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Apresentação: Gisa Franco
Edição: Ronald Pimenta
Três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos afirmaram que se sentem tristes sempre ou na maioria das vezes na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta semana, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Uma proporção semelhante também revelou que já teve vontade de se machucar de propósito.
O IBGE entrevistou 118.099 adolescentes que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024. A amostra é considerada representativa do universo de estudantes do país.
O quadro preocupante sobre a saúde mental dessa população inclui ainda 42,9% dos alunos que responderam que se sentem “irritados, nervosos ou mal-humorados por qualquer coisa” e 18,5% que pensam sempre, ou na maioria das vezes, que “a vida não vale a pena ser vivida”.
Saúde mental e gênero
Em todos os indicadores, os resultados entre as meninas são mais alarmantes do que entre os meninos.
Onde buscar ajuda
Adolescentes e seus responsáveis ou quaisquer pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.
De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde.
Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento
– Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);
– UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;
– Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).
O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.
Desamparo
Apesar da gravidade dos números, menos da metade dos alunos frequentava uma escola que oferecia algum tipo de suporte psicológico, proporção que sobe para 58,2% na rede privada e cai para 45,8% na pública.
A presença de profissional de saúde mental no quadro de funcionários da escola era ainda mais rara, sendo disponível a apenas 34,1% dos estudantes.
A pesquisa também traz informações sobre a relação desses adolescentes com suas famílias e comunidades, e 26,1% dos estudantes disseram sentir constantemente que “ninguém se preocupa” com eles.
Pouco mais de um terço dos alunos também achava que os pais ou responsáveis não entendiam seus problemas e preocupações e 20% contaram que foram agredidos fisicamente pelo pai, mãe ou responsável, pelo menos uma vez, nos 12 meses anteriores à pesquisa.
Representantes das Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal participam, nesta quarta (25) e sexta-feira (26), em São Luís (MA), do II Encontro Técnico da Rede Nacional de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Cargas (REDECARGA).
A solenidade de abertura é às 9h, no auditório da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), no bairro Vila Palmeira. As reuniões técnicas serão no auditório do Hotel Brisa Mar, na Ponta d’Areia.
A REDECARGA é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública voltada ao enfrentamento qualificado de crimes que impactam diretamente a logística, a economia e a segurança pública no Brasil. A rede atua promovendo a articulação entre as forças de segurança, com foco na repressão ao roubo e furto de cargas.
O encontro, em São Luís, é realizado por meio de parceria entre a REDECARGA e SSP-MA. Reúne autoridades nacionais com o objetivo de fortalecer o combate às organizações criminosas, por meio da integração entre unidades especializadas.
Durante o encontro, os participantes discutirão estratégias de repressão qualificada para o desmantelamento de estruturas criminosas, com apoio de diferentes órgãos de segurança pública. As atividades incluem reuniões de alinhamento, operações integradas, capacitações, treinamentos, intercâmbio de boas práticas e a definição de protocolos de atuação conjunta.
A programação do evento inclui palestras e oficinas voltadas ao enfrentamento ao crime organizado. Entre os temas abordados estão o Uso da Inteligência nas Operações, o Gerenciamento de Risco no Transporte de Cargas, o Roubo de Cargas em Rodovias Federais e a Análise dos desafios que as forças de segurança deverão enfrentar nos próximos anos.
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.
O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.
Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).
A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.
“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.
Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.
Realização
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.
Realização
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.
Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.
“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.
Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.
Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.
“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.
Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.
Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.
O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.
Já está publicado o edital do Enem 2026.
As provas deste ano serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro.
As inscrições começam no dia 25 de maio e poderão ser feitas até 5 de junho. E a taxa de inscrição será de R$ 85.
O mesmo prazo vale para os pedidos de atendimento especializado e tratamento por nome social.
Os participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame.
Entre as novidades, a pré-inscrição automática de estudantes regularmente matriculados na terceira série do Ensino Médio, da Rede Pública. Eles precisam apenas confirmar os dados e escolher a língua estrangeira na Página do Participante.
O exame também poderá ser usado como certificado de conclusão do Ensino Médio para maiores de 18 anos, dependendo da nota do aluno.
No edital do Enem 2026 é possível conferir todas as regras da edição: o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e demais orientações aos participantes.
Nesta edição houve uma ampliação dos locais de aplicação das provas. O Inep estima aumentar para cerca de 10 mil o número de escolas que receberão o exame em todo o país.
O edital está disponível em enem.inep.gov.br/participante.
O projeto Maranhão de Reencontros – edição 2026 deste domingo (24) tem o Bumba Meu Boi de Santa Fé, sotaque da Baixada, como uma de suas principais atrações.
O Bumba Meu Boi Unidos de Santa Fé é do Bairro de Fátima, em São Luís, e pertence ao grupo do mestre Zé Olhinho (José de Jesus Figueiredo).
O projeto é realizado na Concha Acústica Reynaldo Faray (Lagoa da Jansen), em São Luís, reunindo cultura popular, música e tradição em um só lugar.
O Maranhão de Reencontros integra a programação do São João do Maranhão 2026, festa organizada e promovida pelo Governo do Maranhão e parceiros. Com entrada gratuita, o Maranhão de Reencontros atrai moradores de São Luís e turistas, oferecidos como uma prévia das festas juninas deste ano.
A estreia foi no domingo passado, dia 10, com edição também no dia 17. A próxima e última edição será no dia 31, sempre a partir das 17h.
O projeto foi concebido no primeiro São João após a pandemia de Covid-19 como uma prévia dos festejos, valorizando artistas locais e promovendo o reencontro do público com as tradições populares em um dos cartões-postais da capital maranhense.
A proposta é fortalecer a cultura, movimentar a economia criativa e ampliar o acesso da população a programas culturais de qualidade.
17h30 – Tambor de Crioula Maracrioula
18h – Cacuriá da Vila Goreth
19h – Boi de Nina Rodrigues (orquestra)
20h – Boi Lendas e Magias (orquestra)
21h – Boi de Santa Fé (baixada)
17h30 – Tambor de Crioula da Fé em Deus
18h – Cacuriá Balaio de Rosas
19h – Companhia Barrica
20h – Boi Oriente (baixada)
21h – Boi de Maracanã (matraca)
10/05 (Domingo)
17h30 – Tambor de Crioula Arte Nossa
18h – Boi da Lua (orquestra)
19h – Espetáculo Pão com Ovo
20h – Boi Brilho da Ilha (orquestra)
21h – Boi da Maioba (matraca)
17/05 (Domingo)
17h30 – Tambor de Crioula de Mestre Felipe
18h – Cacuriá do Candinho
19h – Boi de Morros (orquestra)
20h – Boi de Axixá (orquestra)
21h – Boi da Pindoba (matraca)
O sorteio de número 3.010 da Mega-Sena, especial de aniversário de 30 anos do concurso, tem prêmio estimado em R$ 300 milhões. Ele será realizado no domingo (24), às 14h, no Espaço da Sorte, em São Paulo.
As regras deste sorteio são semelhantes às da Mega da Virada: se ninguém acerta as 6 ofertas, o valor é dividido entre os acertadores da quina, e assim por diante.
As apostas poderão ser feitas até às 22h (horário de Brasília) de sábado (23) nos seguintes locais e plataformas:
Presencialmente nas casas lotéricas: até às 20h (vale lembrar que a maioria funciona somente até o meio-dia aos sábados);
Sem site: Loterias Caixa;
No aplicativo oficial: Loterias Caixa;
Pelo Internet Banking da Caixa: exclusivo para correntistas do banco.
A aposta simples da Mega-Sena custa R$ 6,00
O principal diferencial do concurso especial é que o prêmio não acumula. Isso significa que, caso ninguém acerte as seis dezenas, o valor será dividido entre os apostadores que fizerem a quina.
Se também não houver vencedores na quina, o prêmio será repassado para quem acertar a quadra.
Além disso, os sorteios regulares da Mega-Sena, normalmente realizados às terças, quintas e sábados, foram suspensos nesta semana para a realização do concurso comemorativo. A programação tradicional será retomada na próxima semana.