* Carlos Brandão
Receber a aprovação de 62% dos maranhenses, como apontou a recente pesquisa Quaest, divulgada pelo Sistema Mirante de Comunicação esta semana, nos impulsiona. Mas, mais do que isso, nos dá uma responsabilidade ainda maior. Cada número desse levantamento carrega um significado: a esperança de quem acorda cedo todos os dias para trabalhar; o olhar da mãe que deseja saúde digna para o filho; a confiança de quem acredita que é possível fazer diferente. E é para essas pessoas que trabalhamos todos os dias.
Governar o Maranhão é, antes de tudo, um ato de compromisso com a vida real de cada maranhense. Sempre tivemos uma escuta atenta aos municípios, porque é lá que tudo acontece. O nosso governo é municipalista não como discurso, mas como prática diária. Nenhuma política pública chega ao povo se não andar de mãos dadas com prefeitos e secretários. Essa é uma escolha que fizemos desde o início do nosso mandato, e que tem nos permitido avançar com mais força e verdade.
Um exemplo disso é o que temos construído na saúde pública. Esta semana, realizamos o maior encontro já feito no estado sobre o Sistema Único de Saúde. Um evento que não foi apenas técnico – foi, acima de tudo, humano. Foram cerca de 5.000 inscritos e quase mil trabalhos científicos apresentados, celebrando a ciência feita aqui, por mãos maranhenses, por corações que acreditam que conhecimento salva vidas.
A escolha dos temas não poderia ser mais acertada: “Municipalismo forte na gestão do SUS” e “Saúde, democracia e justiça social”. São ideias que se conectam com nossa prática. Avançamos muito. Já realizamos quase 900 mil atendimentos hospitalares e ambulatoriais desde o início de nossa gestão; entregamos mais de 125 mil óculos; investimos em equipamentos de ponta como a câmara hiperbárica; expandimos o atendimento de hemodiálise; criamos o Centro TEA 12+, e subimos da última colocação para o 14º lugar no ranking nacional de transplantes. Não é apenas sobre números. É sobre vidas. É sobre reduzir a mortalidade infantil, materna e por AVC. É sobre agir rápido, como fazemos com o programa “Cada Segundo Importa”, agora chegando a Carutapera, Barreirinhas, Presidente Dutra e Imperatriz. E é sobre prevenir, como faremos com o novo programa “Salva Coração”, que vai usar a tecnologia para acelerar o diagnóstico do infarto agudo do miocárdio nas UPAs da Grande Ilha e no Hospital da Vila Luizão, com apoio do Carlos Macieira.
Neste encontro, entregamos mais de 15 mil novos equipamentos para as UBS dos 217 municípios maranhenses. Porque onde a porta de entrada da saúde funciona bem, todo o sistema melhora.
E como nada disso se faz sozinho, investimos R$ 1,9 milhão para premiar os municípios que mais avançaram na saúde. Reconhecer boas práticas é estimular a excelência – e, acima de tudo, valorizar quem está na ponta, fazendo a diferença todos os dias. Mas essa caminhada só é possível porque temos uma base sólida de servidores públicos comprometidos e porque acreditamos em um SUS forte, inclusivo e resolutivo, patrimônio do povo brasileiro. E é nosso dever protegê-lo e fortalecê-lo.
A pesquisa Quaest também revelou que mais da metade da população acredita que o Maranhão está no caminho certo. E essa percepção positiva não vem à toa! Reflete uma gestão que não tem medo de enfrentar os desafios, que investe na educação, atrai empresas, gera emprego e acredita que governar é cuidar.
Seguiremos assim: com os pés no chão, o coração aberto e a mente voltada para o futuro. Porque cuidar das pessoas é – e sempre será – a maior missão de um governo humano e comprometido com a vida. Um compromisso que transforma.
* Governador do Maranhão
O Maranhão ocupa a 4ª colocação nacional em oferta de escolas de tempo integral para o ensino fundamental. O estado, também, ampliou a matrícula em todas as modalidades de ensino e alcançou a marca de 88% das matrículas do ensino médio, sob responsabilidade do Governo do Estado. Os dados são do Censo Escolar 2024, divulgados nesta semana.
O Censo Escolar é um levantamento de dados no campo educacional, realizado no âmbito nacional, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).
Tempo adequado
Com um crescimento nas matrículas totais, o estado também apresentou avanços significativos na escolarização de estudantes no tempo adequado. A taxa de distorção idade-série caiu de 19,7% em 2023 para 18,7% em 2024, demonstrando que cada vez mais estudantes estão progredindo nos estudos conforme a idade ideal.
Ensino profissionalizante
O ensino profissionalizante também registrou avanços expressivos, principalmente por causa de mais escolas ofertando cursos técnicos integrados ao ensino médio.
Inclusão
Outro destaque foi a universalização do atendimento de estudantes com deficiência, que estão 100% matriculados em turmas regulares, reafirmando o compromisso do estado com a inclusão e a educação especial.
O deputado federal maranhense Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) será o novo ministro das Comunicações, no lugar de Juscelino Filho, que deixou o cargo.
O anúncio foi feito pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Gleisi Hoffmann, após a reunião entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado ocorrida no fim da tarde desta quinta-feira (10), no Palácio da Alvorada, em Brasília, com a participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e de Juscelino Filho.
Maranhense, nascido em São Luís, Pedro Lucas, 45 anos, é o atual líder da bancada do União Brasil na Câmara dos Deputados. Ele foi a indicação do partido para a pasta. O União Brasil possui uma das maiores bancadas na Câmara, com 59 deputados.
Pedro Lucas toma posse no cargo, neste mês, depois do feriadão da Semana Santa/Dia de Tiradentes.
“O União Brasil apresentou o nome do Pedro Lucas para substituir o ministro Juscelino nas Comunicações. O presidente aceitou e fez um convite também ao líder, para assumir [o cargo]”, informou Gleisi a jornalistas no Palácio da Alvorada.
A indicação de Pedro Lucas já havia sido sinalizada na quarta-feira (9), pelo presidente Lula, durante viagem a Honduras.
O governador Carlos Brandão anunciou a instalação, em Davinópolis, município vizinho a Imperatriz, na Região Tocantina, de um Centro de Distribuição da Bartofil. Será a terceira unidade da empresa no Nordeste.
O anúncio de Carlos Brandão aconteceu, nesta semana, em Imperatriz, depois de reunião com os empresários Rafael Bartolomeu e José Henrique Bartolomeu, da Bartofil.
Com um investimento estimado em R$ 250 milhões, a previsão é de que a construção tenha início imediato, assim que todas as licenças forem concedidas. As obras devem durar cerca de um ano.
Quando estiver operando, em sua capacidade plena, o centro de distribuição terá potencial para gerar mais de 500 empregos na Região Tocantina.
“A Bartofil é uma empresa familiar que já conta com diversos centros de distribuição em todo o Brasil. Por meio dos incentivos fiscais, o Governo do Maranhão está atraindo mais empresas, gerando mais empregos e desenvolvimento em nosso”, afirmou Carlos Brandão.
O diretor da Bartofil, Rafael Bartolomeu, explicou que o Maranhão foi escolhido estrategicamente por seu potencial de crescimento, localização e pelas boas condições oferecidas para novos investimentos.
“Nossa empresa vai completar 80 anos de mercado em 2026. É uma empresa atacadista que conta com mais de 20 mil itens. Com esse novo centro aqui, na região de Imperatriz, vamos atender ainda mais rapidamente as regiões Norte e parte do Nordeste e, com isso, aumentar as vendas e fortalecer a nossa presença”, explicou Rafael Bartolomeu.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas no sorteio do concurso 2.852, da Mega-Sena, realizado na noite de sábado (12), em São Paulo.
Com isso, o prêmio para o próximo sorteio, que será realizado na terça-feira (15), acumulou em R$ 45 milhões.
Os números sorteados foram: 06 – 22 – 24 – 49 – 53 – 56
Acertaram 5 números, neste sorteio, 58 apostas, sendo uma do município de Presidente Vargas, feita na Lotérica Boa Esperança. Cada aposta ganhadora receberá R$ 61.845,62
Fizeram 4 acertos 4.666 apostas com prêmio individual de R$ 1.098,23.
A Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB) realiza, nesta sexta-feira (11), às 15h, a 2ª edição do Cine Diálogo, no Auditório O Dono do Mar, no Convento das Mercês. A iniciativa convida o público a refletir sobre a história do país e a importância da democracia, por meio da exibição de filmes e debates abertos.
Nesta edição, será exibido o longa O que é isso, companheiro?, que retrata a trajetória de dois jovens militantes que aderem à luta armada durante os anos de repressão do regime militar brasileiro, após a promulgação do AI-5. Inspirado em fatos reais, o filme traz à tona dilemas humanos, escolhas políticas e os custos da resistência.
Após a exibição, o poeta Bioque Mesito conduzirá uma roda de conversa com o público, criando um espaço de escuta e diálogo sobre os impactos da ditadura e os caminhos da redemocratização.
O projeto Cine Diálogo integra a programação especial da FMRB em comemoração aos 40 anos da redemocratização no Brasil e reforça o papel da Fundação na preservação da memória política e cultural do país.
Serviço
O QUE: FMRB promove segunda edição do Cine Diálogo com exibição de filme sobre a ditadura militar
QUANDO: 11 de abril de 2025, às 15h
ONDE: Rua da Palma, 502. Convento das Mercês, Auditório O Dono do Mar.
O Observatório do Turismo do Maranhão (Obstur-MA), vinculado à Secretaria de Estado de Turismo do Maranhão (Setur-MA) divulgou um levantamento que traça o perfil dos artesãos maranhenses.
Segundo o estudo, 88,1% dos artesãos maranhenses são mulheres e a maior parte, entre as mulheres, tem entre 36 e 60 anos. A atividade artesanal, além de preservar saberes tradicionais, é fonte de sustento para milhares de famílias.
São Luís concentra o maior número de profissionais, seguida por Paço do Lumiar e Imperatriz.
De acordo com o levantamento, a maioria dos artesãos maranhenses é de cor parda (69,39%), reside em áreas urbanas (71,7%) e tem entre 30 e 59 anos (71,83%).
No quesito escolaridade, o número de artesãos que possuem o ensino médio completo aumentou 65,3%, em relação a 2022, passando de 35,19% para 58,18%. A pesquisa também mostrou que 22,44% concluíram o ensino fundamental.
Hoje, mais de 80% dos cadastrados possuem a Carteira Nacional do Artesão, que garante benefícios como participação em feiras e acesso a crédito”, pontua.
O estudo foi feito com base em dados do Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB), o estudo contemplou 820 artesãos, no período de janeiro de 2023 a dezembro de 2024, e apresenta um panorama socioeconômico, cultural e produtivo da categoria no estado.
Outro dado de destaque do levantamento é o pertencimento étnico dos artesãos: 88,2% se autodeclaram indígenas. Também há representatividade de povos e comunidades tradicionais, como quebradeiras de coco babaçu (3,9%) e quilombolas (3,9%), o que reforça o valor ancestral da atividade artesanal no Maranhão.
O estudo aponta ainda o potencial de expansão do setor. Há registros de exportação de produtos maranhenses para países como Estados Unidos, Bélgica e França, sinalizando oportunidades para a internacionalização do artesanato local.
Tradição
A atividade artesanal é a principal ocupação para 61,3% dos cadastrados do SICAB, dos quais 36,2% atuam no setor há mais de 20 anos, o que representa uma forte presença de tradição e experiência na área. Entre os principais motivos que levam ao ingresso na atividade, destaca-se a tradição familiar (35,24%), com aumento de 39%, e a habilidade inata com 29,39%.
Os dados revelaram ainda que a produção dos produtos ocorre majoritariamente na casa dos artesãos (91,83%) e de forma individual (77,2%), com jornadas diárias que variam entre 2 a mais de 8 horas. Dos produtos fabricados, tapetes e passadeiras lideram a lista com 16,19%. Em seguida, aparecem as peças de vestuário (8,66%) e bolsas ou pastas (8,36%).
Entre as técnicas, as mais utilizadas são crochê (46,49%), montagem (13,13%) e renda macramê (8,08%). Já as principais matérias-primas empregadas são linha de algodão (24,91%), barbante (16,93%) e fibras naturais, como buriti e miriti (14,17%), com predominância de materiais de origem vegetal (81,3%).
A venda ainda é feita, em grande parte, de forma tradicional: 40,61% comercializam os produtos no domicílio do comprador e 63,17% trabalham com encomendas.
Ceprama
O Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama), localizado em São Luís, funciona como vitrine da produção artesanal do estado, promovendo feiras, exposições e ações de capacitação. Além disso, o Centro garante aos artesãos um local fixo de comercialização, contribuindo diretamente para o aumento da renda dos envolvidos.
Por meio da ação de fortalecimento da produção associada ao Turismo, o Ceprama desenvolveu iniciativas em 2025. Foram 393 artesãos maranhenses cadastrados na plataforma do SICAB para a emissão da Carteira Nacional do Artesão. Atualmente, o estado conta com 3.854 cadastros e a participação dos maranhenses nas importantes feiras nacionais, como a Feira Brasília (8 a 12 de maio), a Fenacce, em Fortaleza/CE (20 a 29 de setembro), e a Fenearte, em Recife/PE (3 a 14 de julho).
A coordenadora estadual do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), Liliane Castro, ressalta o crescimento da formalização dos artesãos. “Estamos avançando em políticas públicas voltadas ao artesanato.
O número de roubos de veículos caiu 39% no Maranhão no primeiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 780 ocorrências entre janeiro e março deste ano, contra 1.277 no primeiro trimestre de 2024. Em março, a redução foi de 44%.
Na Grande Ilha, que reúne os municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, a redução foi de 27% no trimestre. O total de registros passou de 324 para 237 veículos roubados.
Em março deste ano, a queda chegou a 20%. Em São Luís, a redução foi de 16%, com 200 casos em 2025, frente a 237 no mesmo período do ano passado.
Serviço da SSP-MA
A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) atribui os resultados a um conjunto de medidas voltadas à prevenção e repressão ao crime patrimonial.
Entre as ações adotadas estão o reforço do policiamento ostensivo em áreas estratégicas, com a intensificação de abordagens, barreiras policiais e das investigações para o cumprimento de mandados judiciais contra suspeitos da prática do crime.
O uso de ferramentas de inteligência artificial utilizadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), órgão da SSP, tem auxiliado na identificação de suspeitos e na recuperação de veículos. Um exemplo são as câmeras, instaladas em pontos estratégicos que ajudam na análise de dados criminais e o mapeamento de rotas de fuga.
Entre as 400 câmeras que compõem o parque de videomonitoramento, há câmeras do tipo OCR, especializadas em leitura de placa de veículos. Dessa forma, quando um veículo roubado entra no sistema e as câmeras captam a placa dele, um aviso é emitido imediatamente para a central, que aciona a viatura mais próxima para realizar a abordagem e apreensão.
As ações da SSP-MA continuarão sendo executadas, ao longo do ano, com base no acompanhamento dos dados estatísticos e na reavaliação constante das estratégias de enfrentamento aos crimes patrimoniais em todo o estado.
Em uma ação coordenada entre a Defesa Civil Estadual e os municípios da Região Metropolitana de São Luís, foram identificadas 45 áreas com potencial risco de alagamento.
O mapeamento resultou em colocação de placas de alerta nestes trechos e têm como objetivo aumentar a segurança da população durante períodos de chuvas intensas, além de prevenir acidentes.
As placas estão distribuídas em áreas localizadas nos municípios de São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e São Luís. Cada local recebeu uma quantidade específica de placas, conforme análise das áreas mais vulneráveis a alagamentos.
O coordenador da Coordenação Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDECMA), coronel Sandro Amorim, explica que a sinalização é necessária para alertar os cidadãos e orientar sobre os riscos. “Permite que as pessoas possam tomar decisões mais seguras, durante eventos climáticos adversos, sobretudo, neste período chuvoso que se intensifica”, pontuou.
“São locais, por sua localização e características geográficas, são propensos a alagamentos, em períodos de chuva forte”, completou o coronel Sandro Amorim.
São Luís
Em São Luís foram instaladas 12 placas distribuídas por diversos pontos considerados críticos. Entre as áreas sinalizadas estão, Mercado Central (região central da cidade); residencial Riacho Verde (região do Turu); área do Tropical Shopping (Renascença II); trecho da Lagoa da Jansen próximo a Concha Acústica; trecho do Renascença II perto do Curso Wellington.
Paço do Lumiar
Paço do Lumiar recebeu 15 placas de alerta. Entre os locais sinalizados estão a área próxima à ponte Beira Rio (Maioba do Jenipapeiro – MA-204); área do bairro Amaral de Matos (MA-201); Av. 3 do bairro Tambaú; Av. Principal do Residencial Orquídea I; Av. Principal do Residencial Orquídea II; Residencial Cordeiro; Rua 17 do Conjunto Maiobão; Av. 13, perto do campo de futebol do Palheta do Conjunto Maiobão; Av. 1 do Residencial La Belle Park; Estrada do Cajueiro, no Conjunto Bom Sucesso; Av. Pericumã do Residencial Dom Manuel; Sítio Grande, trecho próximo ao Depósito Ribeiro (MA-201); e na MA-204, próximo à Vila do Povo.
Raposa
No município de Raposa, que também enfrenta desafios com alagamentos, foram instaladas 16 placas.
Entre os pontos estão vários na MA-203: próximo ao Ministério Público Estadual, a Lava Jato da Gigi, a Mardecon e Curva do Cavu.
Na Av. dos Pescadores, os pontos são: próximo à Colônia dos Pescadores, em frente à Câmara de Vereadores, em frente ao Metal Material de Construção e em frente à oficina Marco Bala.
São José de Ribamar
E em São José de Ribamar, foram colocadas duas placas, sendo uma no bairro São Raimundo e outra no Sarnambi, áreas que frequentemente enfrentam alagamentos devido à falta de infraestrutura adequada e ao acúmulo de águas das chuvas.
(Foto da capa/Divulgação): área da Lagoa da Jansen com risco de alagamento
Nesta quarta-feira (9), às 14h30, no Multicenter Sebrae, no bairro do Cohafuma em São Luís, serão realizados o II Congresso Cuidar de Todos, o II Congresso de Saúde Coletiva do Maranhão e a IV Mostra Científica da SES, eventos do Governo do Maranhão, organizados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O governador Carlos Brandão e diversos prefeitos participam da abertura dos três eventos quando serão entregues equipamentos de saúde aos municípios e haverá o lançamento do Programa de Combate a Infarto.
Serão entregues mais de 50 mil equipamentos para atendimentos de saúde nos 217 municípios maranhenses. Entre os materiais estão oftalmoscópio, otoscópio, aparelhos de nebulização, aparelho de pressão arterial, entre outros.
Também será anunciado o lançamento do Programa de Combate ao Infarto Agudo do Miocárdio e a expansão do Programa AVC Cada Segundo Importa.
O Programa de Combate ao Infarto Agudo do Miocárdio beneficiará os pacientes atendidos na Grande São Luís nas UPAs do Vinhais, Bacanga, Parque Vitória, Cidade Operária, Araçagy e Paço do Lumiar.
O Programa AVC Cada Segundo Importa será expandido para os municípios de Carutapera, Barreirinhas e Imperatriz.
Congresso e Mostra
No II Congresso Cuidar de Todos, o II Congresso de Saúde Coletiva do Maranhão e a IV Mostra Científica da SES serão promovidas palestras, debates, apresentação de trabalhos acadêmicos e experiências bem-sucedidas, na área de saúde, colocadas em pratica na Rede Pública Estadual de Saúde do Maranhão.
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.
Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.
A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas