Destaques
30/01/2026 - Leno Castro

Timbira FM transmite o Carnaval do Maranhão 2026, em São Luís, neste fim de semana

A Rádio Timbira FM transmite, neste domingo (1°), direto da Av. Litorânea, a programação do pré-carnaval do Maranhão 2026 na frequência 95,5 e, também, no canal do YouTube TV Timbira com apresentação de Aécio Macchi.

O pré-Carnaval do Maranhão 2026, promovidos pelo Governo do Maranhão, agita este fim de Semana no Centro Histórico, Av. Litorânea e Madre Deus, em São Luís.

A festa inicia, nesta sexta-feira (30) e prossegue no sábado (31) e domingo (1º).

São 3 circuitos:

– Vem Pro Centro (área da Praia Grande, no sábado)
– Vem Pra Madre (bairro da Madre Deus, no domingo)
– Vem para o Mar (na Av. Litorânea, no domingo)

Paralelo a programação nos três circuitos, o Governo do Maranhão promove festa de dois blocos do bairro da Madre Deus, com cortejo pelas ruas do bairro, iniciando sempre por volta das 17h.

– O Máquina de Descascar Alho sai no sábado (24)
– C de Asa sai no Domingo (25)

No sábado (31) tem, ainda, o Bloco da Imprensa, no Centro histórico de São Luís, com promoção, também, do Governo do Maranhão.

 

Vem Pro Mar

O gigante da Bahia, Léo Santana; a Banda Eva; e o grupo maranhense Bicho Terra estão entre as atrações, neste domingo (1º), a partir das 14h, no Circuito Vem Pro Mar, na Av. Liotorânea.

Programação Circuito Vem Pro Mar, no domingo (1º)14h – Feijoada Completa
15h – Máquina de Descascar’Alho
16h – Banda Eva
17h – Thaís Moreno
18h – Bicho Terra
19h30 – Léo Santana

 

Cortejo Deodoro/Praia Grande com blocos afros na sexta (30)

O cortejo carnavalesco desta sexta-feira (30) será com 14 blocos afros desfilando pelas ruas do Centro Histórico de São Luís. A concentração é na Praça Deodoro, a partir das 16h. O cortejo segue, pela Rua Grande, em direção à Praça Nauro Machado, na Praia Grande.

Os blocos afros resgatam o visual dos guerreiros das tribos africanas ao som dos tambores que ecoavam nas senzalas.

Desde sempre, o carnaval do Maranhão tem espaço para esses blocos pois eles compõem a identidade do maranhense, a identidade do povo brasileiro, representado pelo som, pelas vestimentas, pelo colorido das roupas e acessórios.

Participantes

Abibimã

Abiyéyé Maylô

Africanidade

Akomabu

Aruanda

Aiyê Amadê

Didara

GDAM

Officina Affro

Okan Lumiar

Filhos do Rei Xangô

Juremê

Netos de Nanã

Afro Omnirá.

 

Vem Pro Centro

No sábado (31), a partir das 14h, será realizado o Circuito Vem Pro Centro com uma programação animada e diversificada em três pontos distribuídos em três palcos:

Programação Circuito Vem Pro Centro, no sábado (31)

 

Palco Waldecy Vale  (Praça Nauro Machado)
14h – Tambor de Crioula Oriente
15h – Bloco Tradicional Os Apaixonados
16h – Bloco Afro Filhos do Rei Xangô
17h – Bloco Afro Officina Affro
18h – Bloco Afro Didara
19h – Bloco Tradicional Os Brasinhas

 

Palco Célia Sampaio (Praça do Reggae)
14h – DJ Joenny Roots
14h45 – DJ Dread Sandro
15h30 – DJ Rose Bombom
16h – Show Regiane Araújo
17h – DJ Chirley Roots
17h30 – Show Emanuele Paz
18h15 – DJ Sandra Marley
18h45 – Show Barba Branca
19h30 – Prévia do Bloco Jamaica Brasileira
Dança Gdam
Dança Negra Jane
Dança Dennis Brown & Silvia

 

Palco Fuzileiros da Fuzarca (Beco Catarina Mina)
14h – Grupo Samvibe
15h – Bloco Os Arrependidos
16h – Beatos do Samba
17h – Marabloco
18h – Grupo Groovaê
19h – A Máquina De Descascar’alho

 

Bloco da Imprensa

O Bloco da Imprensa tem concentração na praça Santo Antônio, no sábado (31), a a partir das 19h, Centro Histórico de São Luís, com promoção do Governo do Maranhão.

A organização é dos jornalistas Célio Sérgio, Joel Jacintho, Paulo Washington e Samartony Martins.

Programação

– Samba do Nivaldo Santos

– Bloco Tradicional

– Os Foliões

– Show de Carnaval de Gabriel Melônio

– Bateria Fabulosa da Flor do Samba

– Banda do Bicho Terra

(Foto/Capa/Instagram Leo Santana): Leo Santana

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30/01/2026 - Leno Castro

Timbira FM acompanha, neste domingo (1º), a decisiva sétima e última rodada Maranhense 2026

A Rádio Timbira FM acompanha, neste domingo (1°), a sétima e última rodada do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino 2026.

Está última rodada define as quatro equipes que estarão classificadas para as semifinais. O Moto Club já está classificado.

O 5º colocado permanece na Série A. O 6º e 7º colocados fazem duas partidas para verificar quem permanece na Série A e quem será rebaixado. O último colocado, no caso o ITZ Sport, já está rebaixado.

 

7ª Rodada (domingo, dia 1º de fevereiro)

– Domingo (1º) 16h – Imperatriz x IAPE, no estádio Frei Epifânio (Imperatriz)

– Domingo (1º) 16h – Sampaio Corrêa x ITZ Sport, no estádio Nhozinho Santos (São Luís)

– Domingo (1º) 16h – Maranhão (MAC) x Luminense, no estádio Castelão (São Luís)

– Domingo (1º) 16h – Moto Club x Tuntum, no estádio, no estádio Dario Santos (São José de Ribamar)

 

Classificação no Campeonato Maranhense 2026

1 – Moto Club – 12 pontos

2 – MAC – 10 pontos

3 – Luminense – 10 pontos

4 – IAPE – 10 pontos

5 – Tuntum – 8 pontos

6 – Sampaio Corrêa – 8 pontos

7 – Imperatriz – 5 pontos

8 – ITZ Sport – 1 pontos

(Foto/Capa/Instagram Moto Club): Equipe do Moto Club de São Luís

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29/01/2026 - Leno Castro

Resultado do vestibular da UEMA será divulgado na segunda-feira (2)

A Universidade Estadual do Maranhão (Uema) adiou para segunda-feira (2) o resultado do Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (Paes 2026), o vestibular que garante ingresso nos cursos de graduação da Uema e da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul).

O resultado estava agendado para divulgação nesta quinta-feira (29).

O resultado do Paes 2026 estará disponível nos canais oficiais da Uema, com a divulgação da lista de classificados e excedentes. Site da UEMA

Junto ao resultado, a universidade publicará o cronograma e as orientações para a matrícula institucional, etapa obrigatória para a garantia da vaga.

A Uema reforça a importância de que os candidatos acompanhem atentamente todas as informações oficiais para não perderem os prazos estabelecidos.

 

PAES 2026

Nesta edição, o Paes recebeu inscrições de 48.063 pessoas, que concorreram a 5.980 vagas, sendo 5.130 destinadas à Uema e 850 à UemaSul.

As vagas estão distribuídas em 23 campi, contemplando diferentes regiões do Maranhão.

As provas foram aplicadas em etapa única, com questões objetivas de múltipla escolha e produção textual, no dia 30 de novembro.

 

Novos cursos presenciais

A edição 2026 do vestibular foi marcada pela expansão da oferta acadêmica, com a criação de 20 novos cursos presenciais, distribuídos em 12 campi.

As novas graduações abrangem áreas estratégicas como saúde, tecnologia, ciências humanas e ciências sociais, ampliando o acesso à formação superior em regiões antes não contempladas.

Entre os cursos ofertados estão graduações como Psicologia, Enfermagem, Engenharia da Computação, Inteligência Artificial, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Letras em Libras e Educação Física (bacharelado), fortalecendo o papel da universidade no desenvolvimento regional.

Novo sistema de reserva de vagas amplia inclusão

Pela primeira vez, o Paes adotou o novo sistema de reserva de vagas, conforme a Medida Provisória nº 497/2025. Do total de vagas, 50% são destinadas a estudantes da rede pública, sendo metade desse percentual reservada a candidatos com renda per capita de até dois salários mínimos.

Dentro das vagas para egressos da rede pública, há ainda reserva proporcional para pretos, pardos, indígenas e quilombolas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O vestibular também assegura 5% das vagas para pessoas com deficiência e reserva 20% das vagas nos cursos de Formação de Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para candidatos negros.

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29/01/2026 - Leno Castro

SES realiza campanha de prevenção ao câncer de pênis

O Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) apresentou aos gestores municipais, o documento orientador da Campanha de Prevenção ao Câncer de Pênis, que será desenvolvida em todo o estado com foco na promoção do autocuidado, prevenção e identificação precoce da doença, especialmente no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS).

A iniciativa reforça o papel estratégico da Atenção Primária de Saúde (APS) na promoção da saúde do homem, desde ações educativas e preventivas até o encaminhamento e acompanhamento dos casos suspeitos e confirmados.

 

Câncer de pênis

O câncer de pênis é considerado um problema de saúde pública, com maior incidência nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país. O diagnóstico tardio está associado a tratamentos mutiladores, aumento da mortalidade e impactos significativos na qualidade de vida dos pacientes.

Entre os principais fatores relacionados à doença estão a falta de higiene íntima, o baixo autocuidado e a não vacinação contra o HPV na adolescência. Diante desse cenário, os municípios são orientados a fortalecer estratégias de ampliação da cobertura vacinal em meninos de 9 a 14 anos, com busca ativa dos faltosos em parceria com o Programa Saúde na Escola (PSE).

A campanha também destaca a importância de ações contínuas de educação em saúde e do enfrentamento de barreiras culturais e estigmas relacionados ao cuidado com a saúde masculina.

 

Objetivos da campanha

Entre os principais objetivos da campanha de prevenção ao câncer de pênis estão: sensibilizar profissionais de saúde, educação e a população masculina sobre a importância da prevenção; incentivar práticas de autocuidado e higiene íntima; ampliar a identificação precoce de lesões suspeitas na Atenção Primária; estimular a vacinação contra o HPV; reduzir estigmas e barreiras culturais relacionados à saúde do homem; e qualificar os fluxos de encaminhamento e acompanhamento dos casos suspeitos e confirmados.

A campanha será desenvolvida de forma integrada às ações de saúde do homem em todos os ciclos de vida, reforçando a importância da prevenção como estratégia fundamental para reduzir a incidência e os impactos da doença no Maranhão.

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29/01/2026 - Leno Castro

Brasil teve cerca de 84 mil desaparecidas 2025

O número oficial de pessoas desaparecidas e 2025 no Brasil chegou a 84.760, segundo dados enviados pelos estados e o DF ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

É o maior de desaparecido desde o início do levantamento, em 2015, e supera os índices registrados antes da pandemia de Covid-19.

Os dados consideram os casos de desaparecimentos em todas as faixas etárias e fazem parte do painel oficial de Pessoas Desaparecidas e Localizadas, alimentado pelas secretarias estaduais de segurança pública e pelo Distrito Federal.

Segundo a lei que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas (lei 13.812/2019), pessoa desaparecida é “todo ser humano cujo paradeiro é desconhecido, não importando a causa de seu desaparecimento”.

A taxa nacional de pessoas desaparecidas em 2025, independentemente da idade, foi de 39 casos a cada 100 mil habitantes, considerando os registros consolidados ao longo do ano.

 

Número de desaparecidos por estado

São Paulo: 20.546 casos (taxa por 100 mil habitantes: 44,59 desaparecidos)

Minas Gerais: 9139 casos (taxa: 42,72 desaparecidos)

Rio Grande do Sul: 7611 casos (taxa: 67,75 desaparecidos)

Paraná: 6455 casos (taxa: 54,29 desaparecidos)

Rio de Janeiro: 6331 casos (taxa: 36,76 desaparecidos)

Santa Catarina: 4317 casos (taxa: 52,73 desaparecidos)

Bahia: 3929 casos (taxa: 26,42 desaparecidos)

Goiás: 3631 casos (taxa: 48,91 desaparecidos)

Pernambuco: 2745 casos (taxa: 28,71 desaparecidos)

Ceará: 2578 casos (taxa: 27,81 desaparecidos)

Espírito Santo: 2421 casos (taxa: 58,66 desaparecidos)

Distrito Federal: 2235 casos (taxa: 74,58 desaparecidos)

Mato Grosso: 2112 casos (taxa: 54,24 desaparecidos)

Pará: 1238 casos (taxa: 14,21 desaparecidos)

Maranhão: 1182 casos (taxa: 16,84 desaparecidos)

Rondônia: 1018 casos (taxa: 58,11 desaparecidos)

Amazonas: 982 casos (taxa: 22,72 desaparecidos)

Paraíba: 929 casos (taxa: 22,31 desaparecidos)

Rio Grande do Norte: 775 casos (taxa: 22,43 desaparecidos)

Piauí: 744 casos (taxa: 21,98 desaparecidos)

Alagoas: 729 casos (taxa: 22,63 desaparecidos)

Sergipe: 728 casos (taxa: 31,66 desaparecidos)

Tocantins: 609 casos (taxa: 38,38 desaparecidos)

Roraima: 577 casos (taxa: 78,1 desaparecidos)

Acre: 413 casos (taxa: 46,7 desaparecidos)

Amapá: 408 casos (taxa: 50,59 desaparecidos)

Mato Grosso do Sul: 378 casos (taxa: 12,92 desaparecidos)

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29/01/2026 - Leno Castro

MEC divulgou resultado do Sisu 2026

O resultado da chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 foi divulgado, pelo Ministério da Educação (MEC), na madrugada desta quinta-feira (29). A lista de aprovados está disponível no site do programa (acessounico.mec.gov.br/sisu).

A edição seleciona alunos para o primeiro e o segundo semestres letivos deste ano. As inscrições ocorreram de 19 a 23 de janeiro.

O Sisu é o programa do governo federal que seleciona estudantes para instituições públicas de ensino superior, a partir do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As matrículas iniciam na segunda-feira (2).

 

UFMA e no IFMA

O Maranhão tem 8,8 mil vagas no processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026. Dessas, 6.098 serão disponibilizadas pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e 2.779 pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA).

Esta edição do Sisu é considerada a maior da história do programa, com a participação de 136 instituições de ensino superior e a oferta de 7,3 mil cursos disponíveis em 587 municípios, ampliando o acesso à educação superior pública e de qualidade.

 

Procedimentos para os aprovados

Quem for selecionado na chamada regular deve procurar a instituição de ensino a partir de 2 de fevereiro para seguir com o processo de matrícula. É importante conferir os prazos e etapas definidos pela instituição.

 

Não aprovados ainda tem chances

Quem ainda não conseguiu uma vaga pode acessar o site do programa de 29 de janeiro a 2 de fevereiro e manifestar interesse na lista de espera. Esses candidatos concorrerão às vagas que não forem preenchidas na chamada regular. Mas atenção: cada candidato poderá escolher apenas uma das duas opções de curso originais, e a divulgação dos selecionados na lista de espera, bem como os prazos da etapa, são de responsabilidade da instituição de ensino.

 

Sisu 2026

Em 2026, são 274,8 mil vagas em 7.399 cursos de graduação e 136 instituições públicas de ensino superior de todas as regiões do país.

E a edição trouxe uma novidade: neste ano, o Sisu permitiu que os candidatos submetessem notas de uma das três edições mais recentes do Enem. Neste caso, Enem 2023, 2024 ou 2025. Até o ano passado, podiam se inscrever apenas quem havia feito a última edição do exame.

Além de ter feito o Enem em uma das três edições mais recentes, o candidato devia ter tirado nota acima de zero na redação e ter ensino médio completo.

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29/01/2026 - Leno Castro

Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na quarta-feira (28), resolução que amplia o uso de terapias à base de cannabis. Com a norma, fica autorizada a venda do canabidiol em farmácias de manipulação e o cultivo da planta no Brasil – por pessoas jurídicas – voltada para a fabricação de medicamentos e outros produtos aprovados.

Neste caso, a produção é restrita, compatível com a procura pelos itens e conforme indicado pelas empresas à Anvisa.

Com a nova resolução do órgão, também fica permitida a comercialização de medicamentos usados via bucal, sublingual e dermatológica.

Também fica permitida a importação da planta ou do extrato para a fabricação de medicamentos.

As mudanças nas regras do uso da cannabis no país atendem a pedido do Superior Tribuna Federal (STF) que, no fim do ano passado, determinou que a Anvisa regulamentasse o uso da planta desde que com fins medicinais.

A Anvisa pretender criar e coordenar um comitê, integrado pelos Ministérios da Justiça, da Saúde e da Agricultura e Pecuária.

O comitê ficará incumbida de manter ações permanentes de controle e assegurar fiscalização e segurança em todas as etapas de produção.

 

THC

Ficou decidido na reunião da Anvisa um limite de até 0,3% de THC (Tetrahidrocanabinol), composto da planta, tanto para materiais importados como para adquiridos. O THC é usado para tratamento de pessoas que vivem com diversas doenças debilitantes e crônicas.

 

Aderência à cannabis no Brasil

Apesar dos obstáculos para obtenção dos remédios à base de cannabis, o Brasil soma 873 mil pessoas em tratamento, segundo o anuário da Kaya Mind, de 2025. O número é recorde e aparece após uma curva ascendente, ano após ano.

No total, há 315 associações provedoras de cannabis medicinal, das quais 47 conquistaram avanços judiciais para cultivo. Ao todo, foram identificadas pela Kaya Mind 27 hectares de plantio mantido por essas organizações.

O faturamento anual também é uma demonstração da maior aceitação desse tipo de substância. Em 2025, houve uma alta de 8,4% na comparação com 2024, chegando a R$ 971 milhões. Por seu potencial de mercado, o Brasil sedia a ExpoCannabis, que, ano passado, realizou sua terceira edição.

A proporção é de cerca de 2,7 médicos que prescrevem medicamentos canábicos para cada 10 mil pacientes, com uma média que fica entre 5,9 mil e 15.100 profissionais da saúde receitando mensalmente. Se, entre médicos, tem havido popularização, dentistas têm tido mais resistência. Apenas 0,2% deles os indicam aos pacientes que atendem.

Desde 2015, ao menos R$ 377,7 milhões foram gastos com fornecimento público de produtos à base de cannabis e somente cinco estados ainda não têm leis de fornecimento público de cannabis medicinal. Além disso, oito em cada dez (85%) dos municípios brasileiros já tiveram ao menos um paciente tratado com cannabis desde 2019.

O relatório ressalta o encaminhamento, por 68 empresas, de 210 pedidos de Autorização Sanitária pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 327/19 desde 2020, com aprovação de 24 foram delas.

(Foto/capa/Divulgação): remédio a base de cannabis

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28/01/2026 - Leno Castro

SEDUC abre inscrições para cursos gratuitos de teatro, ballet, dança popular e música em 2026

A Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (Seduc), em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secma), divulgou o edital para o preenchimento de 555 vagas em cursos livres de artes oferecidos pelo Núcleo Arte Educação (NAE) em 2026. Serão disponibilizadas ainda outras 555 vagas em cadastro reserva.

As inscrições são gratuitas e ocorrem entre 9 e 20 de fevereiro, exclusivamente pelo site da Seduc.

 

Cursos

Os cursos abrangem as áreas de teatro, dança e música, com opções de nível de iniciação e intermediário. Entre as modalidades disponíveis estão Ballet Clássico (infantil e regular), Jazz Dance, Dança Popular Maranhense, Dança Contemporânea, Teatro, Piano, Violão e Canto Coral.

As aulas serão realizadas em turnos matutino, vespertino e noturno, em espaços como o Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama), o Teatro João do Vale e o Curso de Música da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Público-alvo e requisitos

Podem se inscrever estudantes a partir de 7 anos (Ballet Clássico Infantil e Teatro) e 8 anos (demais cursos de iniciação). Para os cursos intermediários, a idade mínima é de 15 anos. É necessário ter disponibilidade para frequentar as aulas nos horários estabelecidos e, para o nível intermediário, comprovar experiência básica na área, com exceção da Dança Popular Maranhense, que não exige conhecimento prévio.

A seleção priorizará estudantes da rede pública de ensino, que terão garantidos 85% das vagas. Os 15% restantes serão destinados a alunos de instituições privadas, comunitárias ou filantrópicas.

Processo seletivo

As inscrições devem ser feitas no site da Seduc, com a ordem de inscrição como critério de seleção. Os candidatos passarão por audições e entrevistas entre 9 e 18 de março — classificatórias para cursos de iniciação e eliminatórias para os intermediários.

Os aprovados deverão apresentar documentação pessoal; menores precisam estar acompanhados dos responsáveis. Os cursos terão 96 horas de duração ao longo de um ano letivo, exigem frequência mínima de 75% e participação obrigatória nos espetáculos finais para certificação.

As audições, locais e resultados serão divulgados nos canais oficiais da Seduc. O resultado final sai em 20 de março e as aulas começam em 23 de março.

 

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28/01/2026 - Leno Castro

Governo do Maranhão vai administrar o Porto do Itaqui por mais 30 anos  

O Governo do Maranhão, por meio da pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), vai administrar o Porto do Itaqui, em São Luís, por mais 30 anos. A renovação da gestão será assinada em solenidade a ser realizada, nesta quinta-feira (29), às 14h, com a presença do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; do governador Carlos Brandão; e da presidente do Porto do Itaqui, Oquerlina Costa.

A renovação da gestão do Porto do Itaqui pela Emap se apoia em indicadores que evidenciam a relevância estratégica do complexo portuário para o Maranhão e para o país, reunindo impacto econômico expressivo, recordes históricos de movimentação, investimentos robustos em infraestrutura, reconhecimento nacional em eficiência e sustentabilidade, além de parcerias consolidadas com grandes players do setor logístico e energético.

O ato marca a continuidade de um modelo de sucesso iniciado em 2001, que transformou o Itaqui no maior porto público do Arco Norte, no quarto maior do Brasil e no porto que mais cresce no Nordeste. A renovação garante a segurança jurídica necessária para novos investimentos e consolida o Maranhão como o principal hub logístico do corredor Centro-Norte do país.

A renovação da gestão do Porto do Itaqui pela Emap se apoia em indicadores que evidenciam a relevância estratégica do complexo portuário para o Maranhão e para o país, reunindo impacto econômico expressivo, recordes históricos de movimentação e investimentos robustos em infraestrutura. O ato ainda se ampara no reconhecimento nacional em eficiência e sustentabilidade, além de parcerias consolidadas com grandes players do setor logístico e energético.

Pontos relevantes

Impacto econômico: o Porto do Itaqui é hoje um dos principais motores da economia maranhense, respondendo por 35% de todo o ICMS arrecadado no estado e gerando aproximadamente 100 mil empregos diretos e indiretos.

Recordes de movimentação: a assinatura ocorre em um momento histórico. Em 2025, o porto atingiu a marca de 36,8 milhões de toneladas movimentadas, o maior volume registrado em seus 25 anos de história.

Infraestrutura e investimentos: recentemente, o porto recebeu um aporte de R$ 280 milhões para a construção do Berço 98. Além disso, o Itaqui possui o berço público mais profundo do Brasil (Berço 106), com 19 metros de profundidade natural, permitindo a operação de navios de grande porte.

Eficiência e sustentabilidade: sob a gestão da EMAP, o porto tornou-se referência nacional em gestão pública, sendo o primeiro porto público do Brasil a lançar um plano de descarbonização, além de acumular quatro certificações ISO internacionais.

Parcerias estratégicas: o complexo portuário abriga operações de grandes empresas como Vale, Suzano, Eneva e Petrobras, além do Tegram, um dos maiores terminais de grãos do mundo.

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28/01/2026 - Leno Castro

INSS paralisa serviços para atualizar sistema

O Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) paralisou seus serviços de atendimento ao público com o objetivo de atualizar e aprimorar o seu sistema de funcionamento

A parada começou às 19h (horário de Brasília) de terça-feira (27) e segue até o dia 1º de fevereiro. Neste período, as agências do INSS vão ficar fechadas para o público.

Também não haverá atendimento na Central 135, no site e no aplicativo Meu INSS.

A Dataprev, empresa responsável pela tecnologia da informação da Previdência Social, informou ao INSS que no fim do mês teria de paralisar os serviços para modernizar os sistemas.

Em nota, o INSS afirmou está mantendo contato diário com a Dataprev para monitorar a situação.

Por causa da paralisação, o INSS antecipou atendimentos que estavam previstos entre os dias 28 e 30 de janeiro e que só no último fim de semana adiantou mais de 21 mil atendimentos, entre perícias e avaliações sociais. E mesmo nos dias de mutirão, muita gente ficou sem atendimento.

Também em nota, a Dataprev declarou que, na última semana, atuou para manter o funcionamento do Meu INSS diante de um aumento excepcional no volume de acessos – cerca de seis vezes maior que o habitual.

A Dataprev explicou que o aumento nos acessos se deu, entre outros motivos, pela divulgação da indisponibilidade programada dos sistemas e explicou que, durante a paralisação, fará a modernização dos sistemas previdenciários com a migração de dados para uma plataforma tecnológica mais atual, que amplia a capacidade de evolução e sustentabilidade das soluções.

Quem tinha atendimento agendado e não foi atendido nos mutirões poderá consultar uma nova data a partir de 2 de fevereiro. Com os serviços parados, o INSS também prorrogou o prazo para quem precisa contestar descontos indevidos em pensões e aposentadorias. O prazo, que terminava no próximo dia 14 de fevereiro, vai agora até 20 de março.

 

Nota do INSS

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informa que as agências da Previdência Social não realizarão atendimento presencial nos dias 28, 29 e 30 de janeiro, em razão de melhorias programadas nos sistemas previdenciários, conforme oficiado pela Dataprev, empresa responsável pela tecnologia da informação da Previdência Social.

Os serviços digitais prestados por meio do Meu INSS (site e aplicativo) e da Central Telefônica 135 ficarão indisponíveis a partir das 19h do dia 27 até o dia 31.

A medida é necessária para a modernização dos sistemas, garantindo maior estabilidade, segurança e eficiência dos serviços.

Para reduzir os impactos aos cidadãos, o INSS realizará atendimentos extras nos finais de semana dos dias 17 e 18 e 24 e 25 de janeiro, com o objetivo de antecipar agendamentos e compensar a suspensão temporária do atendimento presencial. Caso o beneficiário prefira receber atendimento em dia útil, o INSS garantirá o reencaixe.

O INSS agradece a compreensão da população e reforça seu compromisso com a melhoria contínua dos serviços prestados.

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Prazo para pagar taxa de inscrição do ENEM 2026 encerra na segunda (22)

O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).

O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.

O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante  no portal do Inep.

Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.

Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

 

Estudante com direito à gratuidade

  • Está cursando o último ano do ensino médio no ano de 2026, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica;
  • Tenha cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
  • Declare situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
  • Sejam participantes do programa Pé-de-Meia.

8,4 milhões de brasileiros ainda não sabem ler e escrever

O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.

São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.

Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).

Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).

A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.

“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.

 

Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos

Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.

 

Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos

Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).

“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.

 

Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo

A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.

Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.

A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.

 

Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos

Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).

O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.

 

Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia

Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.

William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.

 

Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio

Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.

Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.

Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.

 

Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)

Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.

Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.

William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.

Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.

 

Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos

Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.

Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.

“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.

Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.

 

Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar

Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.

“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.

Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.

Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.

“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.

 

Mais sobre a pesquisa

Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.

A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.

 

Rádio Timbira transmite o jogo Sampaio X Trem pela série D do Brasileirão 2026

A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.

 

MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)

O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.

O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.

Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.

A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.

O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.

O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo

 

Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)

A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.

A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.

O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.

Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo

– Narração: Roberto Ramos

– Comentários: Edivan Fonseca

– Reportagens: Noel Soares

– Plantão: Christyan França

– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim

 

Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)

O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.

O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.

 

Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira

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Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas

  • Rádio Universidade FM – São Luís/MA – Paulo Pellegrini (operação de Maira Nogueira);
  • Central de Notícias Brasil (e mais de 150 rádios) – São Luís/MA – Humberto Fernandes/Kleuberth Costa;
  • Rádio Açaí FM 87.9 – Imperatriz/MA – Regy Watts;
  • Rádio Brasil Esportes WEB – São Luís/MA – Roberto Ramos;
  • Rádio Canal Esporte WEB – Imperatriz/MA – Regy Watts;
  • Rádio Esse WEB – São Luís/MA – Sólon Vieira;
  • Rádio Maracu – Viana/MA – Tania Diniz;
  • Rádio OK FM 93.7 – Caxias/MA – Valdir Rios;
  • Rádio Princesa WEB – Pinheiro/MA – Alberto Ribeiro.