Destaques
4/05/2017 - Cleyanne Teixeira

Nova 1290: pluralidade e convergência

ROBSON PAZ*

A Nova 1290 – Rádio Timbira AM, mais longeva emissora de rádio do Maranhão, passa por profunda transformação. A reestruturação da rádio era um sonho acalentado por todos que conhecem sua história e integram a emissora.

Por mais de 20 anos, abandonada e até oficialmente extinta pela ex-governadora Roseana Sarney, em 1995, a rádio ganhou novo parque de transmissores e passou a transmitir também via satélite. Voltou a ser ouvida.

Sensível à causa da comunicação plural e democrática, o governador Flávio Dino garantiu as condições necessárias para que nesta terça-feira (2), a nova programação e comunicadores assegurem a milhares de maranhenses direitos fundamentais de acesso à informação e à liberdade de expressão.

Nunca é demais lembrar que em pleno ano de 2014, mesmo sucateada, a emissora pública cerceava a participação dos ouvintes na programação. Absurdo, corrigido imediatamente pela atual gestão.

Agora, vemos com alegria a expansão da Nova 1290, que será transmitida por dezenas de emissoras, numa parceria de conteúdo inédita na história da comunicação pública do Maranhão.

A programação que terá jornalismo, cultura, esporte, prestação de serviços e interação com os ouvintes como prioridades, conta com grandes profissionais da radiofonia maranhense, como Gilberto Lima, Edvaldo Oliveira, Batista Matos, Mônica Moreira Lima, Ivson Lima, Silvan Alves, José Raimundo Rodrigues, Renato Júnior, Edvan Fonseca, Maria Spíndola, Marden Ramalho, Ronald Pimenta, Marcus Saldanha, Ademar Danilo, Gisa Franco, Noel Soares, Laércio Júnior, Daniel Amorim, Gil Porto, Rony Moreira, entre outros. Alia juventude e experiência.

O conteúdo jornalístico contemplará todas as regiões e municípios. As emissoras parceiras produzirão reportagens com informações regionais de interesse público. É o Maranhão falando com o Maranhão. A pluralidade de vozes tão necessária para a efetiva democratização da mídia.

É inegável que a comunicação vive um vigoroso ciclo de convergência das mídias. A internet cresce com incrível velocidade. Por isso mesmo, a Rádio de todos nós lança também novo site. Mais dinâmica, intuitiva e amigável, a página da Nova 1290 na rede mundial de computadores terá informações multimídia com instantaneidade. Notícia em áudio, vídeo, texto, fotos.

O rádio caracteriza-se por sua capacidade de ser instantâneo e se adaptar às inovações. Assim, nada melhor que potencializar a presença da Nova 1290 às ferramentas da internet como redes sociais.

Atualmente, a Timbira pode ser acessada no endereço eletrônico www.radiotimbira.ma.gov.br e pelos aplicativos TuneIn e Radiosnet, além do aplicativo próprio na play store. Tem ainda os perfis nas redes sociais com atualização permanente e maior interação com os ouvintes/internautas. Transmissões ao vivo, vídeos de reportagens e entrevistas. Tudo para aproximar cada vez mais a população da emissora e ampliar o processo dialógico.

A ênfase na Nova 1290 resulta da necessidade em apresentar ao público mais jovem o prefixo da emissora e como sintonizá-la no dial. Sublinha também a mudança porque passa a emissora, ágora da comunicação pública maranhense e brasileira.

*Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

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2/05/2017 - comunicacao

Estreias, novidades e mais diálogo com os maranhenses: é a Nova 1290 Timbira

2. Diretor Robson Paz destacou o resgate que a gestão estadual está fazendo na Timbira desde 2015. Foto: Handson Chagas/Secap

A Rádio Timbira entra numa nova fase nesta terça-feira (2). Nova programação, apresentadores, conteúdo e até nome novo: é a Nova 1290 Timbira. O número faz referência à frequência AM da emissora, que ficou 20 anos abandonada, mas foi resgatada a partir de 2015 e vem se renovando desde então.

Uma das principais novidades é a transmissão simultânea do Jornal das Onze para uma rede de aproximadamente 40 rádios. Ronald Pimenta, que já atua na Timbira, vai comandar o programa, a partir das 11h, de segunda a sexta-feira, ao lado de Maria Espíndola.

OUÇA AO VIVO A NOVA 1290

O diretor da Nova 1290 Timbira, Robson Paz, diz que a transmissão em rede democratiza a comunicação, já que permite levar a informação para todas as regiões do estado. “Com um bom e verdadeiro jornalismo, informação de qualidade e honestidade acima de tudo, será o Maranhão falando com o Maranhão”, afirma.

Robson Paz diz que o diálogo com a população será ampliado, uma vez que a Timbira também vai veicular conteúdo das rádios que formam a rede de transmissão. Isso significa maior presença das diversas regiões maranhenses na programação da rádio.

Tecnologia e democratização

Essa rede de transmissão via satélite faz parte dos investimentos em tecnologia da Nova 1290 Timbira, que contempla também a convergência das mídias.

“O caminho é trabalhar não apenas o rádio tradicional, mas atuar fortemente nas redes sociais”, explica Robson Paz.

A estreia da nova programação será acompanhada por um novo portal, focado em material multimídia. Haverá atualizações permanentes e instantâneas nos canais da Timbira – como Facebook e Twitter – para o conteúdo da programação ser acessível a um maior número de pessoas, além de incentivar a interação e o diálogo com os maranhenses.

“Tínhamos uma rádio totalmente sucateada. Ela foi resgatada e revitalizada pelo governador Flávio Dino para funcionar como um canal de diálogo com o povo maranhense. É esse o caminho que continuamos seguindo, agora com mais equipamentos, mais recursos e um alcance muito maior”, afirma o diretor da Nova 1290 Timbira.

A emissora também se prepara para migrar para a FM, dentro do plano de expansão de qualidade e de audiência.

Novidades

As novidades da programação incluem o Coisa Nossa, que vai abordar temas culturais, sob o comando de José Raimundo Rodrigues; e o Ronda 1290, que será dedicado a assuntos policiais, com Silvan Alves. Além de muitas outras atrações. Programas que são referência na comunicação do Maranhão, como é o caso do Comando da Manhã, com Gilberto Lima, serão mantidos. Veja abaixo como vai ficar a programação da Nova 1290 Timbira.

PROGRAMAÇÃO

Segunda a sexta-feira
5h – Primeira Hora, com Láercio Júnior
6h – Bom Dia 1290, com Batista Matos
7h – De primeira, com Marcus Saldanha
8h – Comando da Manhã, com Gilberto Lima
11h – Jornal das Onze, com Ronald Pimenta e Maria Espíndola
12h – Ronda 1290, com Silvan Alves
13h – Fome de Bola, com Edvan Fonseca
14h – Comunidade Interativa, com Edvaldo Oliveira e Mônica Lima
16h – Coisa Nossa, com Zé Raimundo Rodrigues
18h – Contraponto, com Ivson Lima
19h – Voz do Brasil – EBC
20h – Papo Cabeça, com Renato Júnior e convidados
22h – Jogo Rápido, com Gil Porto
22h30 – Revista da Noite, com Marden Ramalho

0h – Reprises

Sábado
6h30 – A Voz do Campo, com Janice Lima e Samara Andrade
7h30 – Redação 1290, com Marcus Saldanha, Jorge Vieira, Ivson Lima, Cunha Santos
10h – Sabadão Informativo, com Edvaldo Oliveira
12h – Balaio Cultural, com Gisa Franco e Zema Ribeiro
14h – Maranhão Esportivo, com Rony Moreira
15h30 – Jornada Esportiva
20h – Sábado é Show, com Ronald Pimenta

Domingo
7h – África Brasil Caribe, com Ademar Danilo
8h – Natureza Viva, com Mara Régia – EBC
10h – Domingo Notícia, com Marden Ramalho
12h – Aquecimento Esportivo, com Gil Porto
15h – Jornada Esportiva
21h – Brasil de Toda Gente, com Antônio Moreno

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27/07/2002 - Leno Castro

IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes

Três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos afirmaram que se sentem tristes sempre ou na maioria das vezes na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta semana, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Uma proporção semelhante também revelou que já teve vontade de se machucar de propósito.

O IBGE entrevistou 118.099 adolescentes que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024. A amostra é considerada representativa do universo de estudantes do país.

O quadro preocupante sobre a saúde mental dessa população inclui ainda 42,9% dos alunos que responderam que se sentem “irritados, nervosos ou mal-humorados por qualquer coisa” e 18,5% que pensam sempre, ou na maioria das vezes, que “a vida não vale a pena ser vivida”.

 

Saúde mental e gênero

Em todos os indicadores, os resultados entre as meninas são mais alarmantes do que entre os meninos.

 

Onde buscar ajuda

Adolescentes e seus responsáveis ou quaisquer pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde.

 

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento

– Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);

– UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;

– Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

 

Desamparo

Apesar da gravidade dos números, menos da metade dos alunos frequentava uma escola que oferecia algum tipo de suporte psicológico, proporção que sobe para 58,2% na rede privada e cai para 45,8% na pública.

A presença de profissional de saúde mental no quadro de funcionários da escola era ainda mais rara, sendo disponível a apenas 34,1% dos estudantes.

A pesquisa também traz informações sobre a relação desses adolescentes com suas famílias e comunidades, e 26,1% dos estudantes disseram sentir constantemente que “ninguém se preocupa” com eles.

Pouco mais de um terço dos alunos também achava que os pais ou responsáveis não entendiam seus problemas e preocupações e 20% contaram que foram agredidos fisicamente pelo pai, mãe ou responsável, pelo menos uma vez, nos 12 meses anteriores à pesquisa.

 

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26/07/2002 - Leno Castro

Encontro nacional em São Luís debate o combate ao furto e roubo de cargas

Representantes das Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal participam, nesta quarta (25) e sexta-feira (26), em São Luís (MA), do II Encontro Técnico da Rede Nacional de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Cargas (REDECARGA).

A solenidade de abertura é às 9h, no auditório da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), no bairro Vila Palmeira. As reuniões técnicas serão no auditório do Hotel Brisa Mar, na Ponta d’Areia.

A REDECARGA é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública voltada ao enfrentamento qualificado de crimes que impactam diretamente a logística, a economia e a segurança pública no Brasil. A rede atua promovendo a articulação entre as forças de segurança, com foco na repressão ao roubo e furto de cargas.

O encontro, em São Luís, é realizado por meio de parceria entre a REDECARGA e SSP-MA. Reúne autoridades nacionais com o objetivo de fortalecer o combate às organizações criminosas, por meio da integração entre unidades especializadas.

Durante o encontro, os participantes discutirão estratégias de repressão qualificada para o desmantelamento de estruturas criminosas, com apoio de diferentes órgãos de segurança pública. As atividades incluem reuniões de alinhamento, operações integradas, capacitações, treinamentos, intercâmbio de boas práticas e a definição de protocolos de atuação conjunta.

A programação do evento inclui palestras e oficinas voltadas ao enfrentamento ao crime organizado. Entre os temas abordados estão o Uso da Inteligência nas Operações, o Gerenciamento de Risco no Transporte de Cargas, o Roubo de Cargas em Rodovias Federais e a Análise dos desafios que as forças de segurança deverão enfrentar nos próximos anos.

 

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26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA.

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

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26/07/2002 - Leno Castro

Regiane Araújo lança primeiro single do seu projeto autoral Equatoriana

A cantora e compositora maranhense Regiane Araújo lança no dia 30 de março o single “Núcleo Terrestre”, primeiro capítulo do seu projeto autoral Equatoriana, disponível em todas as plataformas digitais e celebrado com um pocket show no Reocupa, localizado na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís (MA). A faixa conta com a participação do violinista e rapper Helton Borges.

O single nasceu de uma conversa com a artista maranhense Nicole Terrestre, também conhecida como Núcleo Terrestre por seus projetos musicais. Assim, Regiane reverencia a tradição do reggae maranhense, na qual músicas importantes recebem nomes de mulheres e personalidades relevantes, homenageando Nicole e reafirmando o papel feminino como força criadora e referência na cena musical local.

Além do reggae, a faixa combina pop e afrobeat, incorporando elementos da música maranhense, como referências ao tambor de crioula, e o violino de Helton Borges, que acrescenta uma camada clássica à composição: “Trazer um violinista para reverberar a força emocional dessa música foi crucial; no Maranhão, apenas Helton conseguiria trazer a sonoridade que eu queria”, afirma Regiane. A produção musical foi dirigida por Regiane, Jaxx (Fufu Records), Renato Araújo, Migga Freitas, Jesiel Bivis, e a faixa foi mixada e masterizada por Victor Vaughan. O resultado é uma atmosfera contemporânea e híbrida, que dialoga com nomes da cena internacional da Jamaica, como Sevana e Horace Andy, e com o pop nigeriano moderno (Afrobeats).

A composição mergulha em temas sensíveis como abandono e ausência paterna, conectando a experiência pessoal de Regiane, marcada pela perda do pai na adolescência, à vivência de outras mulheres que cresceram diante dessa ausência: “Essa música é sobre todas as pessoas órfãs de pais ainda vivos, especialmente meninas e mulheres que precisam encarar o mundo sem a força da paternidade”, compartilha a artista.

“Núcleo Terrestre” também é o primeiro capítulo do álbum Equatoriana, projeto que propõe uma reverência à história e ao território de Regiane: “É um ponto de partida e também de retorno. Moramos perto da linha do Equador, e isso influencia nossas águas. É preciso entender as variações das marés para atravessar o mar, e é assim que lido com minha trajetória artística agora”, explica.

Com o lançamento, Regiane abre caminho para um ano guiado por reconexão, identidade e amadurecimento artístico: “Quero que as pessoas encontrem nessa música, possibilidades de cura para rejeições e abandonos. Que a gente consiga construir amor próprio de dentro pra fora”, finaliza.

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26/07/2002 - Cleyanne Teixeira

Flamengo Campeão

 

 

 

Mengão campeão carioca nos penaltis em cima do Flu

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26/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

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25/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

O evento acontece, nesta quinta-feira (26), às 19h, no auditório setorial do CCSO, no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no bairro do Bacanga. Participam estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

Outros encontros foram realizados em locais como praças do Centro Histórico de São Luís.

 

Realização

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da Universidade Bom Bosco (UNDB), o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

 

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24/07/2002 - Leno Castro

Ana Terra é destaque em nova edição do Clube do Livro na UFMA

O que acontece quando a leitura vira encontro? É a partir dessa ideia que o Clube do Livro, idealizado pelo professor Wesley Sousa, realiza mais uma edição em São Luís, reunindo pessoas interessadas em conversar sobre literatura, sociedade e as experiências que atravessam o cotidiano.

Professor do Instituto Federal do Maranhão, especialista em História do Brasil e mestrando em Economia da Cultura, Wesley conduz o projeto como um espaço de formação e diálogo, que ao longo de um ano vem aproximando leitores e estimulando reflexões críticas a partir de obras literárias.

“A gente lê, mas principalmente escuta. O clube virou um espaço onde as pessoas se reconhecem nas histórias e conseguem falar sobre o que sentem e vivem”, destaca.

Nesta edição, o encontro se debruça sobre o livro Mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto, trazendo para o centro do debate questões ligadas às vivências femininas, identidade e resistência.

Nesta edição, haverá a participação de Ana Terra, carioca, estudante de Psicologia, atriz e comunicadora digital, que utiliza as redes sociais como espaço de debate social. Sua atuação une arte e reflexão, ampliando o diálogo com o público e trazendo novas perspectivas para a conversa.

“Quando a gente traz essas vozes, principalmente de mulheres, a conversa ganha outras camadas. A literatura abre espaço para a gente se enxergar e também olhar o outro com mais cuidado”, afirma.

Realizado em parceria com o Centro Acadêmico I de Maio (CAIM), do curso de Direito da UFMA, e com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Literatura da UNDB, o encontro fortalece o diálogo entre universidade, cultura e sociedade, consolidando o Clube do Livro como um espaço de escuta, troca e construção coletiva.

Entre os convidados, também participa a escritora maranhense Eli Galvão, integrante da coletânea Escrita que Liberta (2025), autora do texto Tudo que eu não disse.

O evento acontece no dia 26, às 19h, no auditório setorial do CCSO, na Universidade Federal do Maranhão, reunindo estudantes, leitores e interessados em uma noite dedicada à literatura e ao pensamento crítico.

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Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 deste sábado (15), no horário de Brasília.

O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

 

Adesão

Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.

 

Enamed

Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatórios no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.

O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais.

 

Fies

O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

Artistas vão pintar murais no Arraial do Ipem

A partir dessa terça-feira (09), quem passar pelo Arraial do Ipem, durante a programação do São João do Maranhão 2026, terá a oportunidade de acompanhar uma experiência artística única.

É o Projeto Mural Artístico por meio do qual quatro murais autorais, de grandes dimensões, serão produzidos, ao vivo, pelos artistas maranhenses João Urubatan, Iara Oliveira, CARDOSONOT e Caju Moura.

A cada semana, um destes artistas ocupará o espaço para desenvolver uma obra inédita em um mural de 6 metros de largura por 3 metros de altura (18 m²), permitindo que visitantes acompanhem de perto todas as etapas do processo criativo.

Durante a execução dos murais, os artistas participarão de bate-papos com o público compartilhando suas referências criativas.

A proposta é transformar a produção artística em uma experiência compartilhada, aproximando o público dos artistas e revelando os bastidores da criação.

Os murais vão colorir mais o arraial e virar espaços instagramáveis.

Ao longo das quatro semanas, cada mural contará uma história diferente, conduzida pelo olhar e pela linguagem artística de cada convidado.

Ao fim da programação, os quatro murais deixarão um legado visual do São João do Maranhão 2026, registrando em cores e formas a diversidade, a criatividade e a força da arte produzida no Maranhão.

 

João Urubatan

Designer e artista plástico de São Luís, João Urubatan desenvolve um trabalho marcado pelo uso de silhuetas, contrastes e luz. Sua pesquisa visual parte de formas preenchidas, quase sombras, que aos poucos ganham volume, textura e expressão por meio de tons mais claros. O resultado é uma linguagem visual que transforma sombra em presença e luz em desenho.

 

Iara Oliveira

Multiartista visual e tatuadora maranhense, natural de Chapadinha, Iara Oliveira é graduanda em Artes Visuais e desenvolve há mais de uma década um trabalho artístico fortemente inspirado na cultura popular maranhense. Conhecida por suas tatuagens coloridas, vem expandindo sua produção para áreas como ilustração digital, artesanato, pintura e muralismo. Em 2026, participou pela primeira vez da Coletiva de Maio com uma obra em pintura acrílica sobre tela.

 

CARDOSONOT

Artista plástico multidisciplinar de Timon, CARDOSONOT é graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e atual campeão estadual de arte urbana do Maranhão, conquistando o primeiro lugar no edital Arte de Rua, promovido pela Secretaria de Estado Extraordinária da Juventude. Sua trajetória reúne premiações e reconhecimento nacional e internacional nas áreas de arte, design e ilustração.

 

Caju Moura

Grafiteira, artista visual e designer, Caju Moura constrói uma produção artística que dialoga com ancestralidade, território e identidade. Em suas obras, mulheres negras e indígenas ocupam lugar de protagonismo, em narrativas que promovem resgate, pertencimento e reconexão com as raízes culturais. A cultura maranhense também está presente em suas criações, por meio de símbolos, cores e elementos que valorizam a riqueza das tradições locais.

 

Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan

O Ministério da Saúde anunciou, nesta semana, a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.

De acordo com Ministério da Saúde, 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas.

“Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa.

“O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país.

A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde.

Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue.

Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO).

Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo.

O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue.

A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco.

Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização.

 

Casos graves

A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã.

Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue – 0,7% do total de vacinados.

Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.

Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas:

  • Uma mulher, 39 anos, apresentou febre, mialgia e náuseas seis dias após receber a vacina, evoluindo para sintomas de dengue grave, com choque e necessidade de UTI; recebeu alta.
  • Uma mulher, 48 anos, desenvolveu sintomas de dengue grave, com comprometimento neurológico (meningoencefalite) 19 dias após a vacinação; evoluiu para óbito.
  • Um homem, 58 anos, iniciou quadro febril cinco dias após a vacinação, evoluindo rapidamente para sintomas de dengue graves, com choque refratário; evoluiu para óbito.

 

Observação

Segundo o ministro Alexandre Padilha, a população que recebeu a vacina do Instituto Butantan nos últimos 21 dias terá um acompanhamento especial para identificar algum sinal ou qualquer outra reação adversa.

A orientação do Ministério da Saúde é procurar uma unidade de saúde em caso de intensificação dos seguintes sintomas: febre, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral.

 

Reavaliação da estratégia

Em nota, o Instituto Butantan informou que a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.

“O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS”, disse a instituição.

Segundo o Instituto, a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população, o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população.