A 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Maranhão está lotando o Centro de Convenções da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no Campus do Bacanga, em São Luís (MA).
O evento, que segue até sexta-feira (24), atrai, principalmente, estudantes, professores, pesquisadores e famílias inteiras curiosas para explorar o universo da ciência, da tecnologia e da inovação.
Com o tema “Planeta Água – Cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”, a SNCT 2025 abriu espaço para discussões sobre sustentabilidade, preservação dos recursos naturais e o papel da ciência no enfrentamento das mudanças climáticas — tudo de forma acessível, educativa e interativa.
Abertura
A abertura do evento, na terça-feira (21), teve a presença de autoridades, gestores, pesquisadores e representantes de instituições parceiras, reforçando o compromisso coletivo em promover a popularização da ciência em todo o estado.
O público pôde conferir, já no primeiro dia, uma programação diversificada com oficinas de robótica e experimentos científicos, feiras tecnológicas, palestras inspiradoras e exposições de inovação. Os estandes interativos atraíram centenas de visitantes, especialmente estudantes da rede pública, que vivenciaram experiências práticas em áreas como astronomia, biotecnologia, inteligência artificial e sustentabilidade.
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é uma realização do Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e no Maranhão é promovida pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-MA), com apoio de universidades, institutos de pesquisa e parceiros institucionais.
Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, devem se reunir no próximo domingo (26), na Malásia, conforme informações de fonte diplomáticas dos dois países.
O encontro vem sendo articulado, há semanas, por integrantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos, desde que os dois chefes de Estado se encontraram brevemente durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro, em Nova York.
Os dois presidentes estão confirmados para o encontro da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que ocorrerá em Kuala Lumpur, capital da Malásia, no domingo (26) e segunda-feira (27).
Lula na Ásia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou, na terça-feira (21), no sudeste asiático, para visita a Indonésia e Malásia.
A programação inclui participações na cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) e no encontro de líderes do Leste Asiático (EAS).
O comércio do Brasil com os países da Asean superou US$ 37 bilhões, no ano passado, e continua crescendo. Se fosse um único país, a Asean seria o quinto principal parceiro comercial do Brasil, atrás da China, União Europeia, dos Estados Unidos e da Argentina.
A Asean pode ampliar ainda mais as possiblidades de escoamento de produtos brasileiros exportados, já que os países do bloco responderam, no ano passado, por mais de 20% do superávit de comércio exterior global do Brasil, com um saldo favorável à balança nacional da ordem de US$ 15,5 bilhões, segundo informou o Itamaraty.
Entre os principais objetivos da viagem, segundo o governo brasileiro, está uma aproximação política com os países da região e a possibilidade de expansão do comércio bilateral.
Reuniões bilaterais
Lula também participará de reuniões bilaterais com os países anfitriões e outros chefes de Estado visitantes, entre os quais Donald Trump e e primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.
Programação na Indonésia
A primeira parada de Lula será Jacarta, capital da Indonésia, a maior economia da região, onde o presidente é recebido em visita de Estado para reafirmar a relação estratégica bilateral. É também uma retribuição da recente visita do presidente indonésio, Prabowo Subianto, ocorrida em julho deste ano, logo após a 17ª Cúpula do Brics, realizada no Rio de Janeiro.
Programação na Malásia
Na Malásia, a programação de Lula começa sábado (25), com a visita oficial ao país e reunião com o primeiro-ministro malaio Anwar Ibrahim. Os dois líderes vêm desenvolvendo uma aproximação política nos últimos anos, especialmente por compartilharem visões comuns em temas globais como a questão Palestina, a guerra na Ucrânia, o combate à fome e a necessidade de reforma no sistema de governança global.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) absolveu, nesta semana, sete réus que ainda eram julgados pelo incêndio no Ninho do Urubu, o qual vitimou 10 jogadores das categorias de base do Flamengo em 2019. A sentença foi publicada nesta terça-feira na 36ª Vara Criminal da Comarca da Capital, assinada pelo juiz Tiago Fernandes de Barros. Outros quatros réus envolvidos no episódio já foram absorvidos.
O Ninho do Urubu é o espaço das categorias de base da equipe carioca.
Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelo caso. Duas delas (o ex-diretor de base Carlos Noval e o engenheiro Luiz Felipe Pondé) tiveram a denúncia descartada pela Justiça fluminense ainda em 2021. Na mesma decisão, monitor Marcus Vinícius Medeiros foi absolvido da acusação.
O magistrado apontou na decisão desta terça-feira que não há demonstração de culpa penal e disse não ser possível estabelecer causa e efeito entre as condutas individuais dos réus e o fato.
Ainda segundo Fernandes de Barros, não há provas suficientes que fundamentem a condenação. Ele aponta que nenhum dos acusados tinha atribuições diretas sobre a manutenção ou segurança elétrica dos módulos que alojavam os jovens.
O governador Carlos Brandão assinou, nesta semana, a ordem de serviço para a terceira etapa das obras da Avenida Metropolitana, em solenidade realizada em frente ao retorno da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), na área da Cidade Operária, em São Luís. A nova obra consiste na implantação de um trecho inédito entre a Rotatória da UEMA e o entroncamento com a MA-201 (Estrada de Ribamar).
A nova via será estrategicamente integrada aos trechos já implantados da Avenida Metropolitana e complementará o Corredor Metropolitano, consolidando uma nova ligação entre o centro de São Luís e os principais eixos viários que interligam Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa.
O governador Carlos Brandão ressaltou as melhorias realizadas na infraestrutura viária da região e destacou que esta é uma das maiores obras de mobilidade urbana da história da capital maranhense.
A obra é parte do projeto de transformação da infraestrutura urbana da Região Metropolitana de São Luís. Com a redução dos congestionamentos viários, melhoria no escoamento do tráfego oriundo da UEMA e bairros universitários, e o destravamento do trânsito nos acessos à Forquilha, Maiobão e Cidade Operária.
Evolução das etapas
A primeira etapa da Avenida Metropolitana foi entregue em abril deste ano e já está melhorando o tráfego na região. Com 1,6 quilômetro, o trecho da Vila Funil (KM 2 da BR-135) até a avenida principal do bairro São Raimundo, em São Luís, trouxe mais fluidez ao trânsito, possibilitando um melhor acesso à cidade.
Já a segunda etapa da Avenida Metropolitana conta com três trechos: do São Raimundo para o Parque Independência; do Parque Independência para a UEMA; e do Parque Independência para a Avenida Guajajara. Com a conclusão dessas obras, será possível perceber os impactos positivos em dois importantes corredores da Grande Ilha: as Avenidas Guajajara e Jerônimo de Albuquerque.
Sobre a Avenida Metropolitana
A Avenida Metropolitana é essencial para solucionar problemas viários históricos no trânsito, melhorar a acessibilidade regional e promover a integração da Grande Ilha. O sistema viário da região que está sendo beneficiada com as obras opera, atualmente, acima da capacidade, especialmente nos horários de pico.
O planejamento da obra considerou a demanda prevista para o trânsito da região nos próximos 30 anos. A nova avenida contará com três faixas de rolamento em cada um dos dois sentidos, abrigos para usuários do transporte coletivo, calçadas de ambos os lados, ciclovia e canteiro central com iluminação.
Quando estiver totalmente concluída, a Avenida Metropolitana será um novo anel viário, promovendo um tráfego mais seguro e eficiente com a integração de milhares de pessoas que moram em 50 bairros da área beneficiada, distribuídos entre os municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.
Ao todo, estão sendo investidos R$ 118 milhões na construção do novo corredor viário. A obra está sendo viabilizada pelo Governo do Maranhão, em parceria com o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades.
O governador Carlos Brandão assinou, nesta terça-feira (21), ordem de serviço para a terceira etapa das obras da Avenida Metropolitana, localizada na Grande Ilha.
A solenidade aconteceu em frente ao retorno da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), na área da Cidade Operária.
O novo trecho da obra compreende uma extensão de aproximadamente 3 km, ligando a rotatória da Uema ao entroncamento com a MA-201, também conhecida como Estrada de Ribamar.
Esse segmento será integrado aos trechos já implantados da Avenida Metropolitana e contribuirá para maior fluidez do trânsito na Grande São Luís.
A obra da Avenida Metropolitana possui um total de quatro etapas e sua conclusão criará um corredor metropolitano, consolidando uma nova ligação entre o centro de São Luís e os municípios de Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa.
As quatro etapas da Avenida Metropolitana são:
– Primeira: do Funil (BR-135) ao bairro São Raimundo;
– Segunda: do bairro São Raimundo ao Parque Independência;
– Terceira: do Parque Independência a Avenida Guajajara;
– Quarta: do Parque Independência à Estrada de Ribamar (ou Rotatória da UEMA, ou Posto Maracajá).
O Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado Extraordinária da Juventude (Seejuv), realiza nesta terça-feira (21), às 10h, a entrega dos murais grafitados, do Programa Arte de Rua, no Viaduto do Café, em São Luís (Outeiro da Cruz, São Luís).
A intervenção artística foi produzida pelo artista visual e urbano Nando Pontes, integrante do programa.
Transporta para o viaduto elementos da natureza e da cultura maranhense, com cores e traços que representam a identidade do povo e a valorização das expressões urbanas.
Alguns desenhos de grafite se unem, em forma de pintura, com pinturas da própria estrutura do viaduto gerando um visual ampliado e diferenciado.
Arte de Rua
O Arte de Rua é uma iniciativa do Governo do Maranhão.
A iniciativa une arte, educação e cidadania, promovendo a formação de jovens grafiteiros e a ocupação criativa de espaços públicos em vários espaços do Maranhão.
A Petrobras obteve a licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para iniciar operação de pesquisa exploratória na Margem Equatorial.
O anúncio do Ibama, divulgado nesta semana, repercutiu em todo o Brasil, com pronunciamento de lideranças políticas, ambientalistas e gestores públicos.
Pelas redes sociais, o governador Carlos Brandão apoio a medida.
“A licença concedida à Petrobras para pesquisa exploratória de petróleo na Margem Equatorial é uma grande oportunidade para o Maranhão, que tem duas bacias. Uma delas, a de Barreirinhas, tem potencial estimado entre 20 e 30 bilhões de barris de petróleo, uma riqueza que pode se transformar em emprego, renda e progresso sustentável”, afirmou o governador do Maranhão.
A Margem Equatorial é uma faixa costeira e marítima do Brasil, que se estende por mais de 2.200 quilômetros entre o litoral do Amapá e o Rio Grande do Norte. A região é composta por cinco bacias sedimentares: Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.
A região que será, inicialmente explorada ela Petrobras fica no estado do Amapá.
Licenciamento
De acordo com a Petrobras, a sonda exploratória se encontra na região do bloco FZA-M-059 e a perfuração está prevista para começar “imediatamente”. O poço fica em águas profundas do Amapá, a 175 quilômetros da costa e a 500 quilômetros da foz do rio Amazonas.
A perfuração dessa fase inicial tem duração estimada em cinco meses, segundo a companhia. Nesse período, a empresa busca obter mais informações geológicas e avaliar se há petróleo e gás na área em escala econômica. “Não há produção de petróleo nessa fase”, frisou a Petrobras no comunicado.
A autorização foi obtida cerca de dois meses depois da última fase do processo de licenciamento, a chamada avaliação pré-operacional (APO), que consiste em um simulado de situação de emergência e plano de reação, com atenção especial à fauna.
Promessa de segurança
A Petrobras informou que atendeu a todos os requisitos estabelecidos pelo Ibama – órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – cumprindo integralmente o processo de licenciamento ambiental.
A presidente da companhia, Magda Chambriard, classificou a obtenção da licença como “uma conquista da sociedade brasileira”.
“Revela o compromisso das instituições nacionais com o diálogo e com a viabilização de projetos que possam representar o desenvolvimento do país”, afirmou Chambriard no comunicado.
Ela lembrou que foram cinco anos de diálogo com governos e órgãos ambientais municipais, estaduais e federais até a licença. Chambriard considera que a estatal pôde comprovar “a robustez de toda a estrutura de proteção ao meio ambiente”.
“Vamos operar na Margem Equatorial com segurança, responsabilidade e qualidade técnica. Esperamos obter excelentes resultados nessa pesquisa e comprovar a existência de petróleo na porção brasileira dessa nova fronteira energética mundial”, completou.
Ibama
Por meio de nota, o Ibama informou que a emissão da licença ocorreu após “rigoroso processo de licenciamento ambiental”. Esse processo contou com elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), três audiências públicas e 65 reuniões técnicas setoriais em mais de 20 municípios do Pará e do Amapá. Também foram feitas vistorias em todas as estruturas de resposta à emergência e unidade marítima de perfuração, além da realização da APO, que envolveu mais de 400 pessoas.
Ainda de acordo com o órgão ambiental, após a negativa de 2023, foi iniciada uma “intensa discussão” com a Petrobras, que permitiu “significativo” aprimoramento substancial do projeto apresentado, especialmente em relação à estrutura de resposta a emergência.
Entre os avanços, o Ibama cita a construção e operacionalização de mais um centro de atendimento à fauna, no município de Oiapoque (AP), que se soma ao já existente em Belém.
O Ibama afirmou que as exigências adicionais foram fundamentais para a viabilização ambiental do empreendimento, considerando as características ambientais excepcionais da região da bacia da Foz do Amazonas.
O instituto antecipou que, durante a atividade de perfuração, será realizado novo exercício simulado de resposta a emergência, com foco nas estratégias de atendimento à fauna.
Nova fonte de petróleo
A Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos, por ser tratada como nova e promissora área de exploração de petróleo e gás. Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname, países vizinhos ao Norte do país, mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador. No Brasil, a área se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá.
A busca pela licença de exploração se iniciou em 2013, quando a petrolífera multinacional britânica BP arrematou a licitação da área. Por decisão estratégica, a companhia repassou a concessão para a Petrobras em 2021.
A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas, até então, só tinha autorização do Ibama para perfurar os dois da costa do Rio Grande do Norte.
Em maio de 2023, o Ibama chegou a negar a licença para a área chamada de Bacia da Foz do Amazonas, o que fez a Petrobras pedir a reconsideração.
Além da companhia, setores do governo, incluindo o Ministério de Minas e Energia e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defenderam a liberação da licença. No Congresso, presidente do senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi um dos principais articuladores para apressar e autorizar a licença.
Segundo a Petrobras, a espera pela licença de exploração custou R$ 4 milhões por dia à empresa.
Um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente. Para efeito de comparação, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o Brasil tem 66 bilhões de barris entre reservas provadas, prováveis e possíveis.
Críticas
A exploração é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção, por parte deles, de que se trata de uma contradição à transição energética, que significa a substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.
A Petrobras insiste que a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo na próxima década. A estatal frisa que, apesar do nome Foz do Amazonas, o local fica a 540 quilômetros da desembocadura do rio propriamente dita.
O Governo do Maranhão lança o Programa Juro Zero, em São Luís, nesta terça-feira (21). A solenidade ocorre no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), no bairro Cohama, a partir das 14h. O governador Carlos Brandão participará da cerimônia.
Idealizado para incentivar o empreendedorismo, o Programa Juro Zero beneficiará empresas da capital maranhense cujo faturamento seja igual ou inferior a R$ 50 mil.
O Programa Juro Zero é destinado a desenvolver a economia solidária, alavancar o investimento produtivo e promover a geração de emprego e renda no Maranhão.
Coordenado pela Secretaria de Estado de Indústria e Comércio (Seinc), o programa zera os juros de microcrédito de até R$ 10 mil, contraído por empreendedores maranhenses junto às instituições financeiras.
Os empreendedores podem utilizar o microcrédito para ampliar seu empreendimento, adquirir equipamentos, formar capital de giro ou equilibrar o fluxo de caixa de seus negócios.
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2929 da Mega-Sena, sorteadas na noite de sábado (18) em São Paulo.
Com isso, o prêmio para o próximo concurso, na terça-feira (21), será de R$ 76 milhões.
Foram sorteadas, no sábado (18) as dezenas 03 -07 – 08 – 34- 35 – 51
A quina teve 55 apostadores e cada um vai receber R$ 48.914,30. Não teve aposta vencedora do Maranhão.
Os 4.762 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 931,23.
Na terça-feira (21), as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de outubro do Bolsa Família 2025 nesta segunda-feira (20).
Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1.
O dinheiro do Bolsa Família é disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.
Tabela de pagamento
Final do NIS: 1 – pagamento em 20/10
Final do NIS: 2 – pagamento em 21/10
Final do NIS: 3 – pagamento em 22/10
Final do NIS: 4 – pagamento em 23/10
Final do NIS: 5 – pagamento em 24/10
Final do NIS: 6 – pagamento em 27/10
Final do NIS: 7 – pagamento em 28/10
Final do NIS: 8 – pagamento em 29/10
Final do NIS: 9 – pagamento em 30/10
Final do NIS: 0 – pagamento em 31/10
Pagamentos em novembro e dezembro
Novembro: de 14/11 a 28/11;
Dezembro: de 10/12 a 23/12.
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.
Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.
A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas