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Este é o principal assunto desta semana, que também destaca: o que acontece a uma pessoa que acorda durante uma cirurgia? É verdade que um avião pousou somente 35 anos após decolagem? Ouça a íntegra do programa:
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Apresentação: Gil Porto e Thayane Maramaldo
01/12/2018
O Crime da Baronesa é um dos mais famosos do país e aconteceu no Maranhão. Você sabe a história dele? E músicas tocadas ao contrário possuem mensagens subliminares? Saiba mais sobre a vida do gênio Albert Einstein e acompanhe a íntegra do programa desta semana:
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Thayane Maramaldo, Gil Porto e sua trupe comandam o especial sobre as eleições presidenciais. Você sabe informações a Paralisia do Sono? E como são os dias e as noites na lua? Ouça a íntegra do programa:
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27/10/2018
Ouça o programa desta semana:
1ª parte
2ª parte
3ª parte:
Apresentação: Gil Porto e Thayane Maramaldo.
O programa desta semana (13 e 14/10) teve a estreia especial do novo Desafio do Zilhões, com muitas curiosidades sobre a cidade de São Pedro dos Crentes. Além disso, contamos muitas outras curiosidades. No quadro Turistando conhecemos o histórico Palácio de La Ravardière.
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A economia brasileira cresceu 0,1% no quatro trimestre de 2025 na comparação com o terceiro trimestre. Com esse desempenho, o ano de 2025 fechou com expansão de 2,3%. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.
A informação vem com a divulgação do resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é conjunto de bens e serviços produzidos no país, na terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em valores correntes, o PIB brasileiro alcançou R$ 12,7 trilhões, no ano passado. Já o PIB per capita ─ valor do PIB dividido pela população do país ─ alcançou R$ 59.687, crescimento real (descontada a inflação) de 1,9% na comparação com 2024.
Economia brasileira nos últimos cinco anos
Destaques
O PIB pode ser calculado pela ótica da produção (análise do desempenho das atividades econômicas) ou do consumo (gastos e investimentos).
Em uma avaliação pela perspectiva da produção, os dados mostram que todas as atividades apresentaram expansão, com destaque para a agropecuária.
Agropecuária: 11,7%
O crescimento da agropecuária é explicado, principalmente, pelo aumento na produção e ganhos na produtividade de várias culturas, como o milho (23,6%) e a soja (14,6%), que alcançaram recordes em 2025.
Na indústria, o destaque foi a extração de petróleo e gás, que colaborou para que o valor adicionado das indústrias extrativas fechasse o ano com alta de 8,6%.
A construção ficou estável, com variação positiva de 0,5%.
O setor de serviços mostrou aquecimento, segundo o IBGE, com crescimento em todas as atividades: informação e comunicação (6,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%), transporte, armazenagem e correio (2,1%), outras atividades de serviços (2,0%), atividades imobiliárias (2,0%), comércio (1,1%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).
O desempenho da agropecuária teve peso de 32,8% do crescimento do PIB em 2025.
As quatro atividades que mais contribuíram para a expansão da economia, agropecuária, indústria extrativa, outras atividades de serviço, e informação e comunicação, somaram 72% do crescimento do PIB do ano passado.
Consumo das famílias
Pelo lado do consumo, o segmento consumo das famílias cresceu 1,3% em 2025, empurrado pela melhora no mercado de trabalho, o aumento do crédito e os programas governamentais de transferência de renda.
Apesar de estar no campo positivo, o desempenho representa desaceleração em relação ao crescimento de 2024, quando o segmento avançou 5,1%.
A explicação para perda de ritmo, segundo o IBGE, está principalmente na política monetária contracionista, ou seja, patamar alto de juros.
O consumo do governo cresceu 2,1% em 2025.
A Formação Bruta de Capital Fixo, isto é, o volume de investimentos, cresceu 2,9% em 2025. O desempenho foi puxado pelo aumento da importação de bens de capital (máquinas e equipamentos) e pelo desenvolvimento de software, além da alta na indústria da construção.
A taxa de investimento em 2025 foi de 16,8% do PIB, contra 16,9% em 2024. A taxa de poupança, por sua vez, foi de 14,4% em 2025, ante 14,1% em 2024.
Último trimestre
A variação de 0,1% no quarto trimestre em comparação com o terceiro trimestre revela que, pela ótima do consumo, os serviços e a agropecuária cresceram 0,8% e 0,5%, respectivamente. Já a Indústria recuou 0,7%.
Pela ótica da despesa, o consumo do governo cresceu 1%, enquanto o das famílias ficou estável (0%). A Formação Bruta de Capital Fixo recuou 3,5%.
“O PIB ficou estável em relação ao terceiro trimestre, mesmo com a queda nos investimentos, por conta da estabilidade do consumo das famílias e do crescimento no consumo do governo”, disse a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.
Aperto monetário
O aperto monetário que fez o PIB desacelerar em 2025 se refere à alta taxa de juros. Em setembro de 2024, preocupado com a trajetória da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou uma escalada da taxa básica de juros da economia, a Selic, então em 10,5% ao ano, elevando-a até 15% em junho de 2025, assim permanecendo até os dias atuais.
A meta de inflação do governo é de 3% no acumulado de 12 meses, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o número oficial da inflação, chegou a ficar 13 meses fora do intervalo de tolerância, o que inclui praticamente todo o ano de 2025.
A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.
O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.
Apesar da pressão restritiva, 2025 terminou com o menor percentual já registrado na taxa de desemprego, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O que é o PIB
O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.
O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria.
Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.
O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida.
É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.
O prêmio principal da Mega-Sena, do concurso de número 2.979, que será sorteado na noite desta terça-feira (3), no Espaço da Sorte, em São Paulo, está acumulado em R$ 160 milhões.
Ninguém acertou os seis números sorteados no concurso 2.978, de sábado (28), que foram: 06 – 09 – 13 – 20 – 42 – 50
Acertaram cinco números 129 apostas e, cada uma, recebe R$ 38.181,97. Duas apostas do Maranhão foram contempladas.
Em Carolina, na Região Tocantina, o bolão com 15 cotas foi registrado na Lotérica Boa Sorte e, com nove números apostados, garantiu R$ 152.727,75 aos participantes.
No município de Santa Filomena do Maranhão, na região central do estado, o prêmio saiu para um bolão com 22 cotas e sete números apostados, feito na Lotérica Santa Filomena. O grupo vai dividir R$ 76.363,76.
Os 9.449 acertadores de quatro dezenas receberão o prêmio individual de R$ 859,23.
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (3), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. Para o bolão, o sistema fica disponível até as 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa.
A Câmara dos Deputados aprovou, na segunda-feira (2), projeto de lei que permite que medicamentos sejam vendidos em supermercados.
A proposta já havia sido aprovada pelo Senado no ano passado e agora segue para sanção do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
O texto determina regras para a venda nos supermercados, exigindo, por exemplo, separação clara entre a venda dos medicamentos e de outros produtos ofertados em local diferente das gôndolas comuns.
“É permitida a instalação de farmácia ou drogaria na área de venda de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade farmacêutica, independente dos demais setores do supermercado” aponta o projeto.
Em nota, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) afirmou que a proposta busca ampliar o acesso a medicamentos sem flexibilizar as garantias sanitárias.
“O texto aprovado reduz danos, mantendo as exigências sanitárias já previstas no Senado e atende aos pontos centrais defendidos pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF)”, disse o presidente da entidade, Walter da Silva Jorge João.
Pelo texto, será obrigatória a presença de farmacêuticos durante todo o horário de funcionamento da farmácia ou drogaria instalada na área de venda dos supermercados.
Restrição para medicamentos controlados
Os medicamentos de uso controlado continuarão demandando restrição em sua oferta, só podendo ser entregues aos clientes após o pagamento.