* Carlos Brandão
Quem conhece o Maranhão de perto sabe que há algo em comum em quase todas as histórias de superação do nosso estado: a presença de uma mulher firme, trabalhando, cuidando, liderando.
A mulher maranhense sempre foi uma força silenciosa que sustenta o nosso desenvolvimento. No campo, por exemplo, elas são protagonistas da agricultura familiar: produzem, organizam associações e participam da venda coletiva. Em muitas comunidades, são elas que mantêm a economia girando; são elas que mantêm viva a produção que chega à mesa das famílias maranhenses.
Também vemos crescer, a cada ano, a presença feminina em espaços de liderança: na política, na gestão pública, na organização de manifestações culturais e em tantas outras áreas da vida social.
Esse avanço ainda enfrenta desafios, mas é um movimento irreversível e necessário para construirmos um estado cada vez mais justo.
A história do Maranhão é, em grande parte, a história das suas mulheres. Basta olhar para a nossa própria trajetória. Quando Maria Firmina dos Reis publicou Úrsula, no século XIX, abriu caminho em um tempo em que quase não havia espaço para mulheres na literatura brasileira.
Já em nossa geração, outra maranhense pisaria em palcos do Brasil e do mundo levando consigo o sotaque, a cultura e o orgulho desta terra. Alcione transformou talento em reconhecimento, sem nunca deixar de afirmar de onde veio.
Esses exemplos nos ajudam a lembrar que a força das mulheres sempre esteve presente na construção do Maranhão. Mas reconhecer isso também exige ação concreta. E realizamos, entregamos, estivemos presentes, pela grandeza de cada mulher.
Nos últimos anos, temos ampliado as políticas públicas voltadas às mulheres. A rede de enfrentamento à violência foi fortalecida, as Patrulhas Maria da Penha ganharam mais presença e as Carretas da Mulher Maranhense passaram a percorrer diferentes regiões levando atendimento de saúde a quem, muitas vezes, não tinha acesso a esse tipo de serviço.
Também avançamos em iniciativas que ajudam mulheres a conquistar autonomia econômica. Programas de capacitação e incentivo ao trabalho, como o Mais Renda, Minha Renda, a Feira com Elas, a Padaria Artesanal, o Terras para Elas e tantos outros, têm permitido que muitas transformem talento e esforço em renda, garantindo mais independência para si e mais segurança para suas famílias.
Outro passo importante foi criar medidas de proteção para quem enfrenta as consequências mais duras da violência. Hoje, temos Casa da Mulher Maranhense em Imperatriz, Caxias, Itapecuru-mirim, Balsas, Barra do Corda e Presidente Dutra, além de uma Casa da Mulher Brasileira em São Luís. E, em breve, teremos Casas da Mulher Maranhense em 18 regionais.
Outra ação extremamente relevante foi a instituição do auxílio destinado a crianças e adolescentes que perderam suas mães em casos de feminicídio – uma forma de garantir que tenham apoio para reconstruir seus caminhos.
A ideia, que virou lei por uma indicação da deputada estadual Daniela, nasceu depois de conhecermos a história de Luís Fernando e seus irmãos, da cidade de Pedro do Rosário. Eles perderam a mãe, vítima da violência do companheiro. O relato emocionante viralizou nas redes e originou uma das ações mais fortes de nosso governo, que vem conseguindo reduzir o número de feminicídios no estado. Em 2025, registramos uma redução de 27% no número de casos.
Neste Dia Internacional da Mulher, mais do que prestar homenagem, é preciso reconhecer o papel decisivo de cada uma. E a importância disso vejo em casa, com as mulheres da minha vida: minha mãe, dona Heloísa; minha esposa Larissa; minha filha Lethicia e minhas irmãs Roseane e Heloísa Helena. Presentes e determinantes.
O certo é que, onde quer que estejam, as mulheres transformam realidades e seguem sendo uma das maiores forças de construção do Maranhão. E quem conhece este estado de perto sabe muito bem que o futuro que estamos construindo hoje nasce exatamente dessa força.
Muito mais do que um “parabéns”, fica aqui o nosso “muito obrigado”.
Feliz Dia Internacional da Mulher!
* Governador do Maranhão
A Rádio Timbira FM e a TV Timbira celebram as lutas e as conquistas das mulheres em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março (domingo).
Um post, com fotos das colaboradoras da Rádio Timbira FM, estará nas redes sociais da emissora (Instagram: @radiotimbira) no domingo (8).
Em sua programação, a Timbira FM está sempre atenta à luta em defesa dos direitos do público feminino, às denúncias e campanhas contra o feminicídio e, também, celebrando as conquistas femininas.
A diretora geral da Rádio Timbira FM e secretária adjunta de Radiodifusão da Secom-MA, Maria Spíndola, ressalta que o Dia da Mulher não é apenas uma data comemorativa, mas também um chamado à conscientização.
“É um convite para promover respeito, combater a violência e valorizar as mulheres em todos os espaços da sociedade — na família, no trabalho, na política e na cultura. Mais do que homenagens, flores ou mensagens, o que realmente transforma o mundo é o compromisso diário com a igualdade, o respeito e a dignidade para todas as mulheres”, afirma.
O momento é de festejar, mas também, de ficar atento para que a violência contra a mulher seja combatida com firmeza e determinação e desapareça do cenário do Brasil.
Parabéns, mulheres!
O Governo do Maranhão promove, neste domingo (8), uma ampla programação em alusão ao Dia Internacional da Mulher, em São Luís, tendo como destaque a Corrida Rosa Shok Por Elas na Avenida Litorânea.
Organizada pela Secretaria de Estado das Mulheres (Semu), a corrida terá concentração, na Praça dos Pescadores, às 5h30 e largada às 6h.
A corrida contará com percursos de 3 km, 5 km e 10 km, permitindo a participação de atletas profissionais, corredores amadores e do público em geral, em uma grande mobilização esportiva e social pela valorização das mulheres.
A iniciativa é uma mobilização da a sociedade maranhense em defesa dos direitos das mulheres, promovendo conscientização, engajamento social e a ampliação das políticas públicas de enfrentamento à violência e de promoção da autonomia feminina.
Além da corrida, a programação contará com atos institucionais e anúncios de novas iniciativas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas para as mulheres no estado.
Mulheres Guardiãs
Entre os destaques, durante a corrida, será o lançamento do Programa Mulheres Guardiãs, iniciativa estratégica voltada ao fortalecimento da autonomia, proteção e promoção dos direitos das mulheres maranhenses.
Plano Brasil que Cuida
Outro momento importante será a adesão do Maranhão ao Plano Nacional de Políticas de Cuidados – “Brasil que Cuida”, iniciativa do Governo Federal que busca estruturar políticas públicas de cuidado, ampliando o acesso a programas e recursos destinados à promoção da equidade de gênero, proteção social e valorização do trabalho de cuidado.
Edital “Educando e Transformando a Vida Delas”
Também será anunciado o Edital “Educando e Transformando a Vida Delas” – edição 2026, que selecionará unidades da rede pública estadual de ensino para desenvolver ações pedagógicas voltadas à promoção da igualdade de gênero, à consolidação dos direitos das mulheres e à prevenção da violência baseada em gênero no ambiente escolar.
Projeto Ateliê Solidário
Outro destaque será o lançamento do Projeto Ateliê Solidário, fruto de parceria entre o Governo do Maranhão e o São Luís Shopping. A iniciativa prevê a implantação de um espaço dedicado a serviços de pequenos reparos e costura, promovendo geração de renda, autonomia econômica e inclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Serviços do Março Mulher
Durante o evento, o público também poderá acessar serviços e orientações no espaço dedicado ao enfrentamento à violência contra a mulher, com stand informativo do Ligue 180 e a ação “Senta que eu te escuto”, voltada ao acolhimento, escuta qualificada e divulgação dos canais de atendimento e da rede de proteção às mulheres.
A programação integra as ações do Março Mulher, mobilização nacional que busca ampliar o debate público sobre igualdade de gênero, valorização das mulheres e fortalecimento das políticas públicas de proteção e autonomia feminina.
A Escola de Música da Banda do Bom Menino das Mercês (BDM) realiza, neste sábado (7), às 18h, no Convento das Mercês, em São Luís, a aula inaugural do ano letivo de 2026.
Considerada um patrimônio do Centro Histórico de São Luís, a Banda do Bom Menino é uma escola de música da Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB), instituição que faz parte do Governo do Maranhão.
O Convento das Mercês, onde a cerimônia será realizada, fica na Rua da Palma, 501. É um centro cultural que, também, é administrado pela FMRB.
No Centro Histórico de São Luís, a Banda do Bom Menino realiza diversas apresentações, durante o ano, com destaque para os desfiles pelas ruas, em agosto e setembro, período que marca o fim dos tempos das chuvas no Maranhão e antecede os desfiles militares e estudantis em celebração ao Dia da Raça (5 de setembro) e a Independência do Brasil (7 de setembro).
Abertura das aulas
A cerimônia da aula inaugural marca o início das atividades da escola que, neste ano, recebe 480 novos alunos.
O momento tem como finalidade acolher estudantes e familiares, apresentar o funcionamento da instituição e seu regimento interno, além de promover a integração entre alunos, professores, coordenação e direção.
A programação inclui a apresentação do corpo docente e das bandas formadas pelo projeto, proporcionando aos novos integrantes o primeiro contato com o ambiente pedagógico e musical.
Banda do Bom Menino das Mercês
Criada em 19 de agosto de 1993, no Convento das Mercês, a Banda do Bom Menino das Mercês tem como missão despertar, em crianças e adolescentes, o interesse pela música.
Em 32 anos de atuação, o projeto formou milhares de crianças e adolescentes, na faixa etária de 8 a 14 anos.
Os estudos envolvem teoria musical e, posteriormente, passam a integrar a banda, executando repertórios a partir da leitura de partituras.
A sede da banda fica na Rua do Giz, 483, próxima do Convento das Mercês.
O Maranhão ultrapassou a marca de 150 mil empresas ativas comandadas exclusivamente por mulheres. Os dados integram a 6ª edição do Boletim Elas, divulgado pela Junta Comercial do Estado do Maranhão (Jucema).
O levantamento mostra que 174.440 empresas no Maranhão contam com participação feminina no quadro societário. O total representa 40% das empresas com composição identificada, praticamente, quatro em cada dez negócios do estado.
A expansão também aparece na abertura de empresas. Entre 2024 e 2025, o número de negócios registrados exclusivamente por mulheres no Maranhão passou de 18.179 para 21.454, representando crescimento de 18% na criação de novos empreendimentos liderados por mulheres no estado.
Produzido a partir do Painel Estatístico da Jucema, o Boletim Elas está disponível no portal da Junta Comercial do Estado do Maranhão: jucema.ma.gov.br.
Pequenos negócios concentram liderança feminina
A radiografia empresarial aponta que o protagonismo feminino está fortemente concentrado na base da economia. Mais de 96% das empresas lideradas exclusivamente por mulheres estão enquadradas como MEI, Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, segmentos responsáveis por grande parte da circulação econômica local.
Comércio e serviços lideram
Os dados também mostram diversidade na atuação feminina. Comércio e serviços concentram a maior parte das empresas lideradas por mulheres, com destaque para atividades como vestuário, salões de beleza, restaurantes, minimercados e atividades de ensino.
Empreendedorismo feminino avança em todo o estado
Embora São Luís concentre o maior número de empreendedoras, municípios do interior como Imperatriz, Timon, Balsas, Caxias e Santa Inês apresentam números expressivos, evidenciando que o empreendedorismo feminino ganha força em diferentes regiões do Maranhão e fortalece as economias locais.
O Brasil registrou 1.568 vítimas de feminicídio em 2025, uma alta de 4,7% em relação a 2024. Foram mais de 13,7 mil casos desde a promulgação da lei do Feminicídio, em 2015. Os dados são do levantamento nominado de Retrato dos Feminicídios no Brasil, divulgado na quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O detalhe é que o levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que o número de feminicídios, no Maranhão, reduzu. Em 2024, foram 69 casos, com diminuição para 51 em 2025, o que representa uma queda de 26,2 por cento.
O Fórum Brasileiro de Segurança Pública é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos cujo objetivo é construir um ambiente de referência na área da segurança pública.
Levantamento nacional
Ainda de acordo com o estudo, as principais vítimas são as mulheres negras, e a maior parte dos casos acontece dentro de casa.
A diretora-executiva da organização, Samira Bueno, chama a atenção para a situação do Amapá, o estado com maior crescimento percentual de 120%, de 2021 a 2025.
“Quando a gente compara 2025 com 2021, o crescimento nacional chega a 14,5%”, informa Samira Bueno.
O estado de São Paulo, onde diversos casos de feminicídio ocuparam o noticiário em 2025, ficou em segundo lugar no número de casos, com um aumento de mais de 96%, chegando a 270 vítimas.
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou a ser preso, na quarta-feira (4), pela Polícia Federal (PF), em São Paulo, em nova fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude na instituição financeira.
A decisão que autorizou a operação, do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), cita a formação de uma organização criminosa, danos bilionários e a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.
Em nota, a PF afirmou que estão sendo cumpridos 4 mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta.
Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e de bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões.
No total, o esquema de fraudes envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB) ultrapassam a R$ 40 bilhões, envolvendo diversos segmentos da sociedade brasileira.
Daniel Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado, na primeira fase da operação, mas foi solto na sequência. Na época, foi determinado que o empresário fizesse o uso de tornozeleira eletrônica.
Com votação favorável no plenário do Senador, na quarta-feira (4), o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei (PL) que amplia a Licença Paternidade de 5 para 20 dias.
O período de afastamento do trabalho para pais segurados da Previdência Social será aplicado de forma gradual. Agora, segue para sanção do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
A PL da Licença-Paternidade regulamenta um direito social previsto na Constituição de 1988, mas que permaneceu restrito desde então ao prazo transitório de cinco dias.
O projeto já havia passado pelo Senado e foi aprovado na Câmara Federal, com alterações. Voltou para o Senado, sendo confirmado, em regime de urgência.
De autoria da ex-senadora Patrícia Saboya, o texto foi relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA).
De acordo com o PL 5.811/2025, a licença-paternidade e o salário-paternidade, considerados isoladamente, terão a duração total de:
Licença-paternidade
De acordo com o projeto, a licença-paternidade será concedida ao empregado, sem prejuízo do emprego e do salário, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente.
O benefício será suspenso, cessado ou indeferido quando houver elementos concretos que indiquem a prática, pelo pai, de violência doméstica ou familiar ou de abandono material em relação à criança ou ao adolescente sob sua responsabilidade.
Salário-paternidade
O salário-paternidade para o segurado empregado ou o trabalhador avulso consistirá em renda mensal igual à sua remuneração integral, proporcional à duração do benefício.
Cabe à empresa pagar o salário-paternidade devido ao respectivo empregado, podendo obter reembolso, observado o limite máximo dos benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
As microempresas e pequenas empresas poderão receber reembolso do salário-paternidade pago aos empregados que lhes prestem serviço.
Fonte: Agência Senado
Na semana que antecede o Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março (próximo domingo), o Centro Cultural Banco de Brasil Horizonte (CCBB BH) está, neste mês da mulher, com a exposição “Marlene Barros: tecitura do feminino”.
A mostra reúne 13 obras em escultura, crochê e bordado de Marlene Barros, uma das mais destacadas artistas visuais d Maranhão na atualidade.
A proposta da exposição é uma reflexão sobre o corpo feminino, a desvalorização histórica das mulheres e a invisibilização de seus fazeres no campo da arte.
A exposição transforma o gesto íntimo do costurar em narrativa pública de resistência, pertencimento e reinvenção.
A exposição foi aberta no dia 4 de março e segue a 1º de junho, de quarta a segunda, das 10h às 22h. Os ingressos gratuitos estão disponíveis em ccbb.com.br/bh e na bilheteria do CCBB BH.
Com curadoria é de Betânia Pinheiro, a mostra almeja algo maior do que apresentar os trabalhos da artista Marlene Barros.
A montagem da exposição, coordenada por Fábio Nunes, com produção executiva de Júlia Martins, não segue ordem cronológica.
O percurso é livre, permitindo que o público construa sua própria experiência entre matéria, gesto e memória. Para Marlene Barros, o impacto da exposição ultrapassa o espaço expositivo.
“Ao recuperar técnicas têxteis como formas de expressão estética, crítica e política, a exposição contribui para a ampliação das linguagens artísticas legitimadas no espaço institucional”, afirma Marlene Barros.
A temporada da exposição no CCBB BH contempla ações formativas abertas ao público. Durante todo o período expositivo, o público é convidado a interagir com a exposição, num espaço/ateliê, para que ele também faça sua obra, seja bordando, costurando ou crochetando, de forma espontânea.
Neste sábado (7), das 15h às 17h, acontece uma visita mediada com a artista Marlene Barros e a curadora Betânia Pinheiro.
No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, às 16h, a curadora Betânia Pinheiro coordena a palestra “Tecitura do Feminino: Processos”.
Algumas obras
Eu tenho a tua cara
Instalação composta por 49 rostos de mulheres com olhos e bocas trocados e costurados, propondo uma desconstrução da identidade e questionando a responsabilidade e a dependência na construção das individualidades, a partir da noção de alteridade.
Caixa Preta
Evoca o conceito de dispositivo que registra informações secretas. Caixas com fotografias, intervenções têxteis, colagens e escritas compõem uma espécie de autorretrato expandido, no qual a artista insere referências afetivas e vivências pessoais.
Coso porque está roto
Casaco cujo avesso revela o interior do corpo humano, com órgãos bordados que representam sentimentos. A obra dialoga com o dito popular que associa o ato de remendar à proteção contra o mal-agouro, acionando a costura como gesto de reparo simbólico.
Entre nós
Imersão em objetos de crochê que convida à reflexão sobre atividades historicamente atribuídas às mulheres e naturalizadas em contextos de submissão doméstica.
Quem pariu, que embale
Trabalho que problematiza a atribuição quase exclusiva do cuidado dos filhos às mulheres, denunciando sua transformação em dever moral.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou, nesta semana, os grupos da edição 2026 da Copa do Nordeste. Os clubes maranhenses participantes são o Maranhão Atlético Clube (MAC) e o Imperatriz, que foram campeão e vice-campeão no Campeonato Maranhense de 2025.
A competição, com 20 clubes, inicia no dia 25 deste mês de março e vai até o dia 7 de junho.
A primeira fase será de turno único só de ida, com cinco rodadas: times do Grupo A x times do Grupo B e times do Grupo C x times do Grupo D.
Os dois primeiros de cada grupo passam para as quartas de finais, também de jogo único.
As semifinais e a final serão definidas em jogos de ida e volta.
Bahia fora da Copa Nordeste
Esta edição da Copa do Nordeste é a primeira afetada por uma série de mudanças realizadas pela CBF para padronizar o calendário nacional.
De acordo com o novo regulamento, os clubes classificados às competições internacionais em 2026 não participarão do regional.
Dessa forma, o Bahia, atual campeão, está fora do Nordestão, já que disputou a Libertadores desta temporada.
São quatro chaves de cinco clubes
Grupo A
Vitória-BA, ASA-AL, Sousa-PB, Itabaiana-SE e Fluminense-PI
Grupo B
Juazeirense-BA, CRB-AL, Botafogo-PB, Confiança-SE e Piauí-PI
Grupo C
Ceará-CE, Sport-PE, América-RN, Imperatriz-MA e Ferroviário-CE
Grupo D
Fortaleza-CE, Retrô-PE, ABC, Maranhão-MA e Jacuipense-BA
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.
Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.
A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas