/2002 - Leno Castro

Encontro nacional em São Luís debate o combate ao furto e roubo de cargas

Representantes das Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal participam, nesta quarta (25) e sexta-feira (26), em São Luís (MA), do II Encontro Técnico da Rede Nacional de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Cargas (REDECARGA).

A solenidade de abertura é às 9h, no auditório da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), no bairro Vila Palmeira. As reuniões técnicas serão no auditório do Hotel Brisa Mar, na Ponta d’Areia.

A REDECARGA é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública voltada ao enfrentamento qualificado de crimes que impactam diretamente a logística, a economia e a segurança pública no Brasil. A rede atua promovendo a articulação entre as forças de segurança, com foco na repressão ao roubo e furto de cargas.

O encontro, em São Luís, é realizado por meio de parceria entre a REDECARGA e SSP-MA. Reúne autoridades nacionais com o objetivo de fortalecer o combate às organizações criminosas, por meio da integração entre unidades especializadas.

Durante o encontro, os participantes discutirão estratégias de repressão qualificada para o desmantelamento de estruturas criminosas, com apoio de diferentes órgãos de segurança pública. As atividades incluem reuniões de alinhamento, operações integradas, capacitações, treinamentos, intercâmbio de boas práticas e a definição de protocolos de atuação conjunta.

A programação do evento inclui palestras e oficinas voltadas ao enfrentamento ao crime organizado. Entre os temas abordados estão o Uso da Inteligência nas Operações, o Gerenciamento de Risco no Transporte de Cargas, o Roubo de Cargas em Rodovias Federais e a Análise dos desafios que as forças de segurança deverão enfrentar nos próximos anos.

 

LEIA MAIS
26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA.

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

LEIA MAIS
26/07/2002 - Leno Castro

Regiane Araújo lança primeiro single do seu projeto autoral Equatoriana

A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.

O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.

Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).

A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.

“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.

Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.

LEIA MAIS
26/07/2002 - Cleyanne Teixeira

Flamengo Campeão

 

 

 

Mengão campeão carioca nos penaltis em cima do Flu

LEIA MAIS
26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

LEIA MAIS
25/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

LEIA MAIS
24/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

LEIA MAIS
VEJA TAMBÉM

Companhia aérea amplia voos entre São Luís e Imperatriz para atender à demanda turística durante o São João da Thay

A empresa Azul Linhas Aéreas anunciou nessa quarta-feira (29) que vai aumentar a frequência de voos entre São Luís (MA) e Imperatriz (MA) nos dias 5 e 6 de junho, para facilitar o acesso de turistas ao São João da Thay 2026. O evento junino é idealizado pela influenciadora digital maranhense Thaynara OG, que este ano será realizado pela primeira vez em solo imperatrizense, no sul do Maranhão.

Para atender ao alto fluxo turístico esperado para o evento, a Azul oferecerá voos extras nas duas datas, saindo de São Luís na sexta-feira e no sábado, dias 5 e 6, às 12h10. A operação será feita com aeronaves Airbus A320, com capacidade para 174 clientes. No sentido inverso, as decolagens de Imperatriz estão programadas para os mesmos dias, às 14h.

Marcada para o dia 6 de junho, a edição 2026 do São João da Thay conta com a parceria do Governo do Estado do Maranhão e terá atrações de peso em seu line-up, incluindo shows gratuitos de Gustavo Mioto, Ana Castela, Péricles, Wellington Tigrão e Bárbara D’Lux, além da apresentação de quadrilhas locais.

Sucesso de público em suas últimas edições, o São João da Thay em Imperatriz promete aquecer o setor turístico no sul do Maranhão e movimentar a economia em destinos do Polo Turístico das Chapadas das Mesas, como as cidades de Carolina e Riachão.

“Ficamos muito felizes com o anúncio da ampliação de voos para recepcionar o público que vai prestigiar o São João da Thay. Com a chegada do evento a Imperatriz, esperamos um impacto positivo na movimentação de visitantes na região. Essa é uma ótima oportunidade para explorarmos ainda mais o potencial turístico das cachoeiras e paisagens encantadoras das Chapadas das Mesas”, celebrou a secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo.

Desenvolvimento do turismo regional

Atualmente, a Azul Linhas Aéreas opera no Maranhão com cerca de 480 voos mensais no estado. Ao todo, são cinco destinos atendidos a partir da capital São Luís, garantindo conectividade estratégica para passageiros que viajam a lazer ou a negócios.

De acordo com Beatriz Barbi, gerente sênior de Planejamento e Malha da Azul, a iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento regional e a valorização de tradições culturais brasileiras.

“O São João é uma das manifestações culturais mais importantes do Nordeste, consolidando-se como um evento de grande relevância, que movimenta o turismo e a economia local. Ampliar nossa operação nesse período é uma forma de conectar ainda mais pessoas a essa celebração tão especial.”

 

Detran-MA disponibiliza Transferência de Propriedade de Veículo Digital para Pessoa Jurídica

O Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) está disponibilizando a Transferência de Propriedade de Veículo, de forma totalmente digital, também para pessoas jurídicas.

A iniciativa contempla empresas de qualquer natureza jurídica, exceto quando o comprador ou o vendedor estiverem enquadrados como autarquias e fundações públicas, consórcios, entidades sem personalidade societária típica, associações, representações de classe, entidades sem fins lucrativos e sociedades anônimas.

O serviço contribui para a redução de filas e do tempo de espera, promovendo mais eficiência e comodidade no atendimento. A medida faz parte do processo de modernização dos serviços do órgão, ampliando o acesso digital para diferentes perfis de usuários.

 

Cadastro Empresarial Unificado

Para realizar a transferência de propriedade de veículo digital, sendo o comprador ou o vendedor pessoa jurídica, é necessário, inicialmente, efetuar o Cadastro Empresarial Unificado (CEU). O procedimento deve ser realizado no site Emplacamento Digital

onde o usuário deve acessar com CPF, validar o captcha e realizar o reconhecimento facial.

Na plataforma, o usuário deve acessar a opção “Cadastro Empresarial Unificado” e inserir os mesmos dados utilizados no Emplacamento Digital, além de realizar uma nova validação facial.

Em seguida, deve criar um cadastro, inserindo as informações necessárias e anexando a frente e o verso do documento de identificação com foto. Na página do CEU, caso já haja cadastro, o usuário poderá visualizar as empresas às quais está vinculado, para alteração ou inclusão de dados.

Caso contrário, deverá clicar em “Cadastrar Nova Empresa”. Ao inserir o CNPJ, o sistema irá preencher automaticamente os dados da empresa e dos sócios, se houver, sendo necessário complementar as informações e anexar documentos.

Além disso, o usuário deve inserir o contrato social atualizado. Caso a empresa possua representante legal constituído por procuração, ele poderá ser cadastrado por meio de procuração pública desmaterializada, desde que registrada na Central Notarial de Autenticação Digital (CENAD), ou por procuração digital (e-Notariado). Caso contrário, não é necessário preencher esta etapa.

Após o envio, o cadastro será submetido à análise e, quando aprovado, permitirá a realização de processos vinculados à empresa.

 

Como funciona o processo de transferência de veículo digital

Com a conclusão do cadastro no CEU, o usuário deve retornar ao sistema do Emplacamento Digital para iniciar o processo de transferência de propriedade de veículo, que começa com a realização da vistoria veicular. Após a aprovação da vistoria, o vendedor deve iniciar a transferência na plataforma, escanear o QR Code do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo Eletrônico (CRLV-e), cadastrar o veículo e inserir os dados do comprador para geração e pagamento do boleto da intenção de venda.

Em seguida, o vendedor deve assinar digitalmente o documento. Nessa etapa, o sistema envia automaticamente a Autorização de Transferência de Propriedade de Veículo Digital (ATPV-e) ao Detran-MA.

O comprador, por sua vez, também deve acessar o sistema, validar seus dados, selecionar o veículo e realizar a assinatura digital para dar continuidade ao processo. Caso haja necessidade de troca de placa, deverá escolher uma estampadora e realizar o pagamento das taxas.

O pagamento pode ser feito via Pix ou boleto bancário. Após essa etapa, o processo passa por auditoria automática e, ao concluir todas as fases, o CRLV-e será disponibilizado para consulta e download no próprio sistema.

 

Atendimento presencial

Alguns casos específicos para pessoas jurídicas exigem atendimento presencial. Entre eles, estão os veículos em que o comprador ou o vendedor estejam enquadrados como autarquias e fundações públicas, consórcios, entidades sem personalidade societária típica, associações, representações de classe, entidades sem fins lucrativos e sociedades anônimas, exceto concessionárias e revendedoras de veículos.

Para saber mais informações sobre os veículos não contemplados, consulte a Portaria nº 779 do Detran-MA, de 13 de agosto de 2024, alterada pela Portaria nº 242, de 27 de março de 2026.

 

Expedição monitora Parcel de Manuel Luís

Uma expedição fez um trabalho de monitoramento da biodiversidade no Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luís, uma das mais importantes unidades de conservação do Maranhão.

Realizada nesta semana, a expedição avaliou as condições ambientais da área com o objetivo de registrar espécies essenciais para o equilíbrio do ecossistema marinho.

A iniciativa é do Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema).

O Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luís é uma unidade de conservação que reúne um complexo de recifes de coral com rica biodiversidade.

Está localizada no Oceano Atlântico, a 45 milhas náuticas da costa do Maranhão e a cerca de 100 milhas náuticas de São Luís. Formalmente vincula-se ao município de Cururupu.

 

Planos de manejo

O monitoramento integra a implementação de duas atividades da Sema: o Plano de Manejo do Parque e do Plano de Manejo de Espécies e Habitats da UC.

As ações têm como foco reforçar as ações de proteção da biodiversidade marinha no estado.

Os dois planos podem ser acessados neste link da Sema.

 

Expedição

A expedição foi coordenada pela Superintendência de Biodiversidade e Áreas Protegidas da Sema.

Teve a participação de mergulhadores especialistas do Maranhão, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte.

Foi realizada em parceria do Projeto GEF-Mar, que apoia a conservação da biodiversidade marinha e costeira no Brasil.

Para a pesquisadora e ecóloga da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natália Roos, o monitoramento é necessário por conta de ações antrópicas e naturais que alteram a dinâmica da unidade de conservação.

“Um fenômeno global de aquecimento vem ocorrendo, as mudanças climáticas e ações humanas como a sobrepesca exigem cada vez mais ações como esta, no sentido de observamos os efeitos das alterações e de como o ambiente está reagindo diante dessas modificações”, explicou.

 

Identificação de espécies

Durante a expedição, foram identificadas espécies de peixes recifais como barracudas (Sphyraena barracuda), parus (Pomacanthus paru), meros (Epinephelus itajara), badejos, (Mycteroperca bonaci), dentões (Lutjanus jocu) e budiões (Sparisoma radians).

Também foram observados o coral-estrela (Siderastrea stellata), coral-esmeralda (Scolymia wellsi), coral-casca-de-jaca (Mostastraea cavernosa) e esponjas de grande relevância ecológica tal como a esponja-amarela (Aplysina sp), muitos deles ameaçados de extinção.

Um ponto de destaque da expedição foi o registro do peixe-leão (Pterois volitans), espécie exótica invasora que representa risco à biodiversidade local. Os indivíduos avistados foram capturados e o material coletado será analisado em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (Uema), contribuindo para o monitoramento e controle da espécie na região.

O pesquisador e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense, César Cordeiro, ressaltou as peculiaridades inerentes ao local. “Observamos no Parcel um ambiente ímpar, de rara biodiversidade e onde as limitações de distância da costa, janela climática para a expedição e condições de maré tornam as atividades bastante desafiadoras, encontramos diversas espécies de peixes e de corais, inclusive alguns vistos somente nessa região”.

Os registros contribuem para o acompanhamento da saúde dos recifes e para a definição de estratégias de conservação. Outras espécies observadas foram os peixes donzela-amarela (Stegastes variabilis), donzela-bicolor (Stegastes pictus) e guaiúba (Ocyurus chrysurus).

O biológo e analista ambiental da Sema, Dyego Sena, que também integrou a equipe, evidenciou as dificuldades e a necessidade de realização do trabalho. “É uma atividade que requer uma força-tarefa para ser consolidada dada a sua alta complexidade e que envolve um significativo número de colaboradores e a Sema, em obediência às políticas ambientais, reitera o seu papel como órgão regulador do meio ambiente no Maranhão realizando o monitoramento e tornando este um instrumento norteador das ações no Parcel no sentido da conservação e preservação da biodiversidade local”, ressaltou.

“A expedição confirma o valor desse ecossistema: foram registradas espécies de grande importância, algumas estão na lista de espécies ameaçadas e endêmicas; o registro desses organismos é fundamental para direcionar ações de conservação mais precisas, subsidiar medidas de proteção e fortalecer a gestão do ecossistema recifal com base em dados concretos”, reforçou a supervisora de Estudos e Projetos Aplicados à Conservação da Sema, Margareth Marques.