Viana X Moto Club
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 faz a cobertura, nesta quarta-feira (2), do jogo Viana X Moto Club pela nona rodada do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino.
A partida inicia às 15h30, no estádio Djalma Campos (Viana/MA).
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 14h30 e prossegue até 18h.
Por causa da transmissão esportiva o programa Timbira News – 2ª edição, com Ana Guimarães, só terá meia hora e não haverá o programa Timbira Cult, com Gisa Franco, e o Timbira Roots, com Mônica Moreira Lima
Equipe Esportiva da Rádio Timbira FM
Pré-jogo e narração: Roberto Ramos (no estúdio, comandando a transmissão)
Comentários e plantão: Edivan Fonseca (no estúdio)
Reportagens: Natalhi Ribeiro (no estúdio)
Tuntum X Maranhão
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 transmite, em paralelo, ao jogo Tuntum X Maranhão, nesta quarta-feira (27), pela decima rodada do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino.
A partida inicia às 15h30, no estádio Rafael Seabra (Tuntum/MA).
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 14h30 e prossegue até 18h.
Equipe Esportiva da Rádio Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Felipe Barbosa (no estúdio, comandando a transmissão)
– Comentários e plantão: Edivan Fonseca (no estúdio)
– Reportagens: Natalhi Ribeiro (no estúdio)
Pinheiro X Sampaio Corrêa
À noite, a equipe de esportes da Timbira FM 95,5 faz a cobertura, nesta quarta-feira (2), do jogo Pinheiro X Sampaio Corrêa pela décima segunda rodada do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino.
A partida inicia às 19h, no estádio Costa Rodrigues (Pinheiro/MA).
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 18h e prossegue até 21h30.
Por causa da transmissão esportiva o programa não haverá o programa Jogo Rápido, com Roberto Ramos e Edivan Fonseca. Os programas
Giro Nordeste e Voz do Brasil serão exibidos após a transmissão.
Equipe Esportiva da Rádio Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Felipe Barbosa (no estúdio)
– Comentários e plantão: Heraldo Moreira (no estúdio)
– Reportagens: Noel Soares (no estúdio)
Como acompanhar as Transmissões Esportivas
facebook.com/radio.timbira
instagram.com/radiotimbira
radios.com.br/play/14493
radiotimbira.ma.gov.br
twitter.com/radiotimbira
Veículos de comunicação em cadeia nas transmissões esportivas da Timbira FM
O litro do diesel fica R$ 0,17 mais barato, a partir desta terça-feira (1º), nas refinarias. O anúncio da redução de 4,6% no preço do combustível foi feito, nesta segunda-feira (31), no Rio de Janeiro, pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Com isso, o valor médio do diesel A da Petrobras cai de R$ 3,72 para R$ 3,55 por litro nas refinarias.
Essa redução vem 59 dias após uma alta de 6,29% (R$ 0,22 por litro), no fim de janeiro. O valor chegou a superar o da gasolina comum nos postos de combustíveis do país.
De acordo com o site da Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras na no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05 /litro, uma redução de R$ 0,15 a cada litro de diesel B.
Com o reajuste anunciado, a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras em R$ 0,94 / litro, uma redução de 20,9%. Considerando a inflação do período, esta redução é de R$ 1,45/ litro ou 29,0%.
Transparência
De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor. Convidamos a visitar precos.petrobras.com.br
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), antecipou a vacinação contra a gripe Influenza, neste ano, por meio de ações realizadas em dois shoppings de São Luís. A iniciativa resultou na aplicação de 752 doses no último fim de semana.
A SES já recebeu, do Ministério da Saúde, o primeiro lote de 188 mil doses da vacina Influenza (gripe) para a estratégia de vacinação. As doses estão sendo distribuídas para as 19 Unidades Regionais de Saúde do Maranhão. O estado possui 1.908 salas de vacinação, sendo cinco delas sob a gestão da rede estadual de saúde.
Neste ano, a estratégia de vacinação será diferenciada por faixa etária. Crianças entre 6 meses e 8 anos que nunca foram vacinadas contra influenza receberão duas doses com intervalo de 30 dias, enquanto as demais idades receberão dose única anual.
A SES ressalta que mesmo quem já tomou a vacina em anos anteriores precisa se imunizar novamente, pois o vírus sofre mutações e a proteção precisa ser renovada.
A vacina contra a Influenza deste ano protege contra as cepas H1N1, H3N2 e B, que estão em circulação no país.
A chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis, Halice Figueiredo, destacou a importância da mobilização antecipada.
“A estratégia de antecipar a vacinação foi essencial para lembrar a população da importância da vacinação, em locais estratégicos de grande circulação. Lembramos que nacionalmente a vacinação inicia dia 7 de abril e convidamos os maranhenses a buscar uma das 1.908 salas de vacinação no Maranhão”, reforçou.
A campanha de vacinação contra a gripe Influenza acontece no âmbito nacional. A meta a vacinar 90% dos grupos prioritários. O objetivo reduzir as internações, complicações e óbitos causados pela gripe, especialmente entre os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
Para receber a vacina, é necessário apresentar documento de identificação e o cartão de vacinação.
A vacina protege contra três tipos de influenza: H1N1 (Victoria), H3N2 (Tailândia) e B (Áustria).
Grupos prioritários
Os grupos prioritários são
– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
– Gestantes e puérperas (mulheres em situação pós-parto)
– Idosos a partir de 60 anos;
– Trabalhadores da saúde;
– Professores do ensino básico e superior;
– Povos indígenas e quilombolas;
– Pessoas em situação de rua;
– Profissionais das forças de segurança, de salvamento e das Forças Armadas.
Eficácia
Estudos do Centro de Controle de Doenças dos EUA demonstram que a vacinação reduz em 35% as hospitalizações por gripe na população de risco. Entre pessoas com doenças crônicas, a eficácia chega a 58,7%, reforçando a importância da imunização para quem tem condições de saúde preexistentes.
A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado pelos estados no recebimento de compras internacionais subiu de 17% para 20% a partir desta terça-feira (1º), em dez estados. No Maranhão, a alíquota permanece em 17%.
O aumento foi aprovado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) em dezembro do ano passado. Cada estado ficou de decidir se aprova, ou não, o aumento.
A alíquota será aumentada nos estados do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. Na prática, a medida deve impactar compras feitas em sites internacionais.
Ao decidir pelo aumento, o Comsefaz argumentou que a nova alíquota também busca alinhar o tratamento tributário aplicado às importações ao praticado para os bens comercializados no mercado interno, “criando condições mais equilibradas para a produção e o comércio local”.
De acordo com o comitê, a decisão levou em conta as alíquotas modais já praticadas pelos estados.
“O objetivo é garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil. Com isso, os estados pretendem estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e ampliar a geração de empregos, em um contexto de concorrência crescente com plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço”, disse o comitê.
Importo Importação
Além da alíquota de ICMS estadual, as encomendas internacionais de até US$ 50 também são taxadas com mais 20% relativos ao imposto de importação, cobrança que entrou em vigor em agosto de 2023.
Segundo as grandes importadoras, a alta deve levar a tributação global sobre compras internacionais de até US$ 50 para 50% do valor dos itens. Ou seja, um produto vendido por R$ 100 teria um “preço total” de R$ 150, por exemplo.
Os varejistas nacionais, enquanto isso, argumentam que a taxação sobre as empresas brasileiras é ainda maior, e que a alta do ICMS caminha na direção da “isonomia tributária”.
A Receita Federal começa a receber, nesta terça-feira (1º), a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2025, ano-base 2024.
A declaração pré-preenchida foi disponibilizada 13 dias após o início do prazo de envio do IR pelo método tradicional, em 17 de março.
Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.
Para optar pela declaração pré-preenchida, é preciso ter uma conta níveis Prata ou Ouro na conta gov.br. Para quem não faz a própria declaração, ainda existe a alternativa de usar o site ou app Meu Imposto de Renda. Nele, é possível dar autorização de acesso à declaração pré-preenchida para qualquer CFP ou CNPJ, evitando assim o compartilhamento da senha gov.br.
A demora na abertura do prazo para envio da declaração pré-preenchida está relacionada com a greve dos auditores fiscais da Receita Federal, que buscam reajuste salarial.
O contribuinte que optou pela declaração pré-preenchida nas últimas semanas conseguiu ver no programa da Receita Federal apenas dados como sua identificação, CPF, endereço, e de rendimentos recebidos.
O que a declaração pré-preenchida informa
Número de declarantes
Neste ano, a Receita Federal espera que receber 26,33 milhões de declarações (57% do total) por meio desse formato pré-preenchido.
No ano passado, 17,89 milhões de declarações (41,2% do total) foram entregues por meio do formato pré-preenchido. O prazo termina em 30 de maio. A expectativa do órgão é de receber 46,2 milhões de documentos.
Como fazer a declaração pré-preenchida
A declaração pré-preenchida poderá ser utilizada por todos os contribuintes em todas as formas de preenchimento disponíveis:
No computador
On-line
Dispositivos móveis
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA) realizou, nesta segunda-feira (31), a incineração de entorpecentes apreendidos pela Polícia Civil em São Luís ao longo de 2024.
A maioria das apreensões foi realizadas em operações da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc) em todo o estado.
Foi incinerado 1 tonelada de entorpecentes, sendo mais de 500 kg de cocaína e crack. O montante e avaliado em R$ 25 milhões.
Um caminhão baú fez o transporte dos entorpecentes, com início do carregamento às 7h, na sede da Senarc, no Bairro de Fátima, em São Luís.
Em seguida, saiu em comboio em direção à uma cerâmica no município de Rosário, localizado a cerca de 70 km de São Luís, onde foi executada a incineração, conforme regras sanitárias.
Imperatriz
Na quinta-feira passada, em Imperatriz, a Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) incinerou cerca de 700 kg de entorpecentes, avaliados em mais de R$ 5 milhões. Em Santa Inês, também na semana passada, foram incinerados 50 kg de entorpecentes.
Prejuízo ao crime organizado
Em todo o ano passado no estado, a Segurança Pública retirou de circulação 3,4 toneladas de cocaína e maconha, volume 41% superior ao apreendido em 2023.
A apreensão resultou em um prejuízo de mais de R$ 80 milhões ao crime organizado.
Reportagem Cris Sousa
Apesar do início oficial da vacinação contra a gripe Influenza estar marcado para o dia 7 de abril, o Ministério da Saúde recomenda que estados e municípios iniciem a estratégia de vacinação logo que receberam as doses do imunizante.
No Maranhão, a Secretaria de Estado de Saúde (SES), iniciou, no último fim de semana, uma ação especial de vacinação contra a Influenza em dois shoppings de São Luís: Shopping Rua Grande e Golden Shopping Calhau.
No sábado (29), a vacinação aconteceu nos Shoppings Rua Grande, das 9h às 16h, e no Golden Shopping Calhau, das 10h às 20h.
No domingo (30), a aplicação das doses ocorreu somente no Golden Shopping, das 14h às 20h.
De acordo com a chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis, Halice Figueiredo, a estratégia faz parte de uma antecipação planejada da campanha nacional, prevista para começar oficialmente em 7 de abril.
“O Governo do Maranhão está otimizando a vacinação contra a Influenza e também a vacinação da dor em pontos estratégicos. Embora a campanha nacional só inicie em abril, já começamos o chamamento dos grupos prioritários, pois, neste momento, a vacina será disponibilizada exclusivamente para essas pessoas”, afirmou Halice Figueiredo.
Campanha
A campanha de vacinação contra a gripe Influenza acontece no âmbito nacional. A meta a vacinar 90% dos grupos prioritários. O objetivo reduzir as internações, complicações e óbitos causados pela gripe, especialmente entre os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
Para receber a vacina, é necessário apresentar documento de identificação e o cartão de vacinação.
A vacina protege contra três tipos de influenza: H1N1 (Victoria), H3N2 (Tailândia) e B (Áustria).
Grupos prioritários
Os grupos prioritários são:
– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
– Gestantes e puérperas (mulheres em situação pós-parto)
– Idosos a partir de 60 anos;
– Trabalhadores da saúde;
– Professores do ensino básico e superior;
– Povos indígenas e quilombolas;
– Pessoas em situação de rua;
– Profissionais das forças de segurança, de salvamento e das Forças Armadas.
O concurso 2.846 da Mega-Sena, realizado na noite de sábado (29), não teve nenhum acertador das seis dezenas sorteadas.
O prêmio acumulou e está estimado em R$ 45 milhões para a noite da próxima terça-feira (1º).
Os números sorteados foram: 01 – 12 – 16 – 17 – 25 – 57.
74 apostas acertaram cinco dezenas e vão receber R$ 48.408,41;
5.871 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 871,65.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de terça-feira (1º), nas casas lotéricas ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.
Os preços dos medicamentos terão reajuste a partir desta segunda-feira (31). A mudança foi oficializada após publicação no Diário Oficial da União (DOU).
O valor, estabelecido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), funcionará como um teto de aumento para todo o setor farmacêutico.
Cabe aos fornecedores – farmacêuticas, distribuidores e lojistas – fixarem o preço de cada produto colocado à venda, respeitando o teto legal estabelecido de 5,06% e os demais níveis aplicados como estratégia diante da concorrência.
Os ajustes de preços possuem níveis determinados pela CMED, considerando que o teto estabelecido de 5,06%.
Os níveis menores podem ser aplicados, por exemplo, pelo comércio, para atrair consumidores.
Os níveis são:
Motivo dos reajustes
Para definição dos novos valores, o conselho de ministros da CMED leva em consideração fatores como a inflação dos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos e custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.
Para o aumento ter validade, as empresas farmacêuticas devem apresentar o Relatório de Comercialização para CMED.
Por lei, a apresentação do Relatório de Comercialização é obrigatória para todas as empresas que possuem registro de medicamentos.
O documento precisa conter os dados de faturamento e a quantidade vendida. Caso o relatório não seja enviado, esteja incompleto, inconsistente ou fora do prazo, as empresas podem ter punições.
Além disso, as empresas que possuem registro de medicamentos devem divulgar amplamente os preços de seus produtos em mídias especializadas de grande circulação.
O setor de comércio varejista deverá manter listas atualizadas dos preços dos medicamentos à disposição dos consumidores e dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.
Pelas regras, esses preços não podem ser superiores aos valores publicados pela CMED no Portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A divulgação do Preço Máximo ao Consumidor deve incluir os diferentes preços, que são resultados da incidência das cargas tributárias do ICMS, que variam conforme os estados de destino.
Anualmente, com base em uma série de critérios como a inflação, a CMED define níveis máximos de reajuste no valor dos remédios. Porém, o aumento não é automático e leva em conta uma série de fatores.
O fornecedor é responsável por fixar os valores de cada medicamento colocado à venda, respeitados os limites legais e as estratégias diante da concorrência.
A Anvisa afirma que o reajuste anual dos medicamentos funciona como um mecanismo de proteção aos consumidores de “aumentos abusivos”.
* Carlos Brandão
Durante as reuniões que fazemos com nossa equipe de governo, há uma máxima sempre repetida: o Maranhão tem pressa. É uma forma de dizer que, apesar de continuarmos avançando muito, ainda temos trabalho a fazer com o tempo que nos resta. Temos plena consciência dos problemas que enfrentamos. Mas, diante das limitações, temos a certeza de que estamos cumprindo o que nos é devido. Nosso governo trabalha muito ouvindo as pessoas, e, a partir de suas demandas, entrega resultados.
Hoje, queremos compartilhar com vocês as recentes iniciativas que reafirmam nosso compromisso com o desenvolvimento regional e a melhoria na qualidade de vida de todos os cidadãos. A entrega da reforma do Centro de Hematologia e Hemoterapia Dr. Dario Itapary Nicolau – o Hemomar –, é um marco em nossa política de investimentos em saúde. Com uma nova estrutura, que amplia a possibilidade de atendimento e moderniza os equipamentos, dobramos nossa capacidade de prestar serviços essenciais.
Agora, com ambulatório reformado e novos consultórios, garantimos maior conforto e segurança aos pacientes. Essa obra, com mais de 1.700 m², é fruto de uma gestão que investe com inteligência e que entende a importância de oferecer um serviço público de excelência.
Paralelamente, lançamos um ambicioso projeto de revitalização dos aeroportos regionais, com investimentos estratégicos em cidades, que são verdadeiros polos de desenvolvimento. Ao modernizarmos os aeródromos em 10 municípios, nessa primeira etapa, fortalecemos não só a aviação regional, mas também o fomento ao turismo, à produção agropecuária e à atração de novos investimentos. Além disso, esse projeto auxilia no reforço à saúde dos maranhenses, transforma a mobilidade e amplia as oportunidades para nossos cidadãos. Um exemplo claro de como nosso governo, municipalista que é, descentraliza o crescimento, levando infraestrutura de ponta para as nossas regionais, garantindo que cada município desempenhe seu papel no desenvolvimento econômico e social do estado.
Ações como essas têm feito com que o Maranhão alcance novos índices em várias áreas, principalmente no que diz respeito ao caminho rumo ao desenvolvimento. Agora mesmo, acabamos de subir duas posições no item “potencial de mercado”, em pesquisa realizada anualmente pelo Ranking de Competitividade dos Estados, do Centro de Liderança Pública. Em 2022, ocupávamos a 12ª posição do país. Agora, ocupando o quarto lugar entre os estados mais competitivos do Brasil, demonstramos nossa capacidade de atrair investimentos e de criar um ambiente favorável para o desenvolvimento dos negócios. Esse avanço reforça nosso potencial econômico e abre novas perspectivas para setores estratégicos, como o agronegócio, o turismo e as exportações.
O desenvolvimento de um estado não se faz com discursos, mas com ações concretas que transformam realidades. Governar é escolher prioridades! Escolhemos ouvir quem mais precisa e agir onde o potencial é maior. Cada obra entregue, cada indicador econômico positivo, comprova que uma gestão estadual eficiente se faz com planejamento técnico e visão municipalista.
Quando se ouve a população e se entrega resultados concretos, o estado evolui de forma integrada e sustentável, beneficiando não só a economia, mas também a qualidade de vida de todos os maranhenses.
* Governador do Maranhão
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.
Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.
A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas