25/8/2021
24/8/2021
23/8/2021
Uma aposta de São Luís, feita na casa lotérica Vila Embratel, na área do Itaqui-Bacanga, acertou os 15 números do concurso 3011, da Lotofácil, sorteados na noite de quarta-feira (11), no Espaço da Sorte, em São Paulo.
O prêmio é de R$ 1.857.100,69.
A lotérica Vila Embratel fica na Av. dos Portugueses, 116, na entrada principal do bairro Vila Embratel.
Os números sorteados foram 01-02-03-04-05-06-10-11-12-14-15-17-19-25.
Houve 164 apostas com 14 acertos. Cada uma recebe um prêmio de R$ 2.374,34.
Confira a distribuição dos prêmios
15 acertos: 1 ganhador – R$ 1.857.100,69
14 acertos: 164 apostas – R$ 2.374,34
13 acertos: 6.280 apostas – R$ 35,00
12 acertos: 86.992 apostas – R$ 14,00
11 acertos: 512.133 apostas – R$ 7,00
(Foto/Capa/Divulgação): bairro da Vila Embratel, em São Luís
O Maranhão deu início, nesta semana, na Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão (MACMA), em São Luís, à ampliação da vacinação de bebês contra bronquiolite por meio da aplicação da vacina do nirsevimabe, anticorpo que garante proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), causador da bronquiolite.
O imunizante substitui o palivizumabe e já foi incorporado ao Calendário Nacional de Vacinação. É o segundo estado da federação a iniciar a aplicação da vacina.
A aplicação do anticorpo está sendo realizada em polos de administração pactuados e credenciados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) e pelos municípios maranhenses, distribuídos de forma descentralizada no estado.
O Maranhão recebeu, do Ministério da Saúde, 4.161 doses de nirsevimabe, das quais 1.668 estão sendo distribuídas às unidades habilitadas.
“O ideal é que esse anticorpo seja administrado ainda na maternidade, antes da alta médica, mas ele também pode ser encontrado em um dos 15 polos de administração existentes no estado”, afirmou a chefe do Departamento de Atenção às Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo.
O VSR é uma das principais causas de infecção do trato respiratório inferior em todo o mundo e representa risco elevado para bebês e crianças pequenas, sobretudo nos primeiros meses de vida, podendo evoluir para quadros graves de bronquiolite e óbito.
Em 2025, o Maranhão registrou 508 casos de infecção do trato respiratório inferior causados pelo VSR, dado que reforça a importância da incorporação do nirsevimabe ao SUS.
Vacinação no Grande Ilha
Na Grande Ilha, o nirsevimabe está disponível na MACMA, no Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), no Hospital Infantil Dr. Juvêncio Matos, no Hospital Universitário Materno-Infantil (HU-UFMA) e na Maternidade de Paço do Lumiar.
Interior do Maranhão
No interior do estado, o imunizante pode ser encontrado na Maternidade de Alto Risco de Imperatriz (MARI), no Hospital Municipal Carmosina Coutinho (Caxias), no Hospital Macrorregional Mamede Trovão (Coroatá), no Hospital Regional de Barreirinhas, no Hospital Regional Adélia Matos (Itapecuru-Mirim), no Hospital Regional Alarico Pacheco (Timon), no Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá, no Hospital Regional Tomás Martins (Santa Inês), no Hospital Regional de Balsas e na Maternidade Estadual Humberto Coutinho (Colinas).
Bebes prematuros
O nirsevimabe é destinado à bebês prematuros com idade gestacional até 36 semanas e seis dias, e crianças com idade inferior a 24 meses (até um ano, 11 meses e 29 dias) com comorbidades, portadoras de cardiopatias congênitas, doença pulmonar crônica (broncodisplasia), imunodeficiências graves (inatas ou adquiridas), fibrose cística, anomalias congênitas das vias aéreas, síndrome de Down e doenças neuromusculares.
A implementação ocorre de forma gradual, com doses definidas conforme o peso da criança. As famílias devem acompanhar o calendário local e apresentar relatório médico nas unidades de saúde, com o objetivo de reduzir internações por bronquiolite.
O SUS iniciou a transição do palivizumabe para o nirsevimabe na prevenção do vírus sincicial respiratório (VSR), como forma de reforçar a prevenção de casos de bronquiolite em bebês menores de um ano. A mudança ocorre entre 2025 e 2026 e altera o esquema de proteção, já que o palivizumabe exige aplicações mensais durante o período de circulação do vírus, enquanto o nirsevimabe é administrado em dose única, o que simplifica o esquema de proteção e fortalece as ações de prevenção das formas graves da doença no estado.
As crianças que começaram o uso do palivizumabe em 2025 devem concluir o esquema com o mesmo medicamento, ficando o nirsevimabe reservado para novos atendimentos. As orientações do Ministério da Saúde para 2026 indicam que não deve haver troca entre os dois medicamentos na mesma sazonalidade, que vai de janeiro a agosto.
O nirsevimabe passa a integrar a Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (RIE), conforme a Portaria GM/MS nº 6.623, de 14 de fevereiro de 2025.
O Banco do Brasil teve lucro líquido ajustado de R$ 20,685 bilhões em 2025, queda de 45,4% em relação ao ano anterior, segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (11) pela instituição.
As novas regras contábeis e aumento da inadimplência pressionaram o resultado.
De outubro a dezembro, o BB lucrou R$ 5,742 bilhões, recuo de 47,2% em relação ao último trimestre de 2024. Em relação ao terceiro trimestre, no entanto, o lucro subiu 51,7%.
Em nota, o BB destacou que a geração de receitas está aumentando, apesar das pressões provocadas pela inadimplência. Segundo o banco, as receitas financeiras com crédito a pessoas físicas e com o Programa Crédito do Trabalhador, que unifica a contratação de crédito consignado de trabalhadores de empresas privadas, têm ajudado o banco.
“Foram desembolsados R$ 13 bilhões no crédito do trabalhador, uma demonstração que reafirma nossa expectativa declarada de que iríamos crescer em linhas com melhor retorno ajustado ao risco”, ressaltou a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros.
Em janeiro do ano passado, entrou em vigor uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que alterou a contabilidade das instituições financeiras e interferiu no resultado. Aprovadas em 2021, as novas regras só entraram em vigor em 2025.
A resolução muda o modelo de provisões (reservas financeiras para cobrir possíveis calotes) para perda esperada, feita com base em estimativas. Isso afetou a maneira como algumas despesas e receitas são reconhecidas, fazendo com que o banco deixasse de reconhecer R$ 1 bilhão em receitas de crédito.
Inadimplência
O índice de inadimplência, que considera atrasos de mais de 90 dias, subiu de 3,16% em dezembro de 2024 para 5,17% no fim de 2025. O resultado é influenciado principalmente pelo agronegócio, segmento onde o banco lidera na concessão de crédito, e na linha de cartões de crédito.
A inadimplência da carteira de crédito do agronegócio encerrou o ano passado em 6,09%, aumento de 1,25 ponto percentual no último trimestre de 2025.
A inadimplência da carteira de pessoas físicas encerrou o período em 6,56%, elevação de 0,55 ponto percentual.
Crescimento do crédito
Mesmo com o aumento dos juros, o BB emprestou mais em 2025, puxado principalmente pelo crédito às pessoas físicas. A carteira de crédito ampliada encerrou o ano passado em R$ 1,296 trilhão, alta de 1,4% no último trimestre e de 2,5% no ano.
Na distribuição por segmentos de crédito, os resultados foram os seguintes:
Pessoa Física: R$ 356,96 bilhões no fim de dezembro, alta de 1,8% no trimestre e de 7,6% em um ano, com destaque para a nova modalidade de crédito consignado para CLT, destinado a trabalhadores da iniciativa privada, com R$ 14,3 bilhões emprestados.
Pessoa Jurídica: R$ 455,15 bilhões, alta de 0,5% no trimestre e de 0,6% em um ano. A carteira para grandes empresas totalizou R$ 260,4 bilhões, com alta de 4,3% em 12 meses, enquanto a carteira para micro, pequenas e médias empresas somou R$ 115,2 bilhões, recuo de 7,9% no ano passado.
Agronegócios: R$ 406,13 bilhões, alta de 1,8% no trimestre e de 2,1% em um ano. Nos seis meses do Plano Safra 2025/2026, o Banco do Brasil R$ 103,9 bilhões em crédito ao agronegócio, além de R$ 12,3 bilhões em linhas para a cadeia de valor do agro.
Carteira de Crédito Sustentável: R$ 415,1 bilhões, financiando atividades que geram impactos sociais e ambientais positivos, com alta de 7,3% em 12 meses. Essa carteira corresponde a 32% do crédito total do banco.
Receitas e despesas
As receitas de prestação de serviços somaram R$ 34,813 bilhões em 2025. O valor representa queda de 1,9% em relação ao ano passado.
Segundo o BB, a queda foi amenizada pelo crescimento nas receitas com linhas de administração de fundos (+13,5%), taxas de administração de consórcios (+19,3%) e rendas do mercado de capitais (+7,9%).
As despesas administrativas totalizaram R$ 34,813 bilhões em 2025, alta de 5,1% em relação a 2024. O BB justificou a elevação com base no reajuste salarial e nos investimentos em tecnologia e cybersegurança.
Projeções para 2026
O BB divulgou as projeções para 2026. Após a redução do lucro em 2025, o banco prevê a recuperação dos ganhos neste ano.
Os números são os seguintes:
Lucro líquido ajustado: R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões;
Crescimento da carteira de crédito: de 0,5% a 4,5%; com alta de 6% a 10% para pessoas físicas; queda de 2% a alta de 2% para o agronegócio; e queda de 3% a alta de 1% para empresas;
Receitas de prestação de serviços: crescimento de 2% a 6%;
Despesas administrativas: crescimento de 5% a 9%;
Custo do crédito (perdas esperadas com inadimplência e outros riscos): R$ 53 bilhões a R$ 58 bilhões;
“Conseguimos nos adaptar ao cenário com transparência e muita dedicação de nossos funcionários para que tenhamos um 2026 com retomada de patamares de rentabilidade do tamanho do BB. Nosso guidance mostra isso e nossos resultados indicam que estamos dando os sinais da inflexão, com lucro de R$ 5,7 bilhões, um crescimento de 51,7% na comparação com o trimestre anterior”, afirmou Tarciana Medeiros.