BLOCO 1
BLOCO 2
07/01/2022
BLOCO 1
BLOCO 2
06/01/2022
BLOCO 1
BLOCO 2
04/01/2022
BLOCO 1
BLOCO 2
30/12/2021
BLOCO 1
BLOCO 2
29/12/2021
BLOCO 1
BLOCO 2
28/12/2021
BLOCO 1
BLOCO 2
27/12/2021
BLOCO 1
BLOCO 2
BLOCO 1
BLOCO 2
BLOCO 1
BLOCO 2
14/12/2021
Os preços da conta de energia e da gasolina mediram força em janeiro e fizeram a inflação oficial do mês de janeiro fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro.
Com o resultado, a inflação oficial – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – acumula 4,44% em 12 meses, dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo federal.
A gasolina exerceu a maior pressão de alta, respondendo por 0,10 ponto percentual (p.p.) do índice, enquanto a conta de luz mais barata representou -0,11 p.p.
Os dados foram divulgados, nesta terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.
A meta
A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde novembro passado, o IPCA está dentro do limite de tolerância.
Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.
Instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, estimam que o IPCA deve terminar o ano em 3,97%.
O índice
O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todo, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).
Influências
Dos nove grupos de produtos e serviços, dois apresentaram recuo no mês. Confira os resultados e impactos no índice.
Combustíveis
O grupo transportes foi o de maior impacto, influenciado pelos combustíveis, que subiram 2,14% no mês em média. A gasolina individualmente foi o preço que mais pressionou para cima a inflação, com alta de 2,06%.
A explicação está no aumento do reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a valer na virada do ano. O tributo é estadual, mas foi reajustado em todo o país.
O IBGE também apurou elevação no etanol (3,44%), óleo diesel (0,52%) e gás veicular (0,20%).
No fim de janeiro, a Petrobras anunciou redução de 5,2% no preço da gasolina.
Para o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, “é preciso aguardar para ver como esse impacto chegará ao consumidor”.
Ainda no grupo transportes, o ônibus urbano subiu 5,14% em média. Os pesquisadores calcularam reajustes de tarifas em seis capitais: Fortaleza (20%), São Paulo (6%), Rio de Janeiro (6,38%), Salvador (5,36%), Belo Horizonte (8,70%) e Vitória (4,16%). O IPCA é um índice nacional, mas comportamentos de preço locais exercem influências na média do país.
No sentido contrário, transportes por aplicativo (-17,23%) e passagem aérea (-8,9%) tiveram queda de preços.
Alívio na conta de luz
No grupo habitação, a energia elétrica residencial ficou 2,73% mais barata, representando impacto de -0,11 ponto percentual (p.p), ou seja, foi o que mais puxou o IPCA para baixo.
A explicação para a conta de luz mais barata está na bandeira tarifária. Enquanto em dezembro era a amarela, em janeiro vigorou a verde, que não impõe cobrança adicional na fatura. Já na amarela, havia adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos.
Alimentos
O grupo alimentação, maior peso na cesta de consumo das famílias brasileiras, representando pouco mais de um quinto (21,42%) do orçamento familiar, subiu 0,23% em janeiro. Foi o menor resultado desde 2006 (0,11% na época). Em dezembro de 2025, o grupo tinha subido 0,27%, ou seja, os números apontam que houve desaceleração.
A alimentação no domicílio ficou em 0,10%. Puxaram os preços para baixo:
– Leite longa vida (-5,59%)
– Ovo de galinha (-4,48%)
Gonçalves explicou que a redução do leite é causada pelo aumento de produção e estoques, que incluem também leite importado.
No lado das altas, eis os destaques
– Tomate (20,52%)
– Carnes (0,84%), principalmente o contrafilé (1,86%) e a alcatra (1,61%)
De acordo com o gerente da pesquisa fatores como condições climáticas e a trajetória de queda do dólar, que torna commodities mais em conta (produtos primários negociados em grande quantidade no mercado internacional) contribuíram para o controle dos preços dos alimentos.
A alimentação fora do domicílio ficou em 0,55%, tendo a refeição subido 0,66% em janeiro, e o lanche, 0,27%.
Espalhamento
O índice de difusão, que mostra o quanto a inflação está espalhada, foi de 64%. Em dezembro havia atingido 60%. O IBGE colhe o preço de 377 produtos e serviços, os chamados subitens.
O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia, e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combustíveis.
O grupo de serviços ficou em 0,10% em janeiro, a menor desde junho de 2024 (-0.04% na época). Em 12 meses, acumula 5,29%.
“Pode ser pressões de demanda e fatores de custo”, analisa Gonçalves, citando período de férias e aumento de salário mínimo como fatores que podem ter pressionado a demanda em janeiro.
Os preços monitorados subiram 0,53%, chegando a 7,48% em 12 meses, o maior desde fevereiro de 2024 (8,6%). Os principais impactos foram gasolina, ônibus e taxas de esgoto.
A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
O ano de 2026 começou com marcos históricos para a logística do Maranhão. O Porto do Itaqui registrou, no primeiro mês do ano, a movimentação de 2.089.908 toneladas de cargas, estabelecendo o melhor janeiro de toda a sua história.
O volume superou o antigo recorde para o mês, que permanecia desde 2015, e representou um crescimento expressivo de 44,1% em comparação ao mesmo período do ano passado, além de ficar 42,4% acima da meta planejada pela gestão para o início deste ano.
O resultado foi impulsionado pela força do agronegócio e pelo dinamismo do setor de combustíveis.
Para a presidente do Porto do Itaqui, Oquerlina Costa, os números de janeiro sinalizam um ano promissor “Começar 2026 quebrando um recorde histórico de mais de uma década é a prova de que estamos no caminho certo”.
Mesmo com a alta demanda, o porto superou suas metas de produtividade nas principais operações. Na movimentação de granéis sólidos mecanizados, por exemplo, a média atingiu 979 toneladas por hora, superando amplamente a meta técnica estipulada.
Da mesma forma, a operação de granéis líquidos operou com alta performance, alcançando 873 toneladas por hora. No detalhamento das cargas, o setor de Granéis Líquidos foi um dos grandes motores desse crescimento, superando o planejado em 53%. O destaque ficou para a movimentação de derivados de petróleo e operações complexas de entreposto, que totalizaram mais de 523 mil toneladas, incluindo a realização de 11 operações do tipo Ship-to-Ship.
Paralelamente, o agronegócio mostrou sua força mesmo no período de entressafra. A movimentação de Granéis Sólidos ficou 48% acima da meta. O escoamento de milho e soja, esta última com volume muito superior ao previsto inicialmente somou-se à importação de fertilizantes, essencial para a produtividade da próxima safra brasileira, consolidando o porto como um elo vital para a cadeia produtiva nacional.
Grupos de Carnaval vão recepcionar os visitantes que chegam ao Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís, nesta quinta (12) e sexta-feira (13), para passar o Carnaval do Maranhão. A promoção é da Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA).
O receptivo, no saguão do Aeroporto, acontece na ala de desembarque. A iniciativa proporciona aos turistas um primeiro contato com as manifestações culturais do Maranhão e antecipa o clima de Carnaval no estado.
Quinta-feira (12)
Na quinta-feira (12), pela manhã, o receptivo terá a presença do Bicho Terra e à tarde, o bloco tradicional Os Apaixonados.
A acolhida aos visitantes, pela manhã, ocorrerá nos desembarques dos voos de 10h45 a 11h10, e à tarde, de 14h05 a 14h25, com cada atração permanecendo em apresentação por uma hora, a partir do início da atividade.
Sexta-feira (13)
Na sexta-feira (13), pela manhã os receptivos serão com o grupo Lamparina e à tarde com o bloco tradicional Os Foliões. Acontecem às 10h45 a 11h10 e 14h05 a 14h25 com duração, também, de uma hora.