Representantes da Secretaria da Defesa Civil Nacional (SEDEC) visitam, nesta sexta-feira (6), em São Luís, o serviço da Defesa Civil Estadual que será utilizado para a instalação do Sistema de Alerta a Desastres Naturais no estado.
A agenda faz parte dos preparativos finais para implantação, no Maranhão, da ferramenta Sistema de Alerta a Desastres Naturais, denominado de Defesa Civil Alerta.
Será apresentada a estrutura tecnológica e logística disponível, incluindo equipamentos, sistemas de comunicação, protocolos operacionais e equipes especializadas.
A visita será nesta sexta-feira (6), na sede da Defesa Civil Estadual, Edifício Nagib Haickel, Calhau, às 9h.
No encontro, também serão alinhadas estratégias finais para aplicação do sistema e reforço à cooperação entre os órgãos federativos, garantindo que a ferramenta seja implementada de maneira eficiente e integrada.
Defesa Civil Alerta
O Defesa Civil Alerta emitirá, via celular, sinais sonoros e visuais, alertando sobre desastres naturais. A ferramenta irá melhorar a prevenção e agilizar a resposta a eventos extremos, como enchentes, deslizamentos e estiagens.
O sistema vai emitir informações mais precisas e em tempo hábil, à população das áreas consideradas de risco. A iniciativa integra política nacional voltada à redução de riscos decorrentes de eventos naturais extremos, além de promover o fortalecimento das ações de proteção e defesa civil, em todo o país.
O Defesa Civil Alerta funciona em aparelhos conectados às redes 4G e 5G, sem a necessidade de cadastro prévio. As mensagens são exibidas em tela cheia, acompanhadas de um som de sirene, garantindo ampla visibilidade e alcance.
Maranhão
No Maranhão, os municípios de São Luís, Paço do Lumiar, Trizidela do Vale e Imperatriz serão as primeiras a receber a plataforma com aplicação de teste. A proposta é familiarizar a população com a tecnologia e garantir que todos saibam como agir, em caso de alerta real.
Inspirado em modelos de sucesso já utilizados nos Estados Unidos, Japão e países da Europa, o sistema brasileiro já entrou em operação nos estados do Sul e Sudeste. Será implantado nos estados do Nordeste, a partir de 14 de junho.
A Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão (Setur-MA) está realizando, nesta quinta-feira (5), uma nova edição do Receptivo Turístico Junino no Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, em São Luís. A recepção aconteceu às 10h55, 11h00 e das 14h25 às 15h55.
A atividade acontece, também, nos dias 13 e 20 deste mês, entre 10h55 e 11h45 e das 14h25 às 16h15
Ao som do Bumba Meu Boi, cacuriá e grupos tradicionais da cultura popular maranhense, os passageiros estão sendo recebidos com música, alegria e distribuição de brindes temáticos, como ecobags, matracas, bonés, leques e protetores de copo.
A expectativa é que mais de 3.200 itens sejam entregues ao longo dos três dias de receptivo.
De acordo com a CCR Aeroportos, mais de 152 mil passageiros devem passar pelo terminal da capital maranhense em junho, confirmando um aumento de 6,32% em relação ao mesmo período de 2024.
Para o superintendente do aeroporto, Marcelo Angelim, o resultado é reflexo de um trabalho conjunto da administração aeroportuária e Setur-MA.
Programação
5/6
Bumba Meu Boi de Nina Rodrigues
Balaio de Rosas
13/6
Grupo Lamparina
Bumba Meu Boi de Maracanã
20/6
Cacuriá da Basson
Bumba Meu Boi de Santa Fé
A segunda edição do Bumba Meu São João será realizada de 12 a 18 de junho, a Arena Castelão, no bairro Outeiro da Cruz, em São Luís, com atrações nacionais e locais gratuitas.
A proposta do evento é democratizar o acesso a shows musicais, de forma segura e confortável dentro da programação do São João do Maranhão 2025, que iniciou no dia 30 de maio e prossegue até o fim de julho, com mais 60 dias de festas.
Bumba Meu São João
A expectativa é que mais de 300 mil pessoas participem do Bumba Meu São João em seis dias de shows.
Este ano, o sucesso promete repetir e atrair mais olhares do Brasil a fora.
A apresentação do evento ficará por conta da influenciadora Rafa Kalimann. Durante os dias de festa, o público poderá conferir shows com artistas locais e nacionais. No dia 12, primeiro dia do evento, apresentam-se Natanzinho Lima, Henry Freitas e Grelo.
Artistas confirmados
Dia 12: Natanzinho Lima, Henry Freitas e Grelo.
Dia 13: Henrique e Juliano, Nattan e Kaká Pedrinho.
Dia 14: Chitãozinho e Xororó, Xand Avião e Pablo.
Dia 15: Wesley Safadão, Zezé Di Camargo e Taty Girl.
Dia 18: Ana Castela, Gustavo Mioto e Jonas Esticado
A presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP-MA), França do Macaquinho (Francilene Paixão de Queiroz) é a entrevistada no programa Timbira News – 1ª Edição, apresentado pela jornalista Ana Guimarães, nesta quinta-feira (4), às 14h.
Bióloga, empresária do agronegócio e proprietária da ProAgro, França do Macaquinho vai detalhar como a AGERP-MA está trabalhando para fortalecer a agricultura familiar e do desenvolvimento rural no Maranhão.
França do Macaquinho foi eleita prefeita do município de Santa Luzia, no período de 2016 a 2020, sendo reeleita para um segundo mandato até 2024.
Ações da Agerp-MA
Entre as atividades da Agerp-MA está a participação do órgão no Plano Mais IDH, principal estratégia do Governo do Estado para reduzir a extrema pobreza nos 30 municípios com menores indicadores sociais do Maranhão.
Coordenado pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), o Plano Mais IDH, envolve a participação de diversos órgãos públicos, executa em conjunto projetos de produção e renda englobando visando gerar a melhoria de vida às famílias no interior do Maranhão.
Cadeias Produtivas
O governo do Maranhão está desenvolvendo 10 cadeias produtivas, sendo sete envolvendo atividades realizadas com a presença da Agerp-MA e Secretaria da Agricultura Familiar (SAF).
As atividades são Sistemas Integrados de Produção de Tecnologias Sociais (SISTECS) com foco nas cadeias produtivas e assistência técnica aos produtores.
Cadeias produtivas: Feijão-caupi, Mandioca, Ovinocaprinocultura, Aves caipira, Hortifrúti Delta Caju, Hortifrúti Abacaxi Turiaçu, Mel.
Mais produção
A Agerp-MA também participa do Programa Mais Produção que tem como objetivo fazer a inclusão de famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade socioprodutiva e em extrema pobreza para gerar renda e desenvolvimento rural sustentável.
Sistecs
Outra ação que tem a presença da Agerp-MA é o projeto Sistemas Integrados de Tecnologias Sociais (Sistecs) que tem o objetivo de garantir condições de produção para os agricultores em situação de pobreza e elevar a segurança alimentar e nutricional dessas famílias.
Ater
Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) é uma política do Governo do Maranhão voltada para qualificação de todo o sistema produtivo da agricultura familiar. A iniciativa tem a presença da Agerp-MA, através de assistência técnica aos agricultores familiares e implantação de unidades de referência produtivas para estimular a diversificação da produção e difusão tecnológica a partir das culturas básicas.
Outras atividades
Várias outras atividades do Governo do Maranhão tem a participação da Agerp-MA como as Feiras Regionais da Agricultura Familiar, Regularização Fundiária e Consolidação de Assentamentos Estaduais, Programa Nacional do Crédito Fundiário (PNCF), Formação e Capacitação Mais Agricultura Familiar e a ação Mais Leitura no Campo.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) lançou, no Maranhão, a campanha Junho Laranja, uma iniciativa de âmbito nacional voltada para a prevenção de queimaduras. O evento de lançamento foi em São Luís.
Organizada pelo Hospital da Ilha, em parceria com a Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), a campanha tem como tema central “Violência contra a mulher: Marcas no corpo, feridas na alma”.
O foco principal é a prevenção, acolhimento e denúncia de casos de agressão envolvendo queimaduras.
O secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, reforçou o compromisso da rede estadual com o atendimento humanizado e o enfrentamento à violência de gênero.
Tiago Fernandes informa que a Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) tem sido um pilar fundamental ao atendimento às vítimas de queimaduras pois uma média de 80 mulheres foram atendidas na unidade com queimaduras.
“O mais alarmante é que, dessas 80 mulheres, 4 em cada 10 são vítimas de feminicídios, um dado inaceitável que reforça a urgência de conscientização e empatia no tratamento dessas vítimas”, denuncia Tiago Fernandes.
O cuidado na UTQ, segundo o secretário da SES, vai além da recuperação física. Envolve, também, a qualificação contínua dos profissionais e a oferta de um atendimento humanizado.
Campanha
A campanha deste ano faz um alerta: A violência doméstica tem deixado marcas permanentes no corpo e na vida das mulheres, muitas vezes por meio de queimaduras.
Para a presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), Kelly Danielle Araújo, é essencial que o debate sobre o tema seja ampliado.
“Pesquisas recentes em centros especializados apontam o crescimento desses casos, especialmente envolvendo feminicídio e autoextermínio. É um recorte necessário, pois muitas dessas mulheres sofrem anos de violência silenciosa até que a agressão atinja o corpo. Trazer esse debate à tona é dar voz e força para que elas rompam o ciclo ”, evidenciou Kelly.
Vítimas
Entre as mulheres atendidas os dados são alarmantes. Foram 32 casos de tentativas de morte violenta: 13 feminicídios (41%), 14 tentativas de autoextermínio (44%) e cinco homicídios (15%). Também foram registradas queimaduras por atrito em dois casos. Os números reforçam a urgência de discutir a violência contra a mulher a partir das marcas físicas e emocionais que esse tipo de agressão deixa.
De maio de 2023 a maio de 2025, a UTQ atendeu 360 pacientes – 201 adultos e 159 crianças. Entre os adultos, 59% eram homens e 41% mulheres. As queimaduras térmicas foram as mais comuns entre adultos (70%), enquanto que entre crianças predominaram os escaldamentos (53%). Ao todo, foram registradas 290 altas hospitalares nesse período.
A diretora-geral do Hospital da Ilha, Carol Hortegal, destacou o avanço representado pela criação da UTQ no estado e a importância de dar visibilidade às mulheres vítimas de violência. “Antes, nossas pacientes precisavam ser transferidas para outros estados. Hoje temos uma estrutura de excelência.
A campanha Junho Laranja é um marco para reafirmar nosso compromisso com a saúde e com a prevenção de novos casos. As mulheres continuam sendo as mais atingidas, muitas vezes em silêncio, e precisamos enfrentar isso com seriedade”, alertou a diretora.
A Polícia Civil do Maranhão cumpriu, nesta semana, mandados judiciais contra um influenciador digital suspeito de liderar um esquema milionário de promoção de jogos de azar online. Pessoas e endereços ligados a ele também foram alvos da ação.
As investigações apontam que ele utilizava as redes sociais para divulgar a chamada “roleta”, uma modalidade de aposta que promete lucros rápidos, mas que, na prática, só beneficiava quem operava o sistema. O suspeito é maranhense, mas mora, atualmente, em Santa Catarina.
A ação ocorreu em três cidades: Balneário Camboriú (SC), São Luís e Vitória do Mearim (MA). Policiais civis de Santa Catarina também participaram do cumprimento dos mandados, em apoio aos policiais dos departamentos de Combate aos Crimes Tecnológicos (DCCT) e de Combate ao Crime Organizado (DCCO), vinculados à Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).
As investigações continuam. A Polícia Civil trabalha agora para identificar outros possíveis envolvidos no esquema. Além da prática de jogos de azar, o principal alvo é investigado pelo crime de lavagem de dinheiro.
Operação Jogo Desigual
Durante a Operação Jogo Desigual, como foi denominada, foram apreendidos veículos de luxo que, juntos, ultrapassam os R$ 10 milhões. Entre os carros, duas Lamborghinis, uma Range Rover Velar, uma BMW X6 e uma caminhonete Ford Ranger.
Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 8,5 milhões em contas bancárias e outros ativos financeiros ligados ao investigado. Em Vitória do Mearim, um dos endereços alvos da operação chamou a atenção dos investigadores. No local, não foram encontrados objetos ou documentos relevantes.
No entanto, a Polícia Civil suspeita que o imóvel era utilizado como empresa fantasma. O espaço serviria apenas para dar aparência legal às movimentações financeiras e facilitar a lavagem do dinheiro obtido com o esquema. Nos demais endereços, foram apreendidos relógios de grife e cédulas de euro.
O suspeito usava a internet para ostentar uma vida de luxo, com viagens, festas e exibição de carros importados. O objetivo era atrair seguidores e transformar parte deles em clientes do jogo ilegal.
Segundo as investigações, a propaganda enganosa se aproveitava da vulnerabilidade de pessoas em situação de pobreza, que viam nas apostas uma oportunidade de mudar de vida. Na prática, o sistema funcionava de maneira desigual, favorecendo apenas quem organizava as apostas e prejudicando financeiramente os participantes.
O nome da operação faz referência justamente a esse desequilíbrio, típico de esquemas desse tipo, enquanto poucos enriquecem, muitos acabam lesados.
Em missão oficial por dois países da Europa, nesta semana, o governador Carlos Brandão participou de reunião com representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), quando formalizou o convite à diretoria da instituição participar da cerimônia de comemoração do título de Patrimônio Natural, concedido pela própria Unesco, ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
A solenidade de entrega do título aos Lençóis Maranhenses será no dia 27 deste mês, no Parque das Dunas, em Barreirinhas.
O governador Carlos Brandão, também, convidou a diretoria da Unesco para participa, no dia 26 deste mês, da cerimônia para o recebimento do título de Patrimônio Cultural ao Complexo do Bumba Meu Boi, que acontecerá na Rua Portugal, em São Luís.
Na visita à sede da Unesco, em Paris, a comitiva do Governo do Maranhão, integrada por Carlos Brandão; primeira-dama, Larissa Brandão; e o secretário de Estado da Comunicação Social do Maranhão, Sérgio Macedo, foi recebida pela diretora adjunta do Centro do Patrimônio da Unesco, Jyoti Hosagrahar.
A agenda de Carlos Brandão na Europa inclui compromissos, também, em Estocolmo, na Suécia. A comitiva retorna ao Brasil no domingo (8).
Refinaria em Bacabeira
Na programação na França, Carlos Brandão participou de reunião com a diretoria da Axens, empresa parceira da OIL Group Refinarias. Às duas empresas, da área de refino de petróleo, petroquímica, gás natural e outros setores relacionados, o Governo do Maranhão formalizou as negociações visando a instalação, na Zona de Processamento de Exportação (ZPE), em Bacabeira, na Região Metropolitana de São Luís, de uma refinaria modular, que terá capacidade de produção diária de 50 mil barris/dia.
A refinaria demanda um investimento de cerca de R$ 1,5 bilhões com a geração de 300 a 350 empregos diretos com as operações em funcionamento.
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel), anunciou oficialmente as 13 cidades que irão sediar as etapas regionais dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) em 2025. A seleção foi feita entre 17 municípios que se candidataram para receber o evento, com base em critérios como estrutura esportiva, logística e capacidade de acolhimento dos atletas.
As cidades escolhidas para sediar as disputas regionais são: Arari, Axixá, Bacabal, Barra do Corda, Brejo, Caxias, Colinas, Guimarães, Imperatriz, João Lisboa, Santa Luzia do Paruá, São Luís e Vargem Grande.
“Estamos construindo, juntos, o maior evento de esporte escolar do Maranhão. Agradeço a cada cidade que se colocou à disposição para sediar as etapas e fortalecer esse projeto que transforma vidas”, afirmou o secretário da Sedel, Naldir Lopes.
Expansão histórica e estreia de novos municípios
A edição de 2025 dos JEMs já entra para a história com recorde de inscrições e a estreia de 10 municípios na competição: Fortaleza dos Nogueiras, Fortuna, Jatobá, Lajeado Novo, Loreto, São Benedito do Rio Preto, São João do Paraíso, São Pedro da Água Branca, São Pedro dos Crentes e Sucupira do Riachão. Com essas adesões, o evento ultrapassa a marca de 150 cidades participantes, consolidando-se como a principal iniciativa de esporte educacional do estado.
As competições regionais ocorrerão entre 20 de junho e 26 de julho, distribuídas em quatro blocos:
BLOCO 1
Período: 20 a 28 de junho de 2025
Cidade-sede: São Luís
BLOCO 2
Período: 01 a 09 de julho de 2025
Cidades: Arari, Caxias, Colinas e Imperatriz
BLOCO 3
Período: 10 a 18 de julho de 2025
Cidades-sede: Bacabal, Barra do Corda, Guimarães e João Lisboa
BLOCO 4
Período: 19 a 26 de julho de 2025
Cidades-sede: Axixá, Brejo, Santa Luzia do Paruá e Vargem Grande
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (2) que a Justiça Federal em Brasília determinou o bloqueio de R$ 23,8 milhões em bens de investigados pela fraude em descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o órgão, os valores serão usados para o ressarcimento das vítimas.
A indisponibilidade de bens e ativos financeiros foi determinada pela juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal do Distrito Federal, e envolve os bens e ativos financeiros de duas empresas e os respectivos sócios.
No mês passado, a AGU pediu o bloqueio de R$ 2,5 bilhões de 12 entidades associativas e 60 dirigentes. Por determinação da juíza, o caso foi fatiado em 15 ações para facilitar a análise dos pedidos.
As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.
As ações judiciais fazem parte do trabalho do grupo especial montado pela AGU para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados.
Terminou nesta sexta-feira (30), às 23h59, o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2025 e a pergunta de muitos é: o que acontece se eu não declarar ou perder o prazo?
Natalia de Fátima, professora de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, fala da primeira das consequências:
“A Receita Federal aplica uma multa por atraso, no valor mínimo de R$ 165,74, podendo chegar, no máximo, a 20% do valor do Imposto de Renda devido. Além da multa, também serão acrescidos juros”, explica a professora.
Como há juros, a recomendação é de que a declaração de quem perdeu o prazo seja feita o mais rapidamente possível. Neste caso, é gerada uma Darf para que a multa seja paga após a entrega dos dados. José Carlos Fonseca, auditor-fiscal da Receita Federal, aponta que, além da multa, o contribuinte pode sofrer sanções no registro do seu CPF.
“Se a pessoa está obrigada a declarar e não apresenta a declaração, o CPF dela pode ficar com status de ‘pendente de regularização’ ou ‘omisso na entrega da declaração’. Nessa situação, ela pode enfrentar dificuldades para obter financiamento, participar de programas sociais do governo ou até mesmo para emitir passaporte. A única forma de regularizar a situação é entregando a declaração à qual estava obrigada”, explica a professora.
A dica dos especialistas neste último momento para quem sabe que vai perder o prazo é fazer a entrega da declaração com o que sem tem em mãos, mesmo sem toda a documentação e dados necessários. Neste caso, mesmo que o contribuinte tiver que retificar a declaração posteriormente, pelo menos não terá que pagar a multa por atraso.
Quem declarou
Quem declarou o Imposto de Renda precisa ficar atento, pois sempre há a possibilidade de o próprio contribuinte encontrar erros na declaração. Neste caso, ele mesmo deve gerar uma declaração retificadora. O professor Hugo Dias Amaro, da PUC do Paraná, explica como proceder.
O professor Deypson Carvalho, da UDF, alerta que há apenas uma questão para quem entregar a Declaração Retificadora após o dia 30 de maio:
“Após o encerramento do prazo para a entrega da Declaração, em 30 de maio, caso seja necessário retificar as informações, não será permitida a mudança da forma de tributação que foi escolhida na última declaração entregue pelo contribuinte, mesmo que a outra forma de tributação seja a mais vantajosa quando da elaboração da declaração retificadora. Daí a importância de não deixar para apresentar a declaração próximo do prazo final”.
Vale lembrar que se o contribuinte identificar erros na declaração e não fizer a correção, corre o risco de cair na malha fina e ser multado.
Após a declaração
Após a entrega da Declaração de Ajuste Anual, é recomendável que o contribuinte faça o acompanhamento do seu processamento na base de dados da Receita Federal do Brasil. O monitoramento feito pelo portal e-CAC na página da Receita Federal, com a conta gov.br nos níveis Ouro ou Prata. Dentro do e-CAC, o contribuinte deve acessar a opção Meu Imposto de Renda e escolher o exercício da declaração pretendida.
O professor David Daniel, da Faculdade Anhanguera, cita outras medidas que podem ser tomadas pelo contribuinte após a entrega:
“É essencial guardar todos os comprovantes e documentos utilizados na declaração por, no mínimo, 5 anos, já que a Receita pode solicitá-los nesse período para conferência. Se houver imposto a pagar, é preciso ficar atento aos prazos, para não incorrer em juros e multa. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado”.
Já quem tem direito à restituição pode acompanhar o calendário de pagamentos pelo próprio portal e-CAC ou pelo aplicativo da Receita Federal. As restituições são pagas em lotes e corrigidas pela taxa Selic até a data do crédito. Portanto, mesmo após o envio da declaração, ainda há etapas importantes: acompanhar, corrigir, se necessário, manter os documentos organizados e controlar os pagamentos ou restituições”.
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC X Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) joga com a equipe do Paysandu-PA, neste sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
A partida é válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas
A Timbira FM transmite o São João do Maranhão 2026, nesta sexta (19) e sábado (20), a partir de um estúdio avançado montado no Arraial do Ipem. As transmissões estarão disponíveis na TV Timbira, o canal do Sistema Timbira no YouTube.
O São João do Maranhão, promovido pelo Governo do Maranhão e parceiros, está acontecendo em diversos arraiais, na Grande Ilha e no Maranhão. Toda a programação, localização e infraestrutura dos arraiais estão na plataforma saojoao.ma.gov.br que, também, está disponível para baixar no celular, nos sistemas operacionais Android e IOS.
Transmissão da Timbira FM
A apresentação no Estúdio Avançado Timbira FM é do jornalista Edvaldo Oliveira, com reportagens de Daniel Amorim e Natalhi Ribeiro e produção de Denny Silva.
A equipe técnica, coordenada por Antônio Carlos Castro Silva, é formada por vários profissionais especialista.
Arraial Santo Antônio com Feira da Agricultura familiar
Neste fim de semana inicia o Arraial Santo Antônio com a inclusão da Feira da Agricultura Familiar Mais Renda, da Secretária de Estado da Agricultura Familiar (SAF).
O arraial é organizado, até o dia 29 deste mês, pelo Governo do Maranhão, com apoio do Laborarte, na Praça Santo Antônio, no Centro Histórico de São Luís.
A Feirinha Mais Renda Rural, que funciona nos 11 dias do arraial, comercializa produtos variados como babaçu, mel, geleias, licores, cachaças, hortifrutis, comidas típicas, produtos da reforma agrária e artesanato.
Cerca de 26 empreendimentos do campo e da economia criativa participam da feirinha. São empreendedores de municípios da Grande Ilha (São Luís, Raposa, São José de Ribamar) e de Santa Inês, Bacabeira e Barreirinhas.
As atrações culturais, com shows e apresentações de grupos da cultura popular maranhense, integram a programação do São João do Maranhão 2026, do Governo do Estado.
Bumba Meu São João
Um dos arraiais de destaque é Bumba Meu São João, que funciona na Arena Castelão, um espaço na área externa do estádio Castelão, em São Luís.
Programação no Bumba Meu São João
Sexta-feira (19)
– 20h – César Martins
– 21h – Rogério Mix
– 23h30 – Henrique e juliano
– 1h30 Jonas Esticado
24 de junho
Sorriso Maroto
Grupo Revelação
29 de junho
Matheus & Kauan
Ávine Vinny
Thiago Freitas
5 de julho
Péricles
Mari Fernandez
Arraiais na Grande Ilha
Vários arraiais estão animando os quatro municípios da Grande Ilha.