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12/04/2021 - comunicacao

Campanha de vacinação contra a Influenza é iniciada no Maranhão

Reportagem: Fabiana Serra
12/4/2021

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12/04/2021 - comunicacao

Inscrição para auxílio financeiro aos guias e transportes turísticos termina nesta segunda-feira

Reportagem: Walber Oliveira
12/4/2021

 

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12/04/2021 - Cleyanne Teixeira

Maranhão prorroga pela segunda vez prazos para pagamento do IPVA 2021

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Repórter: Noel Soares

12/04/2021

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12/04/2021 - Cleyanne Teixeira

Programa ‘Cidades Empreendedoras’, que beneficiará 51 municípios maranhenses é lançado oficialmente

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Repórter: Quecia Carvalho

12/04/2021

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12/04/2021 - Cleyanne Teixeira

PT mantém a pressão por foco na CPI da Pandemia

Líder Paulo Rocha diz que temor de Bolsonaro é prova de que foi omisso. “Ele é o presidente e deve ser responsabilizado por atos genocidas durante a pandemia”, avisa. Bancada volta a cobrar instalação da comissão para investigar o governo. País já tem 353 mil mortos por Covid

O PT mantém pressão máxima pela instalação da CPI da Pandemia para apurar as responsabilidades do governo Bolsonaro na condução desastrosa do enfrentamento da Covid-19, que já tirou a vida de 353 mil pessoas. Nesta segunda-feira, 12, o líder do PT, senador Paulo Rocha (PA), e os demais integrantes da bancada reacenderam as críticas ao presidente Jair Bolsonaro, flagrado em novas conversas constrangedoras no final de semana. Todos querem apurar as responsabilidades do ex-capitão do Exército.
“Bolsonaro está com medo e a conversa com o senador pode ser mais uma prova da sua omissão”, comentou Paulo Rocha. “Ele é o presidente e deve ser responsabilizado por suas omissões e seus atos genocidas durante a pandemia”, criticou. “A saída da crise é o impeachment”, reforça o senador Jean Paul Prates (PT-RN), líder da Minoria no Senado. “Bolsonaro passou de todos os limites. Ele já ‘ticou’ praticamente todas as condutas tipificadas como crime de responsabilidade em lei”.
No domingo, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou o áudio de uma conversa que teve com Bolsonaro, no sábado à noite, em que o presidente cobra a ampliação do escopo da CPI, que deve ser instalada nos próximos dias. Na conversa, Bolsonaro aponta que governadores e prefeitos devem ser investigados pela CPI – o que seria inconstitucional – e, de quebra, sugere a Kajuru pressão no STF para inviabilizar a CPI. O senador é autor do pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
“Você tem de fazer do limão uma limonada. Tem de peticionar o Supremo para colocar em pauta o impeachment (de ministros) também”, disse Bolsonaro ao senador. “Sabe o que eu acho que vai acontecer, eles vão recuperar tudo. Não tem CPI… não tem investigação de ninguém do Supremo”, insistiu Bolsonaro, durante a conversa.
O senador Rogério Carvalho (PT-SE) reagiu indignado à conversa entre o presidente e Kajuru. “Senadores ditos independentes, combinam o jogo com o Bolsonaro para sabotar a CPI da Covid e salvar a pele do presidente, transferindo a responsabilidade da gestão de combate à pandemia para governadores e prefeitos. Além disso, conspiram contra ministros do STF. Querem enganar o povo. É uma vergonha”, advertiu o parlamentar.
Jean Paul classifica como leviana a tese sustentada por Bolsonaro, que se insurgiu contra os governadores que vêm adotando medidas de isolamento social para tentar conter a propagação da doença, desde o ano passado. Nas redes sociais, o senador ainda divulgou manifesto contra ameaças à independência do Judiciário. Ele considera graves as movimentações do presidente para tentar distribuir as responsabilidades e criticou o comportamento de Bolsonaro. “Não é papel do Senado investigar governadores e prefeitos”, disse o senador petista.
Também o ex-ministro da Saúde no governo Lula, o senador Humberto Costa (PT-PE), reiterou a necessidade de instalação urgente da comissão. Ele disse que somente a instalação da CPI poderá ampliar a investigar e apurar as responsabilidades pela política genocida do governo federal. Nas redes sociais, Humberto divulgou vídeo antigo com Bolsonaro apelando ao STF para instalação de CPI nos governos do PT. “De que tem medo Bolsonaro?”, questionou.
O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi às redes sociais para apontar que a responsabilidade pela catastrófica condução da crise sanitária e humanitária que o país enfrenta, com mais de 4 mil mortos por dia, é do presidente da República. “Em março, apresentei uma notícia-crime para que o STF investigue a postura do presidente, que é réu confesso, insensato e insensível diante do sofrimento dos brasileiros e brasileiras”, disse.

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11/04/2021 - comunicacao

Campanha de vacinação contra gripe começa nesta segunda (12) em todo o Maranhão

Reportagem: Noel Soares
11/4/2021

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11/04/2021 - comunicacao

Maranhão lidera articulação nacional para isentar do ICMS o comércio de oxigênio medicinal

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11/4/2021

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11/04/2021 - comunicacao

Programa Minha Casa Melhor sorteia mais 1.400 pessoas

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11/4/2021

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9/04/2021 - comunicacao

Paraíba tem número recorde de apenados aprovados no Enem

Programa: Giro Nordeste
11/4/2021

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9/04/2021 - comunicacao

Governo do Maranhão aciona STF para poder comprar vacina Sputinik V

Reportagem: Maria Spíndola
9/4/2021

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Governo do Maranhão entrega obras de recuperação da MA-372

O Governo do Maranhão entregou, no último fim de semana, as obras de recuperação da MA-372, que liga a MA-270, em Mirador, à BR-230, em São Domingos do Azeitão.

É a maior obra de pavimentação executada pela atual gestão do Governo do Maranhão.

A MA-372 é chamada de rodovia do desenvolvimento e é essencial para o deslocamento da população e para a atividade econômica, impactando no escoamento da produção agrícola de todo o estado.

Com extensão de 85 km, a nova rodovia vai fortalecer a mobilidade, melhorar o escoamento da produção e a integração entre os municípios da região sul do estado.

O governador Carlos Brandão destacou que a entrega representa a concretização de um sonho de mais de 50 anos da população. “

A estimativa é que com a nova estrada os municípios produtores de grãos economizem cerca de 130 quilômetros para que a produção chegue até ao Porto do Itaqui, principal modal de exportação do Arco Norte brasileiro.

MOB divulga segunda lista de contemplados no Programa Expresso do Trabalhador

A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) divulgou, nesta semana, a segunda lista com os cadastros participantes do Programa Expresso do Trabalhador, iniciativa por meio da qual o Governo do Maranhão oferece transporte gratuito para os municípios, incluindo os que depende, diariamente, da rota entre São Luís e os municípios de Rosário e Icatu.

A iniciativa, que já está em operação desde o dia 11 deste mês, está transportando, diariamente, centenas de pessoas sem custo algum nessas rotas, antes atendida pela empresa Cisne Branco.

A lista completa dos cadastros deferidos está disponível neste link.

Aqueles que tiveram o cadastro aprovado deverão comparecer presencialmente à Rodoviária de São Luís, nesta segunda-feira (18), a partir das 10h, para retirada do ticket de acesso gratuito aos veículos do programa. Essa entrega será realizada pela equipe da MOB no local.

O Expresso do Trabalhador está funcionando como uma solução de mobilidade para estudantes, trabalhadores e pessoas em tratamento de saúde que realizam frequentemente o deslocamento entre esses municípios. Além dos ônibus gratuitos do Expresso do Trabalhador, a população também conta com as vans da cooperativa COOPTRARIO, que seguem operando diariamente em diversos horários nessa rota.

Para ter acesso gratuito aos ônibus do programa, é necessário realizar cadastro junto à MOB e atender aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 93/2026 – MOB.

Os cadastros seguem abertos e em análise, ou seja, novos usuários ainda poderão ser contemplados nas próximas listas divulgadas pela Agência. Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a equipe de atendimento do Expresso pelo número (98) 98327-0056 ou presencialmente na Rodoviária de São Luís.

OMS declara surto de ebola na África como emergência de saúde pública internacional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu, no último fim de semana, uma declaração de “emergência de saúde pública de importância internacional” devido ao novo surto de ebola causado pelo vírus Bundibugyo que afeta a República Democrática do Congo e Uganda.

A declaração, dada após consultas aos estados afetados, inclui um anúncio de “emergência pandêmica”, embora o comunicado ressalte que o surto ainda “não cumpre os critérios de emergência pandêmica”, tal como são definidos no Regulamento Sanitário Internacional (RSI) de 2005.

Segundo a OMS, o ebola apresenta uma taxa de mortalidade entre 60% e 80%, é transmitido por fluidos corporais e causa febre alta, fraqueza intensa e hemorragias graves.

Não existe vacina aprovada contra a variante Bundibugyo do vírus Ebola. As vacinas atualmente existentes e licenciadas no mundo, como a Ervebo desenvolvida pela Merck, são eficazes apenas contra a cepa Zaire do vírus e não conferem imunidade ou proteção cruzada contra a cepa Bundibugyo.

 

Casos na África

Entre as condições que levaram o organismo internacional a qualificar a situação como emergência estão os oito casos de contágio confirmados na sexta-feira (15) por laboratórios, 246 casos suspeitos e 80 supostas mortes na província de Ituri, na República Democrática do Congo.

Dois laboratórios confirmaram casos, incluindo um óbito, sem vínculo aparente entre eles, em um período de 24 horas, em Kampala, em Uganda, entre sexta-feira e sábado (16).

Estes eventos constituem uma preocupação maior devido à possibilidade de “propagação internacional da doença”, da qual já foram documentados em Uganda dois casos confirmados de pessoas que viajaram da República Democrática do Congo.

 

Mobilização internacional

Os centros de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC África) demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão devido à intensa mobilidade populacional e convocaram uma reunião urgente de coordenação de alto nível com entidades regionais e internacionais, como a OMS e os CDC dos Estados Unidos da América (EUA), da China e da Europa.

Na declaração, a entidade sanitária afirma que se “requer coordenação e cooperação em nível internacional para compreender o alcance do surto, coordenar as medidas de vigilância, prevenção e resposta, ampliar e reforçar as operações e garantir a capacidade para aplicar medidas de controle”.

No mesmo documento, a OMS recomendou “ativar os mecanismos nacionais de gestão de desastres e emergências e estabelecer um centro de operações de emergência e envolver a comunidade – por meio de líderes locais, religiosos e tradicionais, bem como de curandeiros –, de modo que ajudem na identificação de casos, no rastreamento de contatos e na educação sobre os riscos”.

O último surto na RD Congo ocorreu no final de 2025 na província de Kasai (centro). Tratou-se do décimo sexto no país desde a descoberta do vírus em 1976.