O Maranhão registrou expressiva queda nas ocorrências de afogamentos em 2025, no comparativo ao ano anterior. As estatísticas apontam uma redução de 40% nos casos de afogamentos e de 15% nos óbitos, no mesmo período. Os dados são do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), considerando as áreas e ocorrências atendidas pela corporação nos dois períodos.
Os casos reduziram de 111, em 2024, para 69 em 2025, em todo o estado.
Os óbitos saíram de 32 em 2024, para 27 no ano seguinte.
São Luís, que concentra boa parte das ocorrências devido às suas praias e áreas de lazer, apresentou diminuição considerável nos casos de afogamentos e de mortes.
Dos seis casos com dois óbitos em 2024, caíram para dois casos e um óbito, no ano seguinte. Estes números resultaram de atendimentos nas praias do Calhau, São Marcos e Araçagi, onde estão localizados postos de guarda-vidas do Corpo de Bombeiros; e de acionamentos nos municípios do estado. A atuação intensiva da corporação nestes locais contribuiu para as reduções e aponta um cenário de maior controle das situações de risco.
O reforço de efetivo de salvamento, com mergulhadores profissionais, bem como o aprimoramento da infraestrutura de resgates, teve impacto na redução dos números. Isso, somado aos investimentos contínuos no aparelhamento com aquisição de equipamentos de ponta – determinantes para os bons resultados, pontua o comandante do Batalhão de Bombeiros Marítimo (BBMar), tenente-coronel Thiago Paiva.
Prevenção e contenção
As principais situações que levam a afogamentos estão relacionadas a comportamentos imprudentes, como a ingestão de bebidas alcoólicas antes de entrar na água, o não uso de coletes salva-vidas, natação em áreas não supervisionadas e o desconhecimento das condições de mares e rios. Além disso, o aumento do fluxo de pessoas nas praias e rios durante férias e feriados, também contribui para o aumento dos riscos. Por isso, o Corpo de Bombeiros orienta a população a adotar cuidados básicos e a sempre buscar áreas com fiscalização.
Em relação à prevenção, o Corpo de Bombeiros reforça a importância de seguir as orientações dos guarda-vidas, que estão posicionados estrategicamente nas áreas mais movimentadas. Usar coletes salva-vidas, evitar banhos de mar sozinho e respeitar as sinalizações das praias e rios são atitudes essenciais para garantir a segurança de todos. Além disso, a fiscalização constante e o monitoramento das condições das águas contribuem para reduzir os riscos de afogamentos.
Aparato e estrutura
O Corpo de Bombeiros atua em diversas áreas do Maranhão, com destaque para as praias de São Luís, como Calhau, São Marcos e Araçagi.
Também são atendidas áreas de rios e balneários, onde o risco de afogamento é alto. Os postos de guarda-vidas, instalados nessas regiões, contam com um efetivo de profissionais altamente qualificados, incluindo equipes de mergulhadores e o suporte de embarcações, quadriciclos, drones e outros equipamentos especializados para resgates rápidos e eficazes.
Quem está prestes a se aposentar precisa estar atento. A reforma da Previdência, promulgada em 2019, estabeleceu regras automáticas de transição, que mudam a concessão de benefícios a cada ano.
Confira abaixo algumas mudanças.
Desde 2023, está em vigor a regra para a aposentadoria por idade, destinada a trabalhadores de baixa renda que contribuíram pouco para a Previdência Social e se aposentariam por idade na regra antiga.
Para homens, a idade mínima está fixada em 65 anos desde 2019. Para as mulheres, a idade de transição está em 62 anos desde 2023. Para ambos os sexos, o tempo mínimo de contribuição exigido para se aposentar por idade está em 15 anos.
Na promulgação da reforma da Previdência, em novembro de 2019, a idade mínima para as mulheres estava em 60 anos, passando a aumentar seis meses por ano nos quatro anos seguintes.
Subiu para 60 anos e meio em janeiro de 2020, para 61 anos em janeiro de 2021, 61 anos e meio em 2022 e 62 anos em 2023.
A reforma da Previdência estabeleceu quatro regras de transição.
Duas regras previram modificações na virada de 2025 para 2026. Na primeira regra, que estabelece um cronograma de transição para a regra 86/96, a pontuação composta pela soma da idade e dos anos de contribuição subiu em janeiro: para 93 pontos (mulheres) e 103 pontos (homens).
Os servidores públicos estão submetidos à mesma regra de pontuação, com a diferença de que é necessário ter 62 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens), 57 anos de idade e 30 anos (mulheres).
Para ambos os sexos, é necessário ter 20 anos no serviço público e cinco anos no cargo.
Na segunda regra, que prevê idade mínima mais baixa para quem tem longo tempo de contribuição, a idade mínima para requerer o benefício passou para 59 anos e meio (mulheres) e 64 anos e meio (homens).
A reforma da Previdência acrescenta seis meses às idades mínimas a cada ano até atingirem 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. Nos dois casos, o tempo mínimo de contribuição exigido é de 30 anos para as mulheres e 35 anos para homens.
Os professores, que obedecem a uma regra de transição com base no tempo de contribuição na função de magistério combinada com a idade mínima.
As mulheres passam a se aposentar aos 54 anos e meio, e os homens, aos 59 anos e meio. A idade é acrescida seis meses a cada ano até atingir o limite de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, em 2031.
O tempo de contribuição mínimo para obter a aposentadoria como professor corresponde a 25 anos para as mulheres e a 30 anos para os homens.
A regra vale para os professores da iniciativa privada, das instituições federais de ensino e de pequenos municípios.
O turismo no Maranhão apresentou crescimento ao longo de 2025, com aumento no número de visitantes, expansão do fluxo aéreo e alta ocupação da rede hoteleira. Os dados são do Observatório do Turismo do Maranhão (Obstur-MA), vinculado à Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA), que acompanhou os principais indicadores do setor durante o ano.
O relatório aponta que o primeiro semestre foi influenciado por períodos de maior demanda, como o Carnaval e o São João. Já no segundo semestre, os volumes mais elevados de passageiros foram registrados em meses como junho, julho, setembro e outubro.
Fluxo aéreo
Entre janeiro e novembro, o estado registrou 2.013.951 passageiros transportados em voos comerciais, considerando embarques e desembarques. O volume representa um crescimento de 13,67% em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), analisados pelo Obstur-MA.
O Aeroporto Internacional Marechal Hugo Cunha Machado, em São Luís, concentrou a maior movimentação, com 1.687.082 passageiros no acumulado do período, alta de 14,41%.
O aeroporto de Imperatriz manteve desempenho positivo, enquanto Barreirinhas se destacou como principal acesso aéreo aos Lençóis Maranhenses.
Em setembro, o fluxo aéreo cresceu 19,03%, totalizando 197.259 passageiros, com destaque para o aeroporto de Barreirinhas, que apresentou o maior crescimento percentual do país. Em outubro, foram contabilizados 188.144 passageiros, cerca de 28 mil a mais que no mesmo mês de 2024.
Ocupação hoteleira
A ocupação hoteleira também apresentou índices elevados. Em São Luís, a taxa média chegou a 85,62% ao longo do ano, com projeção de alcançar até 96% no período do Réveillon.
O levantamento considerou hotéis localizados nos bairros Ponta d’Areia, Renascença, São Francisco e no Centro Histórico.
Durante todo o ano, o Obstur-MA produziu levantamentos voltados ao acompanhamento do setor, que servem de base para o planejamento das ações e do calendário turístico do próximo período.
A programação oficial do Pré-Carnaval e do Carnaval do Maranhão 2026 conta com atrações que vão transformar São Luís em um grande palco a céu aberto, com uma agenda democrática e marcada pela valorização da cultura popular maranhense.
A programação terá início neste mês de janeiro e seguirá até fevereiro, ocupando diferentes espaços da capital e fortalecendo o calendário cultural e turístico do estado.
Atrações
O pré-carnaval do Maranhão 2026 já conta com grandes nomes do carnaval, entre eles: Bell Marques, Léo Foguete, Xanddy Harmonia, Chiclete com Banana, Léo Santana, Banda Eva, Rafa e Pipo, Natanzinho Lima e Henry Freitas.
Já no período oficial do Carnaval 2026 vão se apresentar Nattan, Alok, Chicabana, Claudia Leitte, Zé Cantor, Felipe Amorim, Calcinha Preta, Zé Vaqueiro, Dennis DJ, Xand Avião, Mari Fernandez, Wesley Safadão, Durval Lelys e Eric Land.
A programação conta com os tradicionais circuitos:
Os espaços vão receber um grande público com toda a estrutura e segurança necessárias para garantir que todos se divirtam com tranquilidade.
Calendário de Pré-Carnaval
Sexta-feiras 16, 23 e 30 de janeiro: Cortejo Deodoro, blocos tradicionais e blocos afro
Sábado 17, 24 e 31 de janeiro: Circuito Vem Pro Centro, no Centro Histórico
Domingos, nos dias 18 e 25 de janeiro: Vem Pro Mar, realizado na Avenida Litorânea
Prévias de Carnaval
18 de janeiro – Bell Marques e Léo Foguete
25 de janeiro – Xanddy Harmonia, Chiclete com Banana e atração surpresa
1º de fevereiro – Léo Santana e Banda Eva
8 de fevereiro – Rafa e Pipo, Natanzinho Lima e Henry Freitas
Carnaval
13 de fevereiro – Nattan, Alok e Chicabana
14 de fevereiro – atração surpresa, Claudia Leitte e Zé Cantor
15 de fevereiro – Felipe Amorim, Calcinha Preta e Zé Vaqueiro
16 de fevereiro – Dennis DJ, Xand Avião e Mari Fernandez
17 de fevereiro – Wesley Safadão, Durval Lelys e Eric Land
O Carnaval do Maranhão 2026 chega com boas notícias especialmente para as escolas de samba, que já iniciam os preparativos para levar à avenida desfiles marcados por enredos criativos, grandes alegorias, fantasias luxuosas e a força das baterias.
O encontro entre os diversos segmentos do carnaval marca o pontapé inicial da festa, fortalecendo o diálogo com escolas de samba, blocos tradicionais, blocos organizados, grupos afros, alegorias de rua, tambor de crioula e tribos de índio, que prometem um espetáculo diverso e vibrante para o público em 2026.
Além disso, foi confirmado o adiantamento do pagamento dos cachês para os grupos carnavalescos, com um montante previsto de R$ 7.646.000. No total, o investimento destinado ao fortalecimento do Carnaval do Maranhão chega a R$ 20 milhões, variando de acordo com cada tipo de manifestação cultural.
Outra novidade para o Carnaval 2026 é a premiação oficial para os cinco primeiros colocados das competições carnavalescas, valorizando o desempenho artístico das agremiações.
Premiação – Escolas de Samba
1º lugar: R$ 100 mil
2º lugar: R$ 90 mil
3º lugar: R$ 80 mil
4º lugar: R$ 70 mil
5º lugar: R$ 60 mil
Bloco Tradicional – Grupo A
1º lugar: R$ 50 mil
2º lugar: R$ 40 mil
3º lugar: R$ 30 mil
4º lugar: R$ 20 mil
5º lugar: R$ 10 mil
Bloco Tradicional – Grupo B
1º lugar: R$ 30 mil
2º lugar: R$ 20 mil
3º lugar: R$ 15 mil
4º lugar: R$ 10 mil
5º lugar: R$ 5 mil
Bloco Organizado
1º lugar: R$ 30 mil
2º lugar: R$ 20 mil
3º lugar: R$ 15 mil
4º lugar: R$ 10 mil
5º lugar: R$ 5 mil
Seis apostas acertaram os seis números da Mega da Virada 2025 e vão dividir o prêmio histórico de R$ 1.091.357.286,52. O sorteio, realizado pela Caixa Econômica Federal, estava previsto para ocorrer às 22h desta quarta-feira (31), mas, após bater recorde de apostas, foi adiado para as 10h desta quinta-feira (1º).
Os seis números sorteados foram: 59, 21, 32, 13, 33 e 09. Cada uma das apostas vencedoras do prêmio máximo vai receber R$ 181.892.881,09.
Três apostas vencedoras do prêmio principal foram realizadas em unidades lotéricas de João Pessoa (PB), Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP). As outras três apostas foram feitas pela internet; nesses casos, não é possível identificar a localização.
Neste concurso, duas apostas foram bolões: a de Ponta Porã, com 10 cotas, e a de Franco da Rocha, com 18 cotas.
Além dos vencedores do prêmio principal, outras 3.921 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 11.931,42 cada. Já os 308.315 ganhadores da quadra vão ganhar R$ 216,76 cada um.
De acordo com a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), o trânsito na Avenida Litorânea, em São Luís, passará por alterações temporárias em razão da montagem e realização do Réveillon do Maranhão 2026.
As mudanças ocorrem nesta quarta-feira (31) e na quinta-feira (1º), nas áreas próximas ao palco principal da festa.
A operação especial terá início nesta quarta-feira (31), a partir das 15h, com a implantação de pontos de bloqueio em vias do entorno. A circulação será restrita, com acesso autorizado apenas para moradores previamente credenciados, veículos de limpeza urbana, ambulâncias, viaturas das forças de segurança e do Corpo de Bombeiros.
A fiscalização e a orientação aos motoristas contarão com a atuação de agentes da Polícia Rodoviária Estadual, da Guarda Municipal e da Secretaria de Trânsito de São José de Ribamar.
Ainda segundo a SMTT, a área localizada atrás do palco, na extensão da Avenida Litorânea, será totalmente interditada no sentido Centro de São Luís.
A Prefeitura de Paço do Lumiar anunciou que, nos dias 31 de dezembro de 2025 e 1º de janeiro de 2026, estará proibido o acesso e a circulação de veículos na faixa de areia da Praia do Olho de Porco.
A medida atende a uma determinação do Ministério Público e tem como objetivo principal garantir a segurança da população durante as festividades de fim de ano.
A decisão considera a previsão de marés altas extremas para o período, fenômeno natural que provoca a elevação do nível do mar e reduz significativamente a faixa de areia disponível para circulação.
Segurança dos banhistas
Nessas condições, a presença de veículos na praia representa risco elevado à integridade física dos frequentadores, especialmente devido à inexistência de rotas de fuga seguras durante a maré cheia.
De acordo com os órgãos responsáveis, a circulação e o estacionamento de automóveis na faixa de areia, em situações como essa, podem resultar em acidentes graves, como atropelamentos e outras ocorrências que colocam em risco moradores e visitantes.
A interdição do tráfego de veículos será realizada a partir da entrada do Condomínio Damha e pela Rua do Urucutiua, principais pontos de acesso à praia. A Prefeitura reforça que a restrição é temporária, necessária para preservar vidas e contribuir para a organização e segurança do espaço público durante o período de maior fluxo de pessoas.
A primeira fase do Campeonato Maranhense 2026 de futebol profissional masculino começa no dia 10 de janeiro, com duelo, na Região Tocantina, entre Imperatriz e Sampaio Corrêa, no estádio Frei Epifânio.
A sequência da rodada inicial do campeonato prossegue, no dia 10 (um domingo), com partidas em São Luís e Tuntum.
Em 2026, o Campeonato Estadual contará com a participação de oito equipes, que se enfrentam em sete rodadas, em turno único.
As equipes participantes são: Maranhão Atlético Clube (MAC), Imperatriz, IAPE, Futebol Clube, Sampaio Corrêa, Moto Club, Tuntum, Luminense e o ITZ Sport.
Ao fim desta primeira fase, os quatro melhores colocados avançam para as semifinais.
O último colocado será rebaixado diretamente, enquanto sexto e sétimo colocados disputam um playoff para definir mais um rebaixado.
A Federação Maranhense de Futebol (FMF) divulgou a tabela completa da competição. Veja abaixo.
Primeira fase
1ª Rodada
10/01 (sábado), 19h30 – Imperatriz x Sampaio Corrêa – Frei Epifânio
11/01 (domingo), 16h – Maranhão (MAC) x Moto Club – Castelão
11/01 (domingo), 16h – IAPE x ITZ – Nhozinho Santos
11/01 (domingo), 15h30 – Tuntum x Luminense – Rafael Seabra
2ª Rodada
14/01 (quarta), 19h30 – ITZ x Moto Club – Frei Epifânio
14/01 (quarta), 19h30 – Luminense x Imperatriz – Dário Santos
14/01 (quarta), 19h30 – Maranhão (MAC) x Tuntum – Nhozinho Santos
14/01 (quarta), 19h30 – IAPE x Sampaio Corrêa – Castelão
3ª Rodada
17/01 (sábado), 19h30 – ITZ x Imperatriz – Frei Epifânio
18/01 (domingo), 16h – Luminense x Moto Club – Dário Santos
18/01 (domingo), 16h – Sampaio Corrêa x Maranhão (MAC) – Castelão
18/01 (domingo), 15h30 – Tuntum x IAPE – Rafael Seabra
4ª Rodada
21/01 (quarta), 19h30 – Luminense x Iape – Dário Santos
21/01 (quarta), 19h30 – Maranhão (MAC) x ITZ – Nhozinho Santos
21/01 (quarta), 19h – Tuntum x Imperatriz – Rafael Seabra
21/01 (quarta), 19h30 – Moto Club x Sampaio Corrêa – Castelão
5ª Rodada
24/01 (sábado), 19h30 – Imperatriz x Maranhão (MAC) – Frei Epifânio
25/01 (domingo), 16h – Sampaio Corrêa x Luminense – Castelão
25/01 (domingo), 19h30 – ITZ x Tuntum – Frei Epifânio
25/01 (domingo), 16h – Moto Club x IAPE – Dário Santos
6ª Rodada
28/01 (quarta), 19h – Tuntum x Sampaio Corrêa – Rafael Seabra
28/01 (quarta), 19h30 – ITZ x Luminense – Frei Epifânio
28/01 (quarta), 19h30 – Moto Club x Imperatriz – Castelão
28/01 (quarta), 19h30 – IAPE x Maranhão (MAC) – Nhozinho Santos
7ª Rodada
01/02 (domingo), 16h – Imperatriz x IAPE – Frei Epifânio
01/02 (domingo), 16h – Sampaio Corrêa x ITZ – Nhozinho Santos
01/02 (domingo), 16h – Maranhão (MAC) x Luminense – Castelão
01/02 (domingo), 16h – Moto Club x Tuntum – Dário Santos
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que o ano de 2026 começará sem custo extra na conta de energia para a população. Em janeiro, será aplicada a bandeira tarifária verde.

A agência reguladora destacou que apesar de o período chuvoso ter iniciado com chuvas abaixo da média histórica, em novembro e dezembro houve no país, de um modo geral, a manutenção do volume de chuvas e do nível dos reservatórios das usinas.
“Em janeiro de 2026 não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, o que evita a cobrança de custos adicionais na conta de energia do consumidor”, explicou a Aneel.
Neste mês de dezembro já houve a redução na bandeira tarifária vermelha no patamar 1 para amarela.A medida reduziu em R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (KW/h) consumidos e passou a R$ 1,885.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a adoção da bandeira verde reflete um cenário de segurança energética, no qual não há necessidade de acionamento intensivo de usinas termelétricas. Essas unidades, além de apresentarem custo de geração mais elevado, utilizam combustíveis fósseis e contribuem para a emissão de gases de efeito estufa.
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 encera nesta segunda-feira (22).
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo que seria encerrado no dia 17.
O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante no portal do Inep.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento também pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou débito em conta, dependendo das opções disponibilizadas pela instituição financeira.
Na Página do Participante do Enem o candidato pode acompanhar o andamento de sua inscrição. O acompanhamento é feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Estudante com direito à gratuidade
O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. É a primeira vez que a taxa de analfabetismo do país fica abaixo de 5% desde 2016.
São 592 mil pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seu relatório Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
Mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Comparado a 2024, apenas o Sudeste apresentou redução da taxa de analfabetismo, de 0,5 ponto percentual (p.p).
A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025. Eram 4,9 milhões de analfabetos nessa faixa etária, equivalente a 13,8% do total de pessoas com 60 anos ou mais. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo cai para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.
“A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Também indica que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização e foram alfabetizadas ainda na infância. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos”, ressalta o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Proporção de mulheres analfabetas com 60 anos
Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.
Analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos
Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetas, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).
“Em relação a 2024, houve queda de 1,2 p.p. na taxa de analfabetismo entre idosos pretos ou pardos, o que sugere avanço, mas evidencia um legado estrutural público de exclusão educacional”, destaca William.
Pela primeira vez, mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais (51,3%) tem o ensino médio completo
A proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa distância permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p, apesar de já ter sido de 16,4 p.p. em 2016.
Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.
A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais foi de 10,2 anos em 2025, alta em relação aos 9,1 anos observados em 2016 e aos 10,1 anos em 2024. As mulheres continuam com maior escolaridade média (10,4 anos) em comparação aos homens (10,0 anos). Quanto à cor ou raça, a diferença segue expressiva: brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos, resultando em uma diferença de 1,6 ano, ainda elevada, embora ligeiramente inferior à diferença de dois anos registrada em 2016.
Norte e Nordeste têm maior carência de creches para crianças de 0 a 3 anos
Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%), enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%). Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).
O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%. Norte e Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,2% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.
Proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal bate meta (96,1%) do PNE, mas não retorna aos níveis pré-pandemia
Cerca de 96,1% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam o ensino fundamental em 2025, que é a etapa escolar estabelecida para essa faixa etária. O resultado ultrapassa a meta de 95% estabelecida pelo PNE e representa um aumento em relação a 2024 (94,6%), porém não superou o período pré-pandemia.
William explica que as crianças mais novas podem ter enfrentado mais dificuldades de adaptação às aulas durante a pandemia. “Essas crianças podem não ter se adaptado às aulas online ou podem ter sido tiradas da escola pelos pais durante a pandemia. Assim, esse período criou um grupo de crianças que perderam um ou dois anos de estudo, ficando, então, atrasados”, avalia.
Homens e pessoas pretas ou pardas de 15 a 17 anos têm frequência menor no ensino médio
Em relação aos jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou concluíram o ensino médio em 2025, etapa adequada para esse grupo etário. O indicador avançou 3,8 p.p. comparado a 2024, mas permanece 4,4 p.p. abaixo da meta de 85% prevista no PNE.
Por sexo, 84,0% das mulheres de 15 a 17 anos estavam no ensino médio ou já o haviam concluído, enquanto entre os homens, essa taxa foi de 77,4%. Quanto à cor ou raça, 84,9% dos brancos de 15 a 17 anos estavam na etapa adequada (ensino médio), contra 77,8% de pretos ou pardos. Essa proporção para os que se declaram pretos ou pardos avançou 14,7 p.p. desde 2016, contra 8,8 p.p. dos brancos. Já entre os homens, o crescimento foi de 14,0 p.p. frente a 10,7 p.p. das mulheres de 2016 para 2025.
Os dados evidenciam que apesar da redução, ainda persistem barreiras no acesso e na permanência de estudantes no ensino médio. “Embora pretos ou pardos e homens ainda estejam atrás em relação a pessoas brancas e mulheres, os dados mostram uma redução na desigualdade na série histórica da pesquisa”, diz o analista do IBGE, William Kratochwill.
Proporção de brancos entre 18 e 24 anos com nível superior e que não frequenta instituição de ensino (6,2%) é mais que o dobro de pretos ou pardos (3,0%)
Entre pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada para a idade (ensino superior). Esse indicador avançou 1,4 p.p. em relação a 2024. Outros 7,0% apresentavam atraso escolar.
Em relação à cor ou raça, 6,2% dos brancos já haviam concluído a graduação, mais que o dobro (3,0%) dos pretos ou pardos. Já 33,4% dos brancos e 18,9% pretos ou pardos estavam na etapa ideal (ensino superior). Entre aqueles que não frequentavam e não haviam concluído a etapa ideal, a proporção de pretos ou pardos foi de 70,1%, enquanto entre brancos, 55,0%.
William lembra que a meta 12 do PNE previa elevar a taxa de frequência escolar líquida no ensino superior para 33,0% até 2024. “Essa meta foi superada apenas entre as pessoas brancas. O desafio do país, portanto, envolve reduzir as desigualdades de acesso e conclusão no ensino superior, enfrentar o atraso escolar, bem como garantir a permanência dos jovens no sistema educacional”.
Quanto ao sexo, 35,1% das mulheres de 18 a 24 anos estavam matriculadas em algum curso, ante 28,0% dos homens. Entre as mulheres, 28,8% frequentavam o ensino superior, contra 20,3% dos homens. Além disso, 5,2% das mulheres já haviam concluído esse nível, enquanto entre os homens esse percentual foi de 3,4%. Os homens também apresentaram maior atraso (7,7%) e maior percentual de não frequência e não conclusão (68,7%), em comparação ao percentual de 59,7% entre as mulheres.
Maiores percentuais de abandono escolar são a partir dos 16 anos
Entre jovens de 14 a 29 anos, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desse total, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.
Ao analisar a idade em que esses jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola, os maiores percentuais de abandono ocorreram a partir dos 16 anos: 18,5% deixaram a escola nessa idade, 20,0% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos. Ainda assim, o abandono escolar precoce continua presente nas idades correspondentes ao ensino fundamental: 7,5% haviam deixado a escola até os 13 anos e 7,6% aos 14 anos.
“Os percentuais de abandono antes dos 14 anos equivalente a 15,1% do total. São elevados e caracterizam-se como elementos fundamentais na precarização da formação do indivíduo. Esse dado representa saídas durante o ensino fundamental, etapa que deveria estar plenamente universalizada. Esse padrão se manteve semelhante entre homens e mulheres e entre as pessoas de cor branca e preta ou parda”, diz William.
Ele complementa que o grande marco da transição escolar continua sendo a idade de 15 anos, que pode estar ligado tanto a mudanças na estrutura curricular quanto à percepção de utilidade do ensino médio ou à necessidade de entrada precoce no mercado de trabalho. “Nesse ponto, o percentual de abandono escolar quase dobra em relação aos 14 anos, alcançando 13,5%”, diz William.
Um em cada quatro jovens (25,6%) de 14 a 29 anos não tem interesse em estudar
Cerca de 43,0% dos jovens de 14 a 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar em 2025. Esse foi o motivo mais citado. O resultado representa um leve aumento de 1,0 p.p. em relação a 2024. O segundo motivo foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024.
“O aumento em relação aos últimos anos pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional”, ressalta o analista da pesquisa.
Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.
Entre os homens de 14 a 29 anos com nível de instrução inferior ao ensino médio completo, o principal motivo para abandonar ou nunca ter frequentado a escola foi a necessidade de trabalhar (54,2%), seguido pela falta de interesse em estudar (28,0%) e problemas de saúde permanente (4,7%). Já entre as mulheres desse grupo, embora o motivo mais citado também tenha sido a necessidade de trabalhar (26,2%), outros fatores relacionados à dinâmica de gênero ganham destaque. Gravidez foi mencionada por 24,7% das mulheres, e a realização de afazeres domésticos ou cuidados com outras pessoas, por 8,6%. Além disso, 21,9% das mulheres indicaram falta de interesse pelos estudos como justificativa para o afastamento escolar.
“São resultados que evidenciam que, para além da condição econômica, as responsabilidades reprodutivas e domésticas ainda figuram entre os principais entraves à permanência das mulheres jovens na escola, ao passo que a necessidade de trabalhar mantém os homens fora da escola em maior proporção”, diz William.
Mais sobre a pesquisa
Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.
A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.
A Rádio Timbira FM transmite e acompanha, neste fim de semana, jogos das 3 esquipes maranhenses que permanecem nas séries C e D do Campeonato Brasileirão de Futebol Masculino 2026.
MAC 0 X 1 Paysandu-PA (Timbira FM acompanha)
O Maranhão Atlético Clube (MAC) perdeu, por 1 a 0, para a equipe do Paysandu-PA, no sábado (13), às 21h, no estádio Castelão, em São Luís-MA.
O gol da vitória do Paysandu saiu no fim da partida, com Ítalo.
Com a derrota, o MAC chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitória na competição.
A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão 2026 – Série C.
O MAC está na 14ª colocação. Chegou aos 13 pontos e acumula o terceiro jogo consecutivo sem perder. Está em boa colocação na tabela, nesta primeira fase que reúne 20 equipes, mais fora do grupo dos 8 classificados para a segunda fase.
O jogo seguinte do MAC será contra o Ituano-SP, no dia 28 deste mês (um domingo), às 20h30, no estádio Novelli Júnior, na cidade de Itu, no interior de São Paulo
Sampaio Corrêa X Trem-AP (Timbira FM transmite)
A Timbira FM transmite o jogo Sampaio Corrêa X Trem-AP, no mata-mata de segunda etapa do Brasileirão- Série D, no domingo (21), 17h, no estádio Castelão, em São Luís.
A transmissão esportiva inicia às 16h30 e prossegue até 19h30.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, no estádio Augusto Antunes, em Macapá, no estado do Amapá.
Equipe esportiva da Timbira FM para este jogo
– Narração: Roberto Ramos
– Comentários: Edivan Fonseca
– Reportagens: Noel Soares
– Plantão: Christyan França
– Coordenador de Esportes: Daniel Amorim
Imperatriz X Maracanã-CE (Timbira FM acompanha)
O Imperatriz enfrenta a Maracanã-CE, no mata-mata da segunda etapa do Brasileirão- Série D. O jogo será disputado no sábado (6), às 16h, no estádio Frei Epifânio, em Imperatriz.
O próximo jogo entre as duas equipes será no dia 27 deste mês, às 15h30, no estádio Prefeitão, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no estado do Ceará.
Com a acompanhar a cobertura esportiva da Timbira FM e Rádio Timbira
Parceiros da Timbira FM nas transmissões esportivas