1. Português: A linguagem do Romantismo
2. Biologia: Estruturas básicas e funcionamento do tecido epitelial
3. Educação Física: Sistema Esquelético
4. Física: Princípio da óptica geométrica
Sessão ouve o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich:
Reportagem: Noel Soares
5/5/2021
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Repórter: Fabiana Serra
05/05/2021
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Repórter: Quecia Carvalho
05/05/2021
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Repórter: Adilson Sousa
05/05/2021
Foi iniciada, na manhã desta quarta-feira (5), a Operação Desatino nos municípios de Brejo, Santa Quitéria do Maranhão e Tutóia, pela Polícia Federal – PF, com o apoio da Controladoria-Geral da União – CGU. A Operação, que conta com 30 policiais federais em atividade, tem como alvo um grupo criminoso que atua em fraudes licitatórias e irregularidades contratuais no município de Brejo.
De acordo com a Polícia, o esquema criminoso envolve recursos públicos federais que seriam utilizados no combate à pandemia da Covid-19. Ao todo, sete mandados de busca e apreensão e um mandado de suspensão do exercício de função pública foram expedidos.
Ainda segundo a PF, a prefeitura de Brejo, através da Secretaria Municipal de Saúde, fez a contratação de uma determinada empresa para a prestação de serviços no município, pelo valor de R$ 5.770.000 (cinco milhões, setecentos e setenta mil reais).
A empresa que venceu o certame seria de fachada, ou seja, não possui estrutura para prestar os serviços contratados, além disso ela pertence a um médico que foi lotado até fevereiro de 2020 no gabinete do prefeito de Brejo.
Durante as investigações Operação Desatino, que leva o nome pela falta de bom senso dos gestores no desvio de recursos públicos em plena pandemia, a PF identificou graves indícios de fraude ao Pregão Eletrônico que subsidiou o contrato.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude à licitação, peculato e associação criminosa, penas que somadas podem chegar a 19 anos de prisão.
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Repórter: Maria Spindola
05/05/2021
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Repórter: Maria Spindola
05/05/2021
Abranger a cobertura vacinal durante a campanha de vacinação contra a Covid-19 tem se tornado cada vez mais uma realidade no Maranhão, um exemplo disso é a imunização de profissionais da educação básica e superior. Até essa terça-feira (4), 45.438 mil profissionais já foram imunizados em todo o Estado.
Esta classe trabalhadora foi incluída na campanha de vacinação desde o dia 20 de abril, através de uma ação do Governo do Estado, juntamente com a Secretaria de Estado de Educação – Seduc, e a Secretaria de Estado da Saúde – SES. De acordo com a Secretaria, a vacinação iniciou em profissionais de 55 anos ou mais, e em algumas regiões do Maranhão a campanha já cobre a idade de 30 anos.
O secretário de Educação, Felipe Camarão, aponta o progresso da campanha em ritmo acelerado: “ O processo de imunização dos trabalhadores da educação no Maranhão tem sido destaque graças ao esforço conjunto do governo e dos municípios para garantir todas as condições para vacinação desse grupo que é fundamental para o retorno das aulas híbridas, previsto para o segundo semestre, após a vacinação” afirma.
Vacinação dos profissionais da educação
A Campanha de Vacinação no estado do Maranhão inclui todos os profissionais da educação que estão em atividade das redes públicas federal, estadual, municipais e privada. Nesta semana em São Luís, estão sendo vacinados profissionais com 40 anos ou mais. O local de vacinação é o IEMA Rio Anil (Cintra), e em Drive Thru no estacionamento do São Luís Shopping.
O Governo do Maranhão entregou, no último fim de semana, as obras de recuperação da MA-372, que liga a MA-270, em Mirador, à BR-230, em São Domingos do Azeitão.
É a maior obra de pavimentação executada pela atual gestão do Governo do Maranhão.
A MA-372 é chamada de rodovia do desenvolvimento e é essencial para o deslocamento da população e para a atividade econômica, impactando no escoamento da produção agrícola de todo o estado.
Com extensão de 85 km, a nova rodovia vai fortalecer a mobilidade, melhorar o escoamento da produção e a integração entre os municípios da região sul do estado.
O governador Carlos Brandão destacou que a entrega representa a concretização de um sonho de mais de 50 anos da população. “
A estimativa é que com a nova estrada os municípios produtores de grãos economizem cerca de 130 quilômetros para que a produção chegue até ao Porto do Itaqui, principal modal de exportação do Arco Norte brasileiro.
A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) divulgou, nesta semana, a segunda lista com os cadastros participantes do Programa Expresso do Trabalhador, iniciativa por meio da qual o Governo do Maranhão oferece transporte gratuito para os municípios, incluindo os que depende, diariamente, da rota entre São Luís e os municípios de Rosário e Icatu.
A iniciativa, que já está em operação desde o dia 11 deste mês, está transportando, diariamente, centenas de pessoas sem custo algum nessas rotas, antes atendida pela empresa Cisne Branco.
A lista completa dos cadastros deferidos está disponível neste link.
Aqueles que tiveram o cadastro aprovado deverão comparecer presencialmente à Rodoviária de São Luís, nesta segunda-feira (18), a partir das 10h, para retirada do ticket de acesso gratuito aos veículos do programa. Essa entrega será realizada pela equipe da MOB no local.
O Expresso do Trabalhador está funcionando como uma solução de mobilidade para estudantes, trabalhadores e pessoas em tratamento de saúde que realizam frequentemente o deslocamento entre esses municípios. Além dos ônibus gratuitos do Expresso do Trabalhador, a população também conta com as vans da cooperativa COOPTRARIO, que seguem operando diariamente em diversos horários nessa rota.
Para ter acesso gratuito aos ônibus do programa, é necessário realizar cadastro junto à MOB e atender aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 93/2026 – MOB.
Os cadastros seguem abertos e em análise, ou seja, novos usuários ainda poderão ser contemplados nas próximas listas divulgadas pela Agência. Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a equipe de atendimento do Expresso pelo número (98) 98327-0056 ou presencialmente na Rodoviária de São Luís.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu, no último fim de semana, uma declaração de “emergência de saúde pública de importância internacional” devido ao novo surto de ebola causado pelo vírus Bundibugyo que afeta a República Democrática do Congo e Uganda.
A declaração, dada após consultas aos estados afetados, inclui um anúncio de “emergência pandêmica”, embora o comunicado ressalte que o surto ainda “não cumpre os critérios de emergência pandêmica”, tal como são definidos no Regulamento Sanitário Internacional (RSI) de 2005.
Segundo a OMS, o ebola apresenta uma taxa de mortalidade entre 60% e 80%, é transmitido por fluidos corporais e causa febre alta, fraqueza intensa e hemorragias graves.
Não existe vacina aprovada contra a variante Bundibugyo do vírus Ebola. As vacinas atualmente existentes e licenciadas no mundo, como a Ervebo desenvolvida pela Merck, são eficazes apenas contra a cepa Zaire do vírus e não conferem imunidade ou proteção cruzada contra a cepa Bundibugyo.
Casos na África
Entre as condições que levaram o organismo internacional a qualificar a situação como emergência estão os oito casos de contágio confirmados na sexta-feira (15) por laboratórios, 246 casos suspeitos e 80 supostas mortes na província de Ituri, na República Democrática do Congo.
Dois laboratórios confirmaram casos, incluindo um óbito, sem vínculo aparente entre eles, em um período de 24 horas, em Kampala, em Uganda, entre sexta-feira e sábado (16).
Estes eventos constituem uma preocupação maior devido à possibilidade de “propagação internacional da doença”, da qual já foram documentados em Uganda dois casos confirmados de pessoas que viajaram da República Democrática do Congo.
Mobilização internacional
Os centros de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC África) demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão devido à intensa mobilidade populacional e convocaram uma reunião urgente de coordenação de alto nível com entidades regionais e internacionais, como a OMS e os CDC dos Estados Unidos da América (EUA), da China e da Europa.
Na declaração, a entidade sanitária afirma que se “requer coordenação e cooperação em nível internacional para compreender o alcance do surto, coordenar as medidas de vigilância, prevenção e resposta, ampliar e reforçar as operações e garantir a capacidade para aplicar medidas de controle”.
No mesmo documento, a OMS recomendou “ativar os mecanismos nacionais de gestão de desastres e emergências e estabelecer um centro de operações de emergência e envolver a comunidade – por meio de líderes locais, religiosos e tradicionais, bem como de curandeiros –, de modo que ajudem na identificação de casos, no rastreamento de contatos e na educação sobre os riscos”.
O último surto na RD Congo ocorreu no final de 2025 na província de Kasai (centro). Tratou-se do décimo sexto no país desde a descoberta do vírus em 1976.