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26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA.

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

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26/07/2002 - Leno Castro

Regiane Araújo lança primeiro single do seu projeto autoral Equatoriana

A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.

O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.

Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).

A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.

“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.

Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.

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26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

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25/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

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24/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

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Polícia Militar do Maranhão celebra 190 anos

A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) celebra 190 anos de fundação com uma solenidade no Convento das Mercês, na Rua da Palma, no bairro Desterro, no Centro Histórico de São Luís, nesta terça-feira (16), às 17h.

O governador Carlos Brandão participa do evento acompanhado de autoridades civis e militares.

O evento contará com a apresentação da tropa e da banda de música da Polícia Militar, além de uma cerimônia de condecoração para destacar o trabalho de membros da corporação.

Desde o início do mês de junho, diversas atividades foram realizadas em comemoração à data. Nas primeiras semanas, praças e oficiais participaram de competições esportivas, como torneios de futebol, futsal, natação e tiro.

PMMA, ao longo de seus 190 anos, tem desempenhado um papel fundamental na manutenção da ordem pública e na garantia da segurança dos cidadãos maranhenses. As celebrações pelo aniversário da corporação destacam a importância da instituição e sua relação estreita com a comunidade.

 

Inscrições para o primeiro Sisu+ 2026 estão abertas até sexta-feira (19)

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu+) estão abertas até sexta-feira (19).

Ministério da Educação (MEC) abriu as inscrições na segunda-feira (15) com oferta de vagas disponíveis em instituições públicas federais de educação superior.

Os interessados devem se inscrever por meio Portal de Acesso Único. Ao todo, 34 instituições públicas de educação superior participam do Sisu+. Estão sendo ofertadas 9.436 vagas em 532 cursos.

Leia mais: Sisu+ 2026: MEC disponibiliza consulta às vagas

De acordo  o Edital nº 36/2026, que traz o cronograma e demais procedimentos relativos ao Sisu+, para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026.

Para fins de inscrição, classificação e seleção dos estudantes, será utilizada a edição do Enem que resultar na melhor média ponderada de acordo com a opção de curso e com os critérios preestabelecidos. Na inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso, turno, local de oferta e instituição, optando por uma ordem de preferência.

 

O que Sisu?

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) por meio do qual instituições públicas federais de ensino superior oferecem vagas a estudantes. O único critério de seleção é a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

Cronograma do Sisu+ 2026

  • Inscrições: De 15 a 19 de junho;
  • Resultado da Chamada Regular: 24 de junho;
  • Manifestação de Interesse (Lista de Espera): 24 a 26 de junho;
  • Matrículas: A partir de 25 de junho (Chamada Regular) e a partir de 1º de julho (Lista de Espera).

 

Pagamento de parcelas dos precatórios do Fundef começou nesta terça (16)

Os professores da rede estadual começaram a receber os valores atualizados de mais uma parcela dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) a partir desta terça-feira (16). A medida beneficia mais de 31 mil professores.

O cronograma oficial de pagamentos foi anunciado pelo governador Carlos Brandão na semana passada.

 

Valor integral

Além da liberação dos recursos, o governador Carlos Brandão informou que o Governo do Maranhão está atuando juridicamente para proteger o montante integral a que os profissionais têm direito.

A meta do Governo do Maranhão é garantir que 100% dos recursos devidos permaneçam, de fato, nas mãos dos educadores.

Para isso, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) protocolou uma petição com o objetivo de barrar a retenção de 15% do valor total dos precatórios, que vinha sendo pleiteada para o pagamento de honorários advocatícios.

 

Calendário oficial de pagamentos

  • Dia 16/06 (terça-feira): servidores ativos;
  • Dia 17/06 (quarta-feira): aposentados;
  • Dia 18/06 (quinta-feira): servidores desligados;
  • Dia 22/06 (segunda-feira): início do pagamento dos herdeiros.