Destaques
26/07/2002 - Leno Castro

Regiane Araújo lança primeiro single do seu projeto autoral Equatoriana

A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.

O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.

Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).

A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.

“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.

Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.

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26/07/2002 - Cleyanne Teixeira

Flamengo Campeão

 

 

 

Mengão campeão carioca nos penaltis em cima do Flu

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26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

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25/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

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24/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

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Anvisa suspende comercialização de antibiotico

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de três lotes de medicamentos após a identificação de problemas de qualidade que podem representar risco aos pacientes.

A medida foi publicada, nesta semana, no Diário Oficial da União e atinge um lote do antibiótico Polycid, da União Química, um lote de fosfato de clindamicina, da Hypofarma, e um lote de soro fisiológico da Equiplex.

No caso do Polycid, a própria fabricante iniciou um recolhimento voluntário após identificar a presença de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola íntegro do medicamento.

Segundo a Anvisa, a medida atinge o lote 2519879 do produto, utilizado em aplicações injetáveis.

Já a suspensão do lote 24101854 do fosfato de clindamicina, antibiótico injetável da Hypofarma, ocorreu após a confirmação de desvios de qualidade, incluindo solução com coloração amarelada, presença de corpos estranhos e precipitados dentro de ampolas lacradas.

A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex, utilizada para administração intravenosa. A resolução não detalha a natureza do desvio identificado, informando apenas que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação.

Em todos os casos, a Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e uso dos lotes afetados e determinou seu recolhimento do mercado.

A reportagem procurou a a Hypofarma e a União Química.

A Hypofarma informa que a resolução “está sendo tratada em conformidade com os protocolos regulatórios aplicáveis e em alinhamento com a autoridade sanitária” e que “mantém colaboração integral com os órgãos competentes e segue adotando todas as medidas adequadas e cabíveis no âmbito de seus processos internos e regulatórios.”

A União Química afirma que “de forma preventiva, […] optou por iniciar o recolhimento voluntário do referido lote e destaca que nenhum outro relato de uso indevido deste lote e/ou evento adverso decorrente do medicamento foi notificado em nosso sistema de Farmacovigilância.”

 

Porto do Itaqui registra recorde histórico de soja e granéis sólidos em maio  

O Porto do Itaqui registrou recordes na movimentação de granéis sólidos e de soja e maio, segundo informou, nesta semana, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), órgão do Governo do Maranhão que administra o porto.

Em maio deste ano foram movimentadas 2,76 milhões de toneladas de granéis sólidos, o maior volume já registrado pelo Porto do Itaqui em um único mês. Deste total, a soja respondeu por 2,18 milhões de toneladas, estabelecendo um novo recorde para a commodity e superando a marca anterior de 2,15 milhões de toneladas.

A movimentação reflete a crescente importância do porto para o escoamento da produção da região do Matopiba, que reúne áreas dos estados de Tocantins, Maranhão, Bahia, Piaui e Maranhão e do Centro-Oeste brasileiro.

Em maio, os granéis sólidos representaram cerca de 71% de toda a carga movimentada, seguidos pelos granéis líquidos (24%) e pela carga geral (4,3%). No acumulado de 2026, o Porto do Itaqui já soma 13,37 milhões de toneladas movimentadas.

Para a presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Oquerlina Costa, os resultados são fruto de um trabalho contínuo de planejamento, investimentos e aprimoramento operacional.

A movimentação de grãos pelo Porto do Itaqui passou de 11,55 milhões de toneladas em 2021 para 20,14 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de aproximadamente 74% no período.

UEMA abre inscrições para vestibular com 1.470 vagas em cursos de graduação semipresenciais

A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) abriu inscrições para o Processo Seletivo Simplificado do Programa Especial EaD UEMA 2026.2.

São 1.470 vagas para cursos de graduação na modalidade semipresencial por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação (UemaNet), distribuídas em 49 polos de apoio presencial localizados em diversas regiões do estado.

As vagas são destinadas aos cursos superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia em Gastronomia e Tecnologia em Gestão Comercial, com ingresso previsto para o segundo semestre de 2026.

 

Como se inscrever

As inscrições podem ser feitas na plataforma sigconcursos.uema.br

com o preenchimento do formulário eletrônico, responder ao questionário socioeconômico, escolher o sistema de vagas desejado e anexar a documentação exigida pelo edital.

A inscrição será efetivada mediante o pagamento da taxa de R$ 60, por meio de boleto bancário gerado no sistema, dentro do prazo estipulado pela universidade.

 

Mais informações no site da UEMA

 

O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas será ofertado em 16 polos: Açailândia, Alto Parnaíba, Bacabal, Barra do Corda, Cantanhede, Codó, Colinas, Cururupu, Loreto, Parnarama, Penalva, Pio XII, Presidente Dutra, São Domingos do Maranhão, Santa Luzia e Zé Doca.

O curso de Gastronomia estará disponível em 11 polos: Axixá, Carolina, Guimarães, Pedreiras, Pinheiro, Porto Franco, Santo Amaro, São Luís, Timon, Tutóia e Viana.

Para Gestão Comercial, serão ofertadas vagas em 22 polos: Água Doce do Maranhão, Araioses, Barreirinhas, Buriticupu, Caxias, Centro Novo do Maranhão, Coelho Neto, Coroatá, Dom Pedro, Feira Nova do Maranhão, Fortuna, Itapecuru-Mirim, Nina Rodrigues, Paulo Ramos, Presidente Sarney, Santa Inês, São Bento, São Domingos do Azeitão, São João dos Patos, São Raimundo das Mangabeiras, Sucupira do Norte e Tasso Fragoso.