Fiquem em casa aprendendo
3/11/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta quarta-feira (03/11/2021)

BLOCO 1 

BLOCO 2 

03/11/2021

 

 

LEIA MAIS
20/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta quarta (20/10/2021)

BLOCO 1

BLOCO 2

20/10/2021

LEIA MAIS
19/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta terça (19/10/2021)

BLOCO 1 

BLOCO 2 

19/10/2021

LEIA MAIS
18/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta segunda – 18/10/2021

BLOCO 1

BLOCO 2

LEIA MAIS
15/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta sexta – 15/10/2021

BLOCO 1 

BLOCO 2

15/10/2021

LEIA MAIS
14/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta quinta – 14/10/2021

BLOCO 1

BLOCO 2 

14/10/2021

LEIA MAIS
8/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta sexta (08/10/2021)

BLOCO 1

BLOCO 2

08/10/2021

 

LEIA MAIS
7/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta quinta (07/10/2021)

BLOCO 1

BLOCO 2

07/10/2021

LEIA MAIS
6/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta quarta ( 06/10/2021)

BLOCO 1

BLOCO 2 

06/10/2021

 

LEIA MAIS
4/10/2021 - comunicacao

Acompanhe as aulas desta segunda (04/10/2021)

BLOCO 1

BLOCO 2

04/10/2021

LEIA MAIS
VEJA TAMBÉM

 

Timbira FM transmite MAC X Sampaio pelas semifinais do Campeonato Maranhense 2026

 

A Rádio Timbira FM 95,5 MHz transmite o segundo jogo entre o MAC X Sampaio pelas semifinais do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino 2026.

 

O jogo será nesta quarta-feira (11), no estádio Castelão, em São Luís, a partir das 19h30.

 

A transmissão da Timbira FM inicia às 19h e prossegue até às 22h.

 

É a reta final decisiva do campeonato, com os segundos jogos das semifinais, em São Luís, que definirão os dois finalistas do campeonato.

 

A equipe Timbira FM, também, acompanha o outro jogo das semifinais, entre Moto Club X IAPE, que se enfrentam, no estádio Nhozinho Santos, no mesmo horário, com reportagens de Daniel Amorim.

 

 

Nesta quarta-feira (11) tem, também, o play-off do rebaixamento entre o Tuntum X Imperatriz, às 15h30, no estádio no estádio Rafael Seabra (Tuntum).

 

Equipe da Timbira FM na transmissão deste jogo

– Narração: Roberto Ramos (no estádio)

– Comentários: Edivan Fonseca (no estádio)

– Reportagens: Natalhi Ribeiro e Noel Soares (no estádio)

– Plantão Esportivo: Felipe Barbosa (no estúdio)

– Coordenador de Esporte: Daniel Amorim

 

Semifinais

 

Primeiros jogos (sábado, dia 7, em São Luís)

Sampaio 0 X 3 MAC, às 16h, no estádio Castelão

IAPE 2 X 1 Moto Clube, às 16h, no estádio Nhozinho Santos

 

Segundos jogos (dia 11, uma quarta-feira, em São Luís)

MAC X Sampaio, às 19h30, no estádio Castelão

Moto X IAPE, às 19h30, no estádio Nhozinho Santos

 

 

Play-off do rebaixamento

Primeiro jogo (sábado, dia 7)

Imperatriz 2 X 2 Tuntum, às 19h30, no estádio Frei Epifânio (Imperatriz)

 

Segundo jogo (dia 11, uma quarta-feira)

Tuntum X Imperatriz, às 15h30, no estádio Rafael Seabra (Tuntum)

 

 

Com a acompanhar a cobertura da segunda rodada do Maranhense 2026

facebook.com/radio.timbira

instagram.com/radiotimbira

radios.com.br/play/14493

radiotimbira.ma.gov.br

x.com/radiotimbira

youtube.com/@TVTimbira

 

 

Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas

  • Rádio Universidade FM – São Luís/MA – Paulo Pellegrini (operação de Maira Nogueira)
  • Canal Brado TV – Nova Venécia/ES – João Paulo Verli
  • Canal Mão na Taça – Caxias do Sul/RS – Ronaldo Reis
  • Canal Planeta Esportivo – São Luís/MA – Gil Porto
  • Canal Rádio Mega WEB – São Gonçalo/RJ – Fabio de Mello
  • Central de Notícias Brasil (e mais de 150 rádios) – São Luís/MA – Humberto Fernandes/Kleuberth Costa
  • Rádio Açaí FM 87.9 – Imperatriz/MA – Regy Watts
  • Rádio Brasil Esportes WEB – São Luís/MA – Roberto Ramos
  • Rádio Canal Esporte WEB – Imperatriz/MA – Regy Watts
  • Rádio Celestial FM – Timon/MA – Jorge Simplício
  • Rádio Comunidade WEB – Imperatriz/MA – Mariano Neto
  • Rádio Esse WEB – São Luís/MA – Sólon Vieira
  • Rádio Maracu – Viana/MA – Tania Diniz
  • Rádio OK FM 93.7 – Caxias/MA – Valdir Rios
  • Rádio Princesa WEB – Pinheiro/MA – Alberto Ribeiro

 

 

 

Inflação oficial de janeiro fica em 0,33% e se mantém dentro da meta

Os preços da conta de energia e da gasolina mediram força em janeiro e fizeram a inflação oficial do mês de janeiro, no Brasil, fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro.

Com o resultado, a inflação oficial – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – acumula 4,44% em 12 meses, dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo federal.

A gasolina exerceu a maior pressão de alta, respondendo por 0,10 ponto percentual (p.p.) do índice, enquanto a conta de luz mais barata representou -0,11 p.p.

Os dados foram divulgados, nesta terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

 

São Luís

Em São Luís, segundo o IBGE,  a inflação subiu depois de 3 meses em queda. Ficou em 0,23%.

Os produtos da área de alimentos foram os que mais contribuíram para este aumento. O tomate, por exemplo, subiu 6,5%. Subiram, também os preços da banana, das carnes e de alguns serviços.

 

A meta

A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde novembro passado, o IPCA está dentro do limite de tolerância.

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

Instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, estimam que o IPCA deve terminar o ano em 3,97%.

 

O índice

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todo, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).

 

Influências

Dos nove grupos de produtos e serviços, dois apresentaram recuo no mês. Confira os resultados e impactos no índice.

  • Comunicação: 0,82% (0,04 p.p.);
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,70% (0,10 p.p.);
  • Transportes: 0,60% (0,12 p.p.);
  • Despesas pessoais: 0,41% (0,04 p.p.);
  • Alimentação e bebidas: 0,23% (0,05 p.p.);
  • Artigos de residência: 0,20% (0,01 p.p.);
  • Educação: 0,02% (0,00 p.p.);
  • Habitação: -0,11% (-0,02 p.p.);
  • Vestuário: -0,25% (-0,01 p.p.);

 

Combustíveis

O grupo transportes foi o de maior impacto, influenciado pelos combustíveis, que subiram 2,14% no mês em média. A gasolina individualmente foi o preço que mais pressionou para cima a inflação, com alta de 2,06%.

A explicação está no aumento do reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a valer na virada do ano. O tributo é estadual, mas foi reajustado em todo o país.

O IBGE também apurou elevação no etanol (3,44%), óleo diesel (0,52%) e gás veicular (0,20%).

No fim de janeiro, a Petrobras anunciou redução de 5,2% no preço da gasolina.

Para o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, “é preciso aguardar para ver como esse impacto chegará ao consumidor”.

Ainda no grupo transportes, o ônibus urbano subiu 5,14% em média. Os pesquisadores calcularam reajustes de tarifas em seis capitais: Fortaleza (20%), São Paulo (6%), Rio de Janeiro (6,38%), Salvador (5,36%), Belo Horizonte (8,70%) e Vitória (4,16%). O IPCA é um índice nacional, mas comportamentos de preço locais exercem influências na média do país.

No sentido contrário, transportes por aplicativo (-17,23%) e passagem aérea (-8,9%) tiveram queda de preços.

 

Alívio na conta de luz

No grupo habitação, a energia elétrica residencial ficou 2,73% mais barata, representando impacto de -0,11 ponto percentual (p.p), ou seja, foi o que mais puxou o IPCA para baixo.

A explicação para a conta de luz mais barata está na bandeira tarifária. Enquanto em dezembro era a amarela, em janeiro vigorou a verde, que não impõe cobrança adicional na fatura. Já na amarela, havia adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos.

 

Alimentos

O grupo alimentação, maior peso na cesta de consumo das famílias brasileiras, representando pouco mais de um quinto (21,42%) do orçamento familiar, subiu 0,23% em janeiro. Foi o menor resultado desde 2006 (0,11% na época). Em dezembro de 2025, o grupo tinha subido 0,27%, ou seja, os números apontam que houve desaceleração.

A alimentação no domicílio ficou em 0,10%. Puxaram os preços para baixo:

– Leite longa vida (-5,59%)

– Ovo de galinha (-4,48%)

Gonçalves explicou que a redução do leite é causada pelo aumento de produção e estoques, que incluem também leite importado.

No lado das altas, eis os destaques

– Tomate (20,52%)

– Carnes (0,84%), principalmente o contrafilé (1,86%) e a alcatra (1,61%)

De acordo com o gerente da pesquisa fatores como condições climáticas e a trajetória de queda do dólar, que torna commodities mais em conta (produtos primários negociados em grande quantidade no mercado internacional) contribuíram para o controle dos preços dos alimentos.

A alimentação fora do domicílio ficou em 0,55%, tendo a refeição subido 0,66% em janeiro, e o lanche, 0,27%.

 

Espalhamento

O índice de difusão, que mostra o quanto a inflação está espalhada, foi de 64%. Em dezembro havia atingido 60%. O IBGE colhe o preço de 377 produtos e serviços, os chamados subitens.

O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia, e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combustíveis.

O grupo de serviços ficou em 0,10% em janeiro, a menor desde junho de 2024 (-0.04% na época). Em 12 meses, acumula 5,29%.

“Pode ser pressões de demanda e fatores de custo”, analisa Gonçalves, citando período de férias e aumento de salário mínimo como fatores que podem ter pressionado a demanda em janeiro.

Os preços monitorados subiram 0,53%, chegando a 7,48% em 12 meses, o maior desde fevereiro de 2024 (8,6%). Os principais impactos foram gasolina, ônibus e taxas de esgoto.

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

 

Porto do Itaqui tem crescimento de 44% e recorde de movimentação

O ano de 2026 começou com marcos históricos para a logística do Maranhão. O Porto do Itaqui registrou, no primeiro mês do ano, a movimentação de 2.089.908 toneladas de cargas, estabelecendo o melhor janeiro de toda a sua história.

O volume superou o antigo recorde para o mês, que permanecia desde 2015, e representou um crescimento expressivo de 44,1% em comparação ao mesmo período do ano passado, além de ficar 42,4% acima da meta planejada pela gestão para o início deste ano.

O resultado foi impulsionado pela força do agronegócio e pelo dinamismo do setor de combustíveis.

Para a presidente do Porto do Itaqui, Oquerlina Costa, os números de janeiro sinalizam um ano promissor “Começar 2026 quebrando um recorde histórico de mais de uma década é a prova de que estamos no caminho certo”.

Mesmo com a alta demanda, o porto superou suas metas de produtividade nas principais operações. Na movimentação de granéis sólidos mecanizados, por exemplo, a média atingiu 979 toneladas por hora, superando amplamente a meta técnica estipulada.

Da mesma forma, a operação de granéis líquidos operou com alta performance, alcançando 873 toneladas por hora. No detalhamento das cargas, o setor de Granéis Líquidos foi um dos grandes motores desse crescimento, superando o planejado em 53%. O destaque ficou para a movimentação de derivados de petróleo e operações complexas de entreposto, que totalizaram mais de 523 mil toneladas, incluindo a realização de 11 operações do tipo Ship-to-Ship.

Paralelamente, o agronegócio mostrou sua força mesmo no período de entressafra. A movimentação de Granéis Sólidos ficou 48% acima da meta. O escoamento de milho e soja, esta última com volume muito superior ao previsto inicialmente somou-se à importação de fertilizantes, essencial para a produtividade da próxima safra brasileira, consolidando o porto como um elo vital para a cadeia produtiva nacional.