Os índices de furto a residência e furto a comércio apresentaram redução no Maranhão ao longo dos quatro primeiros meses de 2025. O furto a residência caiu 41% no estado, enquanto o furto a comércio fechou o quadrimestre com retração de 8%, impulsionada principalmente pelas quedas consecutivas registradas em março e abril.
No caso do furto a residência, a redução foi contínua de janeiro a abril. Somente no último mês, a queda foi de 35%. No acumulado, o total de ocorrências passou de 2.882 para 1.710. Na Grande Ilha, o recuo também foi expressivo: 37% em abril e 36% no quadrimestre.
Já o furto a comércio registrou reduções de 41% em março e 11% em abril, configurando um desempenho positivo no bimestre final da série analisada, o que contribuiu diretamente para o resultado geral dos quatro primeiros meses do ano.
“O trabalho integrado das polícias, o investimento em tecnologia e inteligência, além da presença cada vez mais estratégica nas ruas, têm permitido respostas mais rápidas e eficientes. Seguimos com foco na prevenção de todo tipo de crimes e na proteção da população maranhense”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Maurício Martins.
As ações voltadas ao enfrentamento dos crimes patrimoniais incluem intensificação do policiamento ostensivo em áreas residenciais e comerciais, uso de ferramentas de análise criminal para orientar o patrulhamento e operações e expansão do videomonitoramento em pontos estratégicos.
Domingo (11) é Dia das Mães e o projeto Maranhão de Reencontros será o local perfeito para você levar sua mãe para curtir mais uma mostra das manifestações culturais juninas maranhenses.
A programação começará às 17h30 na Concha Acústica Reynaldo Faray (Lagoa da Jansen). O evento, com acesso gratuito, é uma prévia do São João do Maranhão, que este ano vem o com tema “São João: O Maior do Mundo é aqui no Maranhão!”.
A Concha Acústica está preparada para receber maranhenses e turistas que vão prestigiar o evento, dançar e brincar ao som das atrações do Maranhão de Reencontros.
O evento disponibiliza espaço de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, que podem assistir à programação com tranquilidade.
O projeto é promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secma) e está na quarta edição. As apresentações acontecerão todos os domingos do mês, até o dia 25.
Programação deste domingo (11)
– Tambor de Crioula de Mestre Felipe;
– Boi Brilho da Ilha, sotaque de orquestra com seu encanto de bailados e de ritmos;
– Comédia Pão com Ovo, estrelada por César Boaes e Adeilson Santos;
– Boi da Pindoba, sotaque de matraca que vai ecoar cultura e tradição com suas matracas e pandeirões;
– Boi de Axixá, sotaque de orquestra, que vem da Região do Munim e encanta o público há décadas com suas indumentárias, coreografias e ritmos.
Com a aproximação do Dia das Mães, cresce a procura pelo presente ideal para aquela que merece sempre o melhor. Um dos itens mais buscados por quem deseja homenagear as mães, as flores, apresentou variação de preços que pode chegar a 375,24%, a depender do estabelecimento. É o que aponta a última pesquisa de preços realizada pelo Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA), divulgada nesta semana.
O levantamento incluiu mais de 80 produtos, entre livros, flores, itens de perfumaria, joias, relógios, acessórios (bolsas e sapatos) e celulares, em 24 estabelecimentos da Grande Ilha.
“Com a pesquisa, o consumidor já sai de casa sabendo que pode economizar, comprando um presente de qualidade por um preço justo, além de ficar atento a práticas abusivas, como o aumento injustificado de preços”, explicou a presidente do Procon/MA, Karen Barros.
Flores
A maior variação registrada foi de 375,24% no item Vaso de Lírios, que custa R$ 95,00 na Artis Flores (Cohama) e R$ 20,00 na Flora Fogaça (Cohafuma).
A segunda maior variação entre as flores foi observada no item Doze Rosas Nacionais – Embalagem Básica (Folhagem Simples). Na Flora Fogaça, o buquê custa R$ 120,00, enquanto na Quixaba Terra Zoo (Calhau) sai por R$ 30,99 — uma diferença de 287,22%.
Livros
Entre os livros pesquisados, a maior variação de preço foi encontrada na obra A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra, da autora Laura Gutman. Na Livraria Leitura do Shopping da Ilha, o livro custa R$ 69,90, enquanto na mesma rede, no São Luís Shopping, o valor é R$ 49,90 — uma diferença de 40,08%.
Outros itens
Entre os demais produtos avaliados — como joias, perfumaria, relógios, bolsas, sapatos e celulares —, é possível encontrar opções de presentes que vão desde perfumes a partir de R$ 59,90 até smartwatches que custam cerca de R$ 4.000,00.
A pesquisa completa está disponível no site: [url=http://www.procon.ma.gov.br]http://www.procon.ma.gov.br[/url]
O Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) lançou, nesta semana, a Campanha Maio Amarelo 2025 com uma programação no Convento das Mercês, no Centro Histórico de São Luís.
O Movimento Maio Amarelo foi criado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, em 2014, com a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito em todo o mundo.
Ao longo de todo o mês de maio, o Detran-MA intensificará uma série de ações educativas em São Luís e nos municípios maranhenses.
A programação inclui palestras em escolas e empresas, blitze educativas e fiscalizatórias, além da execução de projetos como Somos Todos Pedestres, Direção Certa e Se Liga na Via.
Paralelamente às ações presenciais, o Detran-MA, também, promove campanhas digitais de grande alcance, com divulgação nas redes sociais.
Tema da campanha
Com o tema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, o lançamento, no Convento das Mercês, reuniu autoridades, profissionais da segurança viária e representantes da sociedade civil em um momento de reflexão e mobilização por um trânsito mais seguro, humano e consciente.
Durante o evento, o Detran-MA reforçou seu compromisso com a redução dos sinistros e a preservação de vidas, destacando a importância de desacelerar não apenas no volante, mas nas atitudes diárias. A campanha, que integra o movimento internacional Maio Amarelo, é para alertar a população sobre os riscos da velocidade excessiva e o papel de cada cidadão na construção de um trânsito mais responsável.
Curso de Policiamento de Trânsito Avançado
O evento também marcou o início do Curso de Policiamento de Trânsito Avançado, voltado à capacitação técnica de Policiais Militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv).
O curso é fruto de uma parceria entre o Detran-MA e o BPRv, em conformidade com a Portaria nº 966/2022 da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), e conta com treze módulos que abrangem temas como legislação de trânsito, psicologia, engenharia de tráfego e ética no serviço público.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, participou nesta quinta-feira (8), da cerimônia de assinatura da ordem de serviço para início da obra de duplicação da MA-204, uma das rodovias estaduais que cortam a Grande Ilha de São Luís.
A Grande Ilha é formada pelos municípios de São Luís, São Jose de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.
O trecho a ser duplicado fica entre o viaduto Neiva Moreira, próximo ao Condomínio Alphaville (MA-203), e a área Beira Rio (entroncamento da MA 204 com a MA-202), em Paço do Lumiar.
A intervenção corresponde a quarta etapa da Avenida Metropolitana,
A cerimônia de assinatura da ordem de serviço da obra foi realizada nas imediações do Beira Rio.
Sobre a obra
Com 3,58 km de extensão e investimento de mais de R$ 59 milhões, a obra vai garantir a duplicação e modernização de um dos principais eixos viários da Grande Ilha.
Os serviços serão coordenados pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) para promover melhorias na mobilidade urbana, segurança viária e integração modal.
A obra contará com ampliação para três faixas de sentido com canteiro central, além de instalação de drenagem eficiente e sinalização de trânsito horizontal e vertical.
O projeto prevê, ainda, a construção de uma nova ponte de concreto armado sobre o Rio Paciência, conectando o trecho duplicado. Também está prevista a implantação de calçadas com acessibilidade universal, ciclovias segregadas e sistema de iluminação em LED.
Após a conclusão da obra, a perspectiva da gestão estadual é que a duplicação valorize o espaço urbano, reduza o tempo de deslocamento, estimule o uso de mobilidade sustentável, diminua o número de acidentes e incentive a criação de investimentos imobiliários e econômicos.
Avenida Metropolitana
Iniciativa do Governo do Maranhão, a Avenida Metropolitana vai interligar os quatro municípios: São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar. No último dia 23 de abril, o governador Carlos Brandão entregou o primeiro trecho de 1,6 quilômetro da nova via.
O primeiro trecho, já inaugurado, liga a Vila Funil até a avenida principal do conjunto São Raimundo.
As fases subsequentes compreendem intervenções ligando a avenida Principal do São Raimundo ao Parque Independência (2,732 Km), o Parque Independência à rotatória da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) (1,748 Km); e a Avenida Guajajara ao Parque Independência (3,397 Km). Ao todo, serão investidos R$ 118 milhões na construção do novo corredor viário que terá 10,8 quilômetros de extensão.
A Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária (Setres) anunciou que o Maranhão apresentou um desempenho positivo na geração de empregos, conforme o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O resultado mostra que o número de admissões (21.711) foi superior ao de desligamentos (20.605), gerando um saldo positivo de 1.106 postos de trabalho formais e uma variação relativa de 0,17%. Com isso, o estoque acumulado de empregos no estado alcançou a marca de 663.099 vínculos ativos.
O setor de serviços, que já vinha se destacando ao longo de 2024, manteve a liderança na geração de empregos, com 8.732 admissões em março. Na sequência, aparecem o comércio (6.899), a construção civil (3.391), a indústria (1.488) e a agropecuária (1.201).
Além disso, o Maranhão também registrou um aumento de 2,7 mil pessoas ocupadas, segundo dados da última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), referente ao quarto trimestre de 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desocupação no estado se manteve em 7,1% no período.
Saldo de empregos no Maranhão – Caged 2025
Janeiro: +1.019
Fevereiro: +1.470
Março: +1.106
Saldo positivo acumulado:
Janeiro a dezembro de 2024: +16.327
Janeiro a dezembro de 2023: +21.862
Janeiro a dezembro de 2022: +13.083
Janeiro de 2022: –438
Janeiro de 2023: +441
A Justiça do Maranhão, por meio da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Ilha de São Luís autorizou, na terça-feira (6), a saída temporária de 852 apenados e apenadas neste período do Dia das Mães.
Os internos saem às 9h desta quarta-feira (7) e retornam ao sistema prisional às 18h e terça-feira (13). O Dia das Mães será no domingo (11).
A seleção dos internos atende a critérios como bom comportamento e tempo mínimo de cumprimento da pena — um sexto para condenados primários e um quarto para reincidentes. A autorização também depende de parecer do Ministério Público e da administração penitenciária.
A concessão é prevista nos artigos 122 e 123 da Lei nº 7.210/84 (Lei de Execução Penal).
Comportamento do período da saída temporária
Os encarcerados beneficiados com a saída temporária devem permanecer, à noite, na residência informada. Também não frequentar bares, festas ou locais semelhantes.
Comunicar o retorno
A determinação da Justiça do Maranhão é que os diretores dos presídios da Grande Ilha comuniquem, até o meio-dia do dia 20 de maio, o retorno ou não dos internos.
O conclave para a eleição do novo papa, que começou nesta quarta-feira (7) deve se estender, no máximo até sexta-feira (9).
Cardeais disseram à imprensa que o conclave deste ano deve ser curto, durando no máximo três dias. É possível saber que um cardeal foi ou não escolhido para o lugar do Papa Francisco devido à cor da fumaça que sairá do teto da Capela Sistina ao final de cada rodada de votação.
O conclave, que ocorre na Capela Sistina, no Vaticano (país localizado dentro da cidade de Roma, na Itália) é composto por 133 cardeais Inicia às 16h30 no horário local (11h30 de Brasília).
A missa para o Elegendo Pontífice (às 5h no horário de Brasília – 10h, pelo horário local) antecedeu o conclave, nesta quarta-feira (7), o cardeal decano Giovanni Battista Re pediu luz para os cardeais que vão votar para escolher o novo papa.
Os conclaves que elegeram Francisco, em 2013, e Bento XVI, em 2005, foram concluídos em apenas dois dias. De modo geral, as eleições dos últimos 100 anos foram rapidamente resolvidas.
Votações
Quarta-feira (7)
Quinta-feira (8)
Dados do conclave
O Conclave, na Capela Sistina, inicia na quarta-feira (7) com a participação de 133 cardeais com menos de 80 anos.
O grupo dos 133 eleitores do próximo Papa são de 70 países diferentes. Inclui 52 cardeais europeus, 37 americanos (16 da América do Norte, 4 da América Central, 17 da América do Sul), 23 asiáticos, 17 africanos e 4 da Oceania.
A Itália é o país com maior número de cardeais eleitores, 17 deles, representando 12,6% do total, seguido pelos Estados Unidos, com 10. O Brasil ocupa a terceira colocação com 7 cardeais.
O mais cardeal jovem é Mikola Bychok, de 45 anos, da comunidade greco-católica ucraniana na Austrália; o mais velho é o espanhol Carlos Osoro Sierra, de 79 anos.
Os cardeais com mais experiência de conclave são os cinco eleitores criados por João Paulo II: o francês Philippe Barbarin, o croata Josip Bozanic, o húngaro Péter Erdo, Peter Turkson, do Gana, e o bósnio Vinko Puljic.
Entre os cardeais 80% (108 cardeais) foram indicados por Francisco e vivem a sua primeira eleição pontifícia; 20 cardeais foram escolhidos por Bento XVI.
A cantora e compositora maranhense Patativa faleceu, na noite de terça-feira (6), aos 87 anos. As causas ainda são desconhecidas. Ela está sendo homenageada em diversos programas da Timbira FM durante esta quarta-feira (7). O Governo do Maranhão lançou Nota de Pesar.
Nas redes sociais, artistas, jornalistas, produtores culturais, gestores públicos e políticos prestaram homenagens para a artista.
Patativa morava com sua filha Wanda e a neta Santinha e bisnetos, na Vila Embratel, área do Itaqui-Bacanga.
Vida de artista
Maria do Socorro Silva, conhecida artisticamente como Patativa, nasceu em 05 de outubro de 1937, no município de Pedreiras.
Mudou para São Luís quando tinha 8 anos com o objetivo de estudar, passando a ser aluna semi-interna do Educandário Santo Antônio, situado no bairro Anil.
Em 1980, ela ingressou como componente da Turma do Quinto desfilando na ala das baianas, a convite do seu companheiro Vavá, amo do boi da Madre Deus e diretor de harmonia daquela escola de samba.
Por década, a cantora, compositora e militante cultural participou das atividades no bloco tradicional Fuzileiros da Fuzarca, grupo cultural localizado no bairro da Madre Deus.
Considerada uma das maiores artistas populares de São Luís, integrou a equipe fundadora da Companhia Barrica e, também, foi seguidora do Boi da Madre Deus.
Estreou na indústria fonográfica somente quando tinha 75 anos, com a música “Ninguém é Melhor do Que Eu”, lançado pela Saravá Discos.
Lançou dois álbuns: Ninguém é Melhor Que Eu (2015) e Sou de Pouca Fala (2019).
Durante sua vida, compôs centena de músicas, muitas das quais se perderam.
Apelido Patativa
O apelido Patativa, provém de uma história divertida ocorrida no período em que morava no bairro cultural da Madre Deus. Determinada noite em que se encontrava em um bar com seu amigo, chamado Justo Santeiro, os dois acabaram se desentendendo e ela o chamou de “amigo da onça”. Ele, então, retrucou e disse: “e você que parece uma patativa (pássaro), de tanto que fica cantarolando a toda hora”. Daí em diante todos a reconheciam apenas por esse apelido, e o que deveria ser uma ofensa, na verdade, foi um grande elogio que a cantora não imaginava que faria tanto sucesso.
Filmes
Ela deu origem ao documentário ‘Xiri meu’, do diretor Tairo Lisboa. O curta-metragem, um dos 10 selecionados pelo edital do projeto São Luís nos 4 Cantos, foi lançado em janeiro de 2014.
Patativa teve também participação no filme “Quilombos Maranhenses”, produzido em janeiro de 2004, pelo jornalista e cineasta Cláudio Farias.
NOTA DE PESAR (Governo do Maranhão)
Com profundo pesar, recebemos na noite desta terça-feira (6), a notícia do falecimento da sambista maranhense Maria do Socorro Silva, conhecida no meio artístico como Patativa. O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Comunicação Social (Secom), se solidariza com a família, amigos e fãs de Patativa nesse momento de imensa dor e perda para a cultura local.
A cantora nasceu em 5 de outubro de 1937, em Pedreiras, município localizado no Médio Mearim Maranhense, berço de outro grande nome da cultura maranhense – e amigo de Patativa -, o genial João do Vale.
Patativa migrou para São Luís ainda criança e ainda na juventude começou a se aventurar cantando em rodas de amigos e barzinhos. Mas somente em 2014, aos 77 anos de idade, ela teve a oportunidade de lançar seu primeiro álbum totalmente autoral, o antológico “Ninguém é melhor do que eu”, que conta com música homônima em uma de suas faixas.
O disco contou com produção do também maranhense Zeca Baleiro e participações especiais de outros grandes nomes da música nacional, como Zeca Pagodinho e Simone.
Em 2018, Patativa lança seu segundo CD, intitulado “Sou de Pouca Fala”, com 13 faixas que mesclam samba, ritmos regionais do Maranhão e letras que retratam com humor e descontração situações do cotidiano vividas pela própria Patativa.
Um ano depois, ela lança o clipe de animação da música “Sou de Pouca Fala”. Os desenhos retratam Patativa no samba na Fonte da Ribeira. O vídeo foi dirigido por Marcos Faria e mais uma vez contou com a parceria de Zeca Baleiro, que escreveu o roteiro inspirado em outro videoclipe de Patativa, da música “Quebrei Meu Tamborim”, que teve a direção de Tairo Lisboa.
Nos últimos anos, já com a idade avançada, a cantora deixou de se apresentar em shows para o tratamento da doença de Parkinson.
O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta semana, a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano.
O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com base em informações de 2023, sobre indicadores de expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) per capita – por indivíduo.
O Brasil aparece na 84ª colocação com um IDH de 0,786 (em uma escala de 0,000 a 1,000), um índice considerado de desenvolvimento alto.
Em relação a 2022, o IDH do país cresceu 0,77% porque o índice era de 0,780 (ajustado este ano).
Em 2022, o Brasil estava na 89ª posição, o que significa que o país subiu cinco colocações. No IDH de 2022 ajustado este ano, no entanto, o país estava na 86ª posição e, portanto, subiu duas colocações no ranking (ultrapassando a Moldávia e empatando com Palau).
O relatório também mostra a evolução do país nos períodos de 2010 a 2023 (um aumento médio anual de 0,38%) e de 1990 a 2023 (um crescimento médio de 0,62%).
Segundo o Pnud, os países são divididos em quatro grupos, de acordo com o IDH. Aqueles com pontuação a partir de 0,800 são considerados de alto desenvolvimento humano. Setenta e 74 países estão nessa situação. O Chile é o país na melhor posição entre as nações da América Latina e Caribe (45ª posição, com 0,878 ponto).
Outros nove latino-americanos e caribenhos estão neste grupo (Argentina, Uruguai, Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Névis, Panamá, Costa Rica, Bahamas, Barbados e Trinidad e Tobago).
Na média, o IDH da região subiu 0,778 em 2022 para 0,783 em 2023 (alta de 0,64%).
Pontuação
Além do Brasil, outros 49 países são considerados de desenvolvimento alto (com pontuação de 0,700 a 0,799). As nações de desenvolvimento médio (de 0,550 a 0,699) somam 43, enquanto aqueles com desenvolvimento baixo (abaixo de 0,550) são 26.
Maior IDH
A Islândia ultrapassou a Suíça e a Noruega e, agora, é o país com maior IDH do mundo (0,972). As seis primeiras colocações, aliás, são de países europeus (Dinamarca, Alemanha e Suécia, além dos três mencionados).
Menor IDH
Já o Sudão do Sul, nação mais jovem do mundo, criada em 2011, tem o pior indicador (0,388). As nove últimas posições são ocupadas por países africanos. O Iêmen, palco de uma guerra civil que dura anos no Oriente Médio, tem o décimo menor IDH.
IDH médio mundial
O IDH médio mundial chegou a 0,756 em 2023, um aumento de 0,53% em relação ao ano passado (0,752). Segundo o coordenador do relatório, Pedro Conceição, esse é o maior patamar de desenvolvimento humano desde o início do levantamento.
De acordo com a pesquisa, a média dos países de IDH muito alto é de 0,914 ponto, enquanto aqueles com IDH baixo têm uma média de 0,515.
Outros dados
O relatório da ONU também apresenta um ajuste do IDH levando em consideração o aspecto da desigualdade social. Nesse caso, o IDH do Brasil é ajustado para 0,594, o que faz com o país fique apenas na 105ª posição global e caindo para categoria de IDH médio. No caso da primeira colocada, Islândia, por exemplo, o IDH tem pouco ajuste, ficando em 0,923. O IDH mundial ajustado fica em 0,590.
No caso da comparação entre gêneros, o IDH das mulheres (0,785) é um pouco melhor do que o dos homens (0,783) no país. As mulheres brasileiras têm indicadores melhores de expectativa de vida e de escolaridade, mas perdem no PIB per capita.
Já em relação ao IDH ajustado pela pegada de carbono de cada país, o Brasil apresenta IDH de 0,702, mas se posiciona melhor no ranking mundial, na 77ª posição.
Inteligência artificial
O tema deste ano do relatório é a inteligência artificial. O administrador do Pnud, Achim Steiner, afirmou que é importante não ser governado por uma tecnologia, mas sim usá-la para o progresso do desenvolvimento humano.
“Nossa capacidade de explorar no sentido positivo essa nova fronteira, mas também de nos proteger, exige, por definição, cooperação internacional, inclusive por parte de países mais ricos, ajudando os países mais pobres a, antes de tudo, se tornarem parte dessa economia de desenvolvimento emergente do futuro”, explicou Steiner.
Para ele, é importante garantir que a Inteligência Artificial “seja realmente algo que nos dará, como seres humanos, a oportunidade de aumentar nossa engenhosidade, nossa diversidade, nossa imaginação, nosso empreendedorismo e, acima de tudo, uma confiança de que, no século XXI, podemos nos desenvolver e prosperar juntos, ao mesmo tempo em que enfrentamos os riscos para o nosso futuro juntos” finalizou.
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC X Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) joga com a equipe do Paysandu-PA, neste sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
A partida é válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas