O Congresso Nacional antecipou a votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 para a tarde desta quinta-feira (20), a partir das 15h. Antes, a Comissão Mista do Orçamento (CMO) deve aprovar o relatório final apresentado na madrugada de hoje pelo relator, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA).
Segundo o parecer do relator, o orçamento da União terá um superávit primário de R$ 15 bilhões neste ano, contra um déficit de R$ 11 bilhões em 2024.
No ano passado, não foram incluídos no cálculo os R$ 32 bilhões usados para minorar a catástrofe climática do Rio Grande do Sul (RS). Os gastos primários são aqueles que excluem os recursos gastos com a dívida pública.
“Estamos trabalhando para resolver tudo nesta quinta-feira. É uma peça que está com muito atraso. E foi até bom esse atraso porque deu tempo do governo modificar várias rubricas [despesas]. Até essa terça-feira, veio ofício do governo solicitando modificações”, afirma o relator Ângelo Coronel.
O PLOA foi enviado em agosto do ano passado e, de acordo com a Constituição, deveria ser aprovado até dezembro de 2024. Porém, por falta de acordo, a votação foi transferida para este ano.
O atraso na aprovação do orçamento da União de 2025 limita os gastos mensais do governo a apenas 1/12 do total que foi definido para cada mês de 2024.
Com isso, os reajustes ao funcionalismo público e diversas despesas e investimentos ficam congelados esperando a votação.
Altos/PI X Moto Club na quinta-feira (20)
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 transmite, nesta quinta-feira (20), o jogo Altos X Moto Club, pela sexta rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste.
A partida começa às 19h, no estádio Albertão, em Teresina-PI.
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 18h e prossegue até 21h30.
Por causa da transmissão esportiva não haverá o programa Jogo Rápido, com Roberto Ramos e Edivan Fonseca. Os programas Giro Esportivo e Voz do Brasil serão exibidos em seguida.
Equipe esportiva da Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Roberto Ramos (no estúdio, pela Globoplay)
Comentários e plantão: Heraldo Moreira (no estúdio)
Reportagens: Daniel Amorim (no estúdio)
Confiança-SE 2 X 0 Sampaio Corrêa
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 fez a cobertura, na quarta-feira (19), do jogo Confiança-SE 2 X 0 Sampaio Corrêa-MA, pela sexta rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste.
O jogo aconteceu no estádio Batistão, em Aracaju/SE.
Equipe esportiva da Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Felipe Barbosa (no estúdio, pela Globoplay)
Comentários e plantão: Edivan Fonseca (no estúdio)
Reportagens: Noel Soares (no estúdio)
Boletins do jornalismo: Daniel Amorim
Maranhão X Tuntum – Sexta-feira (20)
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 faz, também, a cobertura, na sexta-feira (20), do jogo Maranhão X Tuntum, em partida não realizada da terceira rodada do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino 2025.
O jogo acontece no estádio Nhozinho Santos, em São Luís/MA, às 19h
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 18h e prossegue até 21h30
Por causa da transmissão esportiva não haverá o programa Jogo Rápido, com Roberto Ramos e Edivan Fonseca. Os programas Giro Esportivo e Voz do Brasil serão exibidos em seguida.
Equipe esportiva da Timbira FM
Pré-jogo e narração: Felipe Barbosa (no estádio)
Comentários e plantão: Edivaldo Fonseca (no estádio)
Reportagens: Natalhi Ribeiro (no estádio)
Sampaio Corrêa X Viana – domingo (23)
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 faz, também, a cobertura, no domingo (23), do jogo Sampaio Corrêa X Viana, em partida pela décima rodada do Campeonato Maranhense de Futebol Masculino 2025.
O jogo acontece no estádio Nhozinho Santos, em São Luís/MA, às 16h
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 15h e prossegue até 18h30
Por causa da transmissão esportiva não haverá o programa Jogo Rápido, com Roberto Ramos e Edivan Fonseca. Os programas Giro Esportivo e Voz do Brasil serão exibidos em seguida.
Equipe esportiva da Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Roberto Ramos (no estádio)
– Comentários e plantão: Edivan Fonseca (no estádio)
– Reportagens: Noel Soares (no estádio)
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A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 faz a cobertura, nesta quarta-feira (19), do jogo Confiança-SE X e Sampaio Corrêa-MA, pela sexta rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste.
A partida inicia às 19h, no estádio Batistão, em Aracaju/SE.
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 18h e prossegue até 21h30.
Por causa da transmissão esportiva o programa não haverá o programa Jogo Rápido, com Roberto Ramos e Edivan Fonseca. Os programas
Giro Nordeste e Voz do Brasil serão exibidos após a transmissão.
Equipe esportiva da Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Felipe Barbosa (no estúdio, pela Globoplay)
Comentários e plantão: Edivan Fonseca (no estúdio)
Reportagens: Noel Soares (no estúdio)
Boletins do jornalismo: Daniel Amorim
Altos/PI X Moto Club na quinta-feira (20)
A equipe de esportes da Timbira FM 95,5 faz, também, a cobertura, na quinta-feira (20), do jogo Altos X Moto Club, pela sexta rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste.
A partida inicia às 19h, no estádio Albertão, em Teresina-PI.
A transmissão esportiva da Rádio Timbira FM inicia às 18h e prossegue até 21h30
Equipe esportiva da Timbira FM
– Pré-jogo e a narração: Roberto Ramos (no estúdio, pela Globoplay)
Comentários e plantão: Heraldo Moreira (no estúdio)
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O Carnaval no Maranhão continua no próximo fim de semana. No domingo (23) acontece a festa de lava-pratos, na Praia de Araoca, no município de Guimarães, no Litoral Ocidental do Maranhão.
O Carnaval do Maranhão é organizado pelo Governo do Estado e coordenado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma).
Araoca
A Praia de Araoca é um balneário que fica a 19 km da sede do município de Guimarães. É o novo cartão-postal do Maranhão.
Nas águas de Araoca, que fica às margens da Baía do Cumã, naufragou o navio que trazia Gonçalves Dias de Lisboa para São Luís, na madrugada de 10 de agosto de 1823. O poeta foi o único que morreu no naufrágio.
Programação – Domingo (23)
12h – Felipe Motta
13h – Tony & Nono e banda
14h – Jannaína Santos
15h – Nanda Furtado
16h – Bruno Shinoda
17h – Raí Saia Rodada
19h- Renno
Mais 10 milhões de brasileiros deverão ser beneficiados com o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para R$ 5 mil, anunciado, nesta semana, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O projeto foi encaminhado, pelo Governo Federal, ao Congresso Nacional. Caso seja aprovada pelos parlamentares, valerá a partir de 2026.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou que a proposta terá impacto neutro sobre a arrecadação do Governo Federal. De acordo com o ministro, a ideia é fazer, apenas, uma distribuição de renda.
A isenção vai gerar uma renúncia fiscal prevista em R$ 25,84 bilhões e será financiada por meio da taxação de cerca de 141,3 mil pessoas que ganham mais de R$ 50 mil por mês – ou seja, 0,13% de todos os contribuintes do país.
O Governo Federal, também, pretende tributar a remessa de dividendos para o exterior, em qualquer valor, mas apenas quando o dinheiro for destinado a cidadãos estrangeiros.
A elevação não apenas eleva a faixa de isenção do imposto de renda para R$ 5 mil como concede um desconto parcial para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.
A faixa atual de isenção do IRPF é de R$ 2.824, o equivalente pouco menos de dois salários mínimos. Com a alteração, cerca de 32% dos trabalhadores deixarão de pagar o tributo.
O Governo Brasileiro emitiu, nesta semana, uma nota repudiando a declaração do presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), o paraguaio Alejandro Dominguez, de que uma Copa Libertadores sem a presença de equipes brasileiras seria como “Tarzan sem Chita”.
Após o sorteio dos grupos da Copa Libertadores, realizado na noite da última segunda-feira (17), na sede da Conmebol no Paraguai, Alejandro Domínguez foi perguntado por um jornalista se ele imaginava uma Libertadores sem times brasileiros.
“Seria como o Tarzan sem a Chita, impossível”, respondeu o dirigente com uma risada.
Tarzan é um personagem de séries que passava na televisão nas décadas de 1950/1960/1970. Chita é o nome do chipanzé que acompanhava Tarzan.
A Nota
A nota é assinada por três ministérios: Esporte, Igualdade Racial e o das Relações Exteriores.
De acordo com a nota “O Governo Brasileiro repudia, nos mais fortes termos, as declarações do Presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol [Conmebol], Alejandro Dominguez, na noite de ontem, 17 de março, em entrevista à imprensa após cerimônia de sorteio da fase de grupos dos torneios promovidos por aquela entidade. As declarações ocorrem em contexto em que as autoridades da Conmebol têm reiteradamente falhado em adotar providências efetivas para prevenir e evitar a repetição de atos de racismo em partidas por ela organizadas, incluindo medidas para combater a impunidade e promover a responsabilização dos responsáveis”.
“O Governo Brasileiro exorta a Conmebol e as Federações Nacionais de Futebol da América do Sul a atuarem decisivamente para coibir e reprimir atos de racismo, discriminação e intolerância, promover políticas de igualdade racial e compartilhar conhecimento e boas práticas para ampliar o acesso de pessoas afrodescendentes, imigrantes e outros grupos vulneráveis ao esporte. O Governo Brasileiro reitera seu compromisso com iniciativas de combate ao racismo e de promoção da igualdade racial, inclusive medidas contra qualquer tipo de discriminação nas diferentes modalidades de esportes”, concluiu a nota.
Racismo no futebol
A controvérsia envolvendo Domínguez ocorre dias após a Conmebol sancionar o clube paraguaio Cerro Porteño por insultos e gestos racistas contra o atacante do Palmeiras Luighi Hanri em uma partida da Copa Libertadores Sub-20.
Após o jogo, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, disse aos repórteres que, se a Conmebol não respeitasse o futebol brasileiro, o Brasil deveria pensar em entrar para a Confederação das Associações de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf).
Com a presença do governador Carlos Brandão, o Governo do Estado, inaugurou, nesta terça-feira (18), o novo Entreposto Pesqueiro do Maranhão, localizado na Av. Vitorino Freire (área do Aterro do Bacanga/Anel Viário), na altura do Portinho, no bairro do Desterro, na região central de São Luís.
Na oportunidade, Carlos Brandão assinou Ordem de Serviço para a reforma do Mercado do Peixe, que fica nas proximidades do Entreposto Pesqueiro.
Entreposto Pesqueiro
As novas instalações do Entreposto de Pesqueiro abrigam os comerciantes atacadistas de peixes de águas doce, água salgada e mariscos que exerciam suas atividades, de forma precária, em instalações provisórias, nas proximidades.
A obra beneficia, diretamente, 80 comerciantes.
O Entreposto Pesqueiro é um espaço para a venda de pescados no atacado. O local funcionará durante a madrugada, recebendo peixes, crustáceos e mariscos vindos de municípios maranhenses e estados vizinhos que abastecerão as feiras, mercados, supermercados e restaurantes da Região Metropolitana da Grande São Luís, onde serão comprados pelo consumidor final.
Os serviços realizados incluíram a drenagem; fundações e superestrutura em concreto armado; pavimentação; vedações, pisos e revestimentos; cobertura em estrutura metálica; instalações hidráulicas, sanitárias e elétricas; reservatório de água; sistema de combate a incêndio; para-raios; pintura; paisagismo e estacionamento, além de espaço para administração, para a unidade de inspeção sanitária e banheiros.
Mercado do Peixe
O Mercado do Peixe, por sua vez, faz a venda dos pescados e mariscos no varejo, ou seja, o produto é vendido diretamente para o consumidor final. Quem deseja consumir algum produto em pequena quantidade, tem essa opção de compra.
A reforma visa proporcionar a melhoria de um espaço adequado para a comercialização de frutos do mar de São Luís. O serviço incluirá infraestrutura adequada, melhoria na drenagem, assim como a reforma dos quiosques, pintura do espaço e melhoria e novo layout de cobertura, bem como melhorias na acessibilidade para garantir que todos os cidadãos possam desfrutar de um espaço seguro, moderno e acessível.
O Maranhão iniciou o ano de 2025 com um saldo positivo de 1.019 empregos no mês de janeiro, conforme os dados mais recentes do Novo Caged. O resultado é fruto de 24.102 admissões e 23.083 desligamentos, garantindo ao estado o segundo melhor desempenho da região Nordeste.
As informações foram divulgadas na nota Mercado de Trabalho Maranhense, disponibilizada, nesta semana, no site do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc).
O material completo está disponível para download no site www.imesc.ma.gov.br
Setor de Serviços
O material aponta que o setor de Serviços foi o grande impulsionador desse resultado positivo, registrando um saldo de 1.530 novos vínculos, seguido pela Agropecuária, com 276 novos empregos.
Por outro lado, os setores da Indústria (-335 vínculos), Construção (-290 vínculos) e Comércio (-162 vínculos) apresentaram saldo negativo.
Entre as atividades econômicas, as relacionadas a “Apoio à Gestão de Saúde” tiveram maior destaque no setor de Serviços, contabilizando um saldo de 1.368 novos vínculos, impulsionado principalmente pela capital, São Luís. No setor agropecuário, o “Cultivo de soja” se sobressaiu, gerando 108 novos postos de trabalho.
Setor Industrial
O setor industrial foi impactado negativamente pela “Fabricação de álcool”, que perdeu 187 empregos, sendo Aldeias Altas a cidade mais afetada, com saldo negativo de 208 vínculos. Já o setor da Construção sofreu os efeitos sazonais, principalmente na “Construção de Rodovias e Ferrovias”, que perdeu 266 postos de trabalho.
Com o desempenho positivo registrado em janeiro, o número total de trabalhadores formalmente empregados no Maranhão alcançou 659.979. Esses dados reforçam a importância do setor de Serviços na geração de empregos no estado e evidenciam os desafios enfrentados por outras áreas da economia.
A nota Mercado de Trabalho Maranhense também apresenta informações sobre as ocupações com maiores e menores saldos de empregos, saldos de empregos formais por município, entre outros dados.
O aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês custará R$ 27 bilhões por ano aos cofres públicos, disse, nesta semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
A faixa de isenção do IRPF é de R$ 2.824, o equivalente pouco menos de dois salários mínimos. Com a alteração, cerca de 32% dos trabalhadores deixarão de pagar o tributo.
Mesmo assim, a Receita Federal calcula receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física este ano, o que representa um acréscimo de quase 7%, na comparação com 2024, quando foram entregues 43,2 milhões de declarações.
Aprovação
O Governo Federal apresenta, nesta terça-feira (18), em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, a ampliação da faixa de isenção do IRPF para R$ 5 mil.
Para ter validade, o projeto ainda precisa passar pelo crivo do Congresso. A expectativa da equipe econômica é que a nova faixa de isenção esteja em vigor somente em 2026.
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) realizou, na noite de segunda-feira (17), na cidade de Luque, no Paraguai, o sorteio que definiu os grupos da Taça Libertadores 2025.
O Brasil tem sete times nesta fase: Botafogo-RJ, Flamengo-RJ, Palmeiras-SP, São Paulo-SP, Internacional-RS, Fortaleza-CE e Bahia-BA.
Datas
A fase de grupos da Libertadores começa na primeira semana de abril, com jogos a partir de 1 de abril. As últimas partidas dessa fase serão disputadas até 29 de maio.
A final da competição será no dia 29 de novembro, ainda sem local definido. Este formato da decisão, em jogo único, começou em 2019.
Grupos da Libertadores 2025
Grupo A
Botafogo
Estudiantes (ARG)
Universidad de Chile (CHI)
Carabobo (VEN)
Grupo B
River Plate (ARG)
Independiente del Valle (EQU)
Universitario (PER)
Barcelona (EQU)
Grupo C
Flamengo
LDU (EQU)
Deportivo Táchira (VEN)
Central Córdoba (ARG)
Grupo D
São Paulo
Libertad (PAR)
Talleres (ARG)
Alianza Lima (PER)
Grupo E
Racing (ARG)
Colo-Colo (CHI)
Fortaleza
Atlético Bucaramanga (COL)
Grupo F
Nacional (URU)
Internacional
Atlético Nacional (COL)
Bahia
Grupo G
Palmeiras
Bolívar (BOL)
Sporting Cristal (PER)
Cerro Porteño (PAR)
Grupo H
Peñarol (URU)
Olimpia (PAR)
Vélez (ARG)
San Antonio (BOL)
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.
Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.
A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas