Reportagem: Rodrigo Freitas /Agência RádioWeb
17/12/2021
Reportagem : Igor Pereira /Agência RádioWeb
17/12/2021
Reportagem: Allan Barbosa / Agência RádioWeb
17/12/2021
Reportagem :Carolina Prazeres /Agência RádioWeb
17/12/2021
Reportagem: Leno Falk / Agência RádioWeb
17/12/2021
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Repórter: Leandro Martins
16/12/2021
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Repórter: Carolina Cassola
16/12/2021
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Repórter: Alexandra Fiori
16/12/2021
A grande cerimônia de encerramento do Festival de Música Timbira 80 anos – Prêmio Cristóvão Alô Brasil, será dia 18 deste mês, na Concha Acústica Reynaldo Faray, Lagoa da Jansen. O prêmio é um marco da música maranhense e vai premiar canções de nomes locais. A lista de selecionados está definida e entre os compositores, nomes como Célia Leite, Joãozinho Ribeiro, Chico Nô e Lena Garcia. O evento celebra oito décadas de fundação da rádio, a mais antiga do Maranhão em atividade.
“Estamos muito felizes com a receptividade do Festival junto ao segmento cultural e ao público. A grande final será o coroamento de todo processo de valorização da nossa cultura pela Rádio Timbira. Temos músicas de elevada qualidade, ótimos compositores e intérpretes, além de atrações, como Flávia Bittencourt e Fauzi Beydoun, dois dos expoentes da cena musical do nosso estado, que farão pocket shows na Concha Acústica da Lagoa”, avaliou Paz.
O objetivo do festival é estimular a produção e difusão da música produzida por artistas maranhenses. Foram escolhidas 12 músicas para a grande final. A seleção contou com uma comissão julgadora formada por jornalistas e radialistas que possuem larga experiência na área musical e atuação em veículos de comunicação e programas voltados ao tema.
O coordenador geral do evento, Josias Sobrinho, pontuou a expectativa para a cerimônia de premiação. “A expectativa para a final é de que teremos uma festa popular com as cores da criatividade musical que nos caracteriza. E ainda, reforçada pela apresentação de três grandes nomes da canção brasileira maranhense, que são o Gildomar Marinho, Flavia Bittencourt e Fauzi Beydoun”, frisou.
O Festival de Música Timbira 80 anos – Prêmio Cristóvão Alô Brasil recebeu, aproximadamente, 200 inscrições dos mais variados gêneros musicais. Todas as músicas selecionadas serão executadas no site do festival, na programação da rádio e pelo YouTube.
O evento é uma realização do Governo do Maranhão, por meio da Rádio Timbira e Secretaria de Estado da Cultura, e da Associação Cultural da Música do Maranhão, e apoio do Grupo Mateus, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
Premiação
Na cerimônia de premiação, serão seis músicas escolhidas com entrega de prêmios de mais de R$ 30 mil em dinheiro. A festa de encerramento contará com apresentação das 12 finalistas, além de shows de Gildomar Marinho, Flávia Bittencourt e Fauzi Beydoun.
As músicas finalistas são: Ave Avessa, de Felipe Costa Cruz e Lara Moura com interpretação de Lara Moura; Bem Que Vim, de Erasmo Dibell, com interpretação de Quésia e Raquel; Eh Saudade, de Celia Leite e Carlos Berg, com interpretação de Celia Leite e Carlos Berg; Ela é Quilombola, de Well Matos.
Figuram ainda na lista as canções: Essa Moça, de Lena Garcia; Girassóis, de Chico Nô, com ele e Jorge Henrique; Ilha Grande, de Tiago Fernandes e Samarone Jr; Melanina, de Nato Silva; Mestre Antonio Vieira, de Carlos Cuíca; Meu Dom, Benedito Nunes, Andréa Frazão e Beto Silva, interpretada por Andréa Frazão; Minha Voz, de Quirino e Joãozinho Ribeiro, por Quirino; e Nas Águas do Maranhão, de Zé Paulo Marchinhas.
Marcando oito décadas de atividades da Timbira, a mais antiga emissora de rádio do Maranhão, será realizada a festa de encerramento do Festival de Música Timbira 80 anos – Prêmio Cristóvão Alô Brasil. O evento será dia 18, na Concha Acústica Reinaldo Faray, Lagoa da Jansen.
O festival, que recebeu cerca de 200 inscrições dos mais variados gêneros musicais, tem como objetivo estimular a produção e difusão da música produzida pelos artistas maranhenses. Foram escolhidas doze composições para a grande final, destas, seis dividirão prêmios de 30 mil em dinheiro. O encerramento contará com apresentação das doze finalistas, shows de Gildomar Marinho, Flávia Bittencourt e Fauzi Beydoun.
O Festival de Música Timbira 80 anos – Prêmio Cristóvão Alô Brasil é realizado pelo Governo do Maranhão, por meio da Rádio Timbira e Secretaria de Estado da Cultura, e da Associação Cultural da Música do Maranhão, e apoio do Grupo Mateus, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Em entrevista, o coordenador do evento, músico e compositor Josias Sobrinho falou sobre a condução do festival e seu significado para a música popular maranhense. Sobre a festa, ele frisou que “será um momento de arte, cultura, paz e harmonia”.
1– Como nasceu a ideia do festival de música?
O festival nasceu por ocasião do aniversário de 80 anos de nossa primeira emissora de rádio, a Timbira. E na tentativa de comemorarmos esse marco, destacando um traço muito importante de nossa construção cultural, nossa música, uma vez que a Timbira sempre esteve ao lado das questões que interessam à sociedade maranhense.
2– Sua avaliação sobre a receptividade da classe artística ao evento
O festival teve uma boa acolhida pela comunidade artística pois, apesar do prazo de inscrição não ter sido longo, tivemos quase duzentas inscrições. Creio que, devido ao fato de que existe uma produção de novas músicas, novos compositores e intérpretes, assim como pelo momento que atravessamos, em que as pessoas sentem uma grande necessidade de se comunicarem coletivamente, houve essa grande adesão ao evento.
3– Qual o legado o evento deixa para a música maranhense
Serão muitos sem dúvida. Em primeiro lugar, teremos 12 canções novas, incorporadas ao cancioneiro popular, avaliadas por um grupo de pessoas diretamente envolvidas com a produção, a divulgação e afirmação da força da linguagem musical, como expressão do tecido social. Paralelamente, pela presença nesse elenco de nomes novos e consagrados da cena musical, pela grande capilaridade dentro da cadeia produtiva da música, pela possibilidade de trabalho e renda que abre para um grande leque de profissionais e trabalhadores da Cultura. É uma janela para os artistas da música maranhense. O festival tem ainda uma importante dimensão de cidadania, pela responsabilidade social que ele incorpora em sua ação, arrecadando alimentos para pessoas em risco social, um viés importante do festival.
4– Como estão os preparativos para a cerimônia de encerramento
Estamos a caminho da reta final, tomando todas providências para que se tenha ali um momento de arte, cultura, paz e harmonia.
5– O que o público pode esperar dessa festa de encerramento
O público vai prestigiar um grande espetáculo da música maranhense. Serão quatro grandes momentos, começando com o show de abertura do cantor e compositor Gildomar Marinho, seguido da apresentação das 12 concorrentes e da apuração dos votos da cada canção apresentada. O show de Flávia Bittencourt também é um momento bastante destacado da programação final, além da divulgação dos resultados e premiação das três primeiras colocadas. Serão premiadas a melhor letra, o melhor interprete e a melhor música, com escolha pelo voto popular. E, encerrando a grande noite, o show de Fauzy Beydoun. Será um momento de arte, cultura, paz e harmonia.
A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.
O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.
Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).
A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.
“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.
Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.
A vacinação contra a gripe influenza já começou em São Luís, onde a população pode procurar os pontos disponíveis da rede municipal de saúde.
Nas demais regiões do Maranhão, a campanha de vacinação tem início, neste sábado (28), o Dia D de Vacinação definido pelo Ministério da Saúde.
Vacina, disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde, está disponível nas unidades de saúde Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h. Há, também, atendimento em um ponto fixo no São Luís Shopping, que funciona de segunda a sábado, das 10h às 16h.
Vacina no Maranhão
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), neste sábado (28) e domingo (29), equipes de vacinação estarão mobilizadas no Shopping da Ilha. Nos demais municípios, a imunização será ofertada nas UBSs e em pontos estratégicos, conforme a realidade local.
Segundo a SES, a meta da campanha é atingir 90% de cobertura vacinal entre os grupos prioritários.
A SES está realizando o monitoramento dos casos de síndrome gripal e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Maranhão. O trabalho inclui a investigação dos vírus respiratórios em circulação e o apoio aos municípios para o atendimento adequado e oportuno dos casos.
Quem pode se vacinar
A campanha de vacinação contra influenza 2026 no Maranhão é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão:
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto)
Idosos a partir de 60 anos
Povos indígenas e quilombolas
Professores
Trabalhadores da saúde
Forças de segurança e salvamento
Forças armadas
Caminhoneiros
Trabalhadores portuários
Trabalhadores dos Correios
Trabalhadores do transporte coletivo
Pessoas com deficiência permanente
Pessoas com comorbidades
Pessoas em situação de rua
População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional
O Governo do Maranhão inaugura a 2° etapa da Avenida Metropolitana, em solenidade, neste sábado (28), às 9h, no Parque Independência, com a participação do governador Carlos Brandão. O evento será na Av. José Sarney, s/n (bairro São Raimundo, próximo à Academia de Polícia Civil do Maranhão).
A Av. Metropolitana amplia a capacidade de circulação, melhora a fluidez do trânsito e cria alternativas de deslocamento para a população de São Luís e municípios da Grande Ilha.
A segunda etapa da obra possui 4,36 km de extensão e conecta o Conjunto São Raimundo ao retorno da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), formando um importante eixo de integração urbana.
O novo corredor eleva a qualidade da mobilidade urbana de moradores de 28 bairros de municípios da Grande Ilha, desafogando vias já saturadas.
Av. Metropolitana
A Avenida Metropolitana é um projeto de mobilidade urbana do Governo do Maranhão que visa interligar os quatro municípios da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa).
Com uma extensão total prevista de 10,8 quilômetros, a obra foi dividida em quatro etapas estratégicas.
Foi projetada com seis pistas de rolamento, ciclovia, calçadas acessíveis, canteiro central estruturado e iluminação pública moderna, garantindo mais segurança e eficiência para motoristas, pedestres e ciclistas.
Com infraestrutura moderna e planejamento estratégico, a Avenida Metropolitana passa a figurar entre os principais investimentos em mobilidade urbana da capital maranhense.
Etapas da Obra